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Fazer a história do ressentimento anti-portista seria de grande utilidade, até porque explica largamente a forma como o FC Porto, em termos gerais, não tem apenas de lutar dentro do campo, mas também de resistir à pressão exterior e a uma perseguição permanente.
Basta ver como, imediatamente após o início do defeso - de qualquer defeso -, a carreira do FC Porto é ignorada e devolvida às páginas interiores - porque, como se sabe, o defeso tem definido um campeão à partida.
Não faz mal, cá estaremos!
Por isso, não peço desculpa de nada. Futebol é futebol; guerra é guerra. Aceito os "golpes" com a mesma dignidade com que "ofendo"; registo as "ofensas" com a mesma atenção com que as escolho e escrevo.
Às vezes exagero, mas é só futebol. Respeito os leitores - não finjo uma imparcialidade que não tenho; não imito a opinião dos equidistantes.
Não sou equidistante: gostei de festejar. E com as cores do FC Porto!
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autor: Francisco José Viegas
fonte: pasquim da Travessa da Queimada (2011-05-27)
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.
caríssima(o),
recordei-me das palavras acima, datadas de Maio de 2011, depois da leitura atenta da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada, desta Terça-feira, 09 de Abril.
tudo começou com a capa da dita:
© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)
portantos:
com a vitória de ontem e com a resposta dada pelos nossos jogadores a uma «certa e determinada» "onda encOrnada" deste último final-de-semana, a pressão - a famigerada pressão... - regressou à origem.assim, como atenuá-la? a redacção do pasquim em causa contornou a questão com o destaque que acima se evidencia e com a colaboração de nuno reis na redacção deste coiso...
uma pergunta singela:
há quanto tempo está o nosso clube do coração sem perder um jogo para o campeonato?
pois...
de seguida, veio o desnorte completo, não só com a mais recente NORTADA, do nosso enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, sob o título "passadeira vermelha", mas também pelo artigo de António Simões "Jesus: um e outro", na sua coluna de opinião habitual COM A BOLA, OU TALVEZ NÃO.
confesso que não estava nada à espera que estes dois cronistas deitassem a toalha ao chão quando a Esperança na revalidação do título, por muito difícil que esteja de ser alcançada, ainda não é uma miragem. provavelmente serei dos poucos a confiar nessa hipótese, mesmo que por mais remota que ela seja e por mais que o «fazer isto por outro lado» tudo se esforce por obstar a tal - nesse « emocionante "campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgico, ao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto"® »....
também deu para perceber essa tremenda (porque «gloriosa») azia, não só no editorial "estranha pequenez" (da autoria do belenense vítor serpa), sequer no dossier dedicado ao FC Porto (que vale pelo seu todo), mas sobretudo na última guerrinha do sr. fernando, sob o título "Inácio quer o lugar de Jesualdo?".
eis, para mim, a principal razão:
(clicar na imagem para ampliar)
eu não (o) desculpo, considero esse parágrafo uma ofensa (não só para o bom-nome do clube, mas para qualquer portista dos quatro costados) e só me apetece mandar o sr. em causa (com todas as letras e em bom Português) para três ou quatro sítios que eu cá sei.
e a ti?
somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!
beijinhos e abraços sempre, mas sempre!, muito portistas!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)
















