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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

segundo e-mail aberto a Rui Cerqueira



© google | Tomo II

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Exmo Senhor
dr. Rui Cerqueira
(Director de Comunicação do FC Porto),

o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto.
caso não esteja recordado da minha pessoa, sou aquele "chato do gajo do blogue Tomo II"... exacto!, esse mesmo...

peço desculpa por o incomodar numa tarde solarenga deste mês de Dezembro, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um "em breve".

em tempos (Março de 2013), enviei-lhe um e-mail, no qual lhe expus algumas questões pertinentes acerca da Comunicação do Clube.
passados quase vinte meses, aquelas mesmas questões permanecem actuais.
assim sendo e tendo em consideração que (também) é uma preocupação de muitos portistas, que não só desse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"®, humildemente pergunto-lhe:
1)
perante tantos ataques à instituição centenária "Futebol Clube do Porto", que não só da nossa abjecta Comunicação Social, qual a razão deste silêncio, o qual já perdura (pelo menos) desde o início da época 2013/2014? 

2)
qual o motivo pelo qual não há um programa dedicado ao devido contraditório daqueles ataques de que somos alvo, no Porto Canal? 

3)
qual a estratégia de Comunicação do Clube para o Exterior? não considera que esta deveria ser revista e/ou aperfeiçoada?


acredite que lhe ficaria muito grato se tivesse a oportunidade de as responder, no sentido em que poderia esclarecer algumas das muitas dúvidas de muitos portistas que também as mantêm.

somos Porto!, car@go!

«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»! 


de V. Exa.,
saudações desportivas mas sempre pentacampeãs!

o administrador do Tomo II
Miguel Lima

»


"disse!"



quinta-feira, 17 de abril de 2014

(des)ânimo...


© pasquim do sr. serpa


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O FC Porto foi esta quarta-feira afastado da final da Taça de Portugal, ao perder por 3-1 no terreno do 5lb. O 1-0 trazido do Dragão, num encontro em que os azuis-e-brancos tiveram oportunidade de conseguir uma vantagem muito mais confortável, revelou-se insuficiente. 
A eliminatória chegou a pender claramente a favor dos portistas, quando Varela empatou a partida, aos 52 minutos; mas, depois, os lisboetas concretizaram duas oportunidades - as únicas de que verdadeiramente dispuseram no segundo tempo, sendo que uma delas resulta de um penálti "cavado" por Salvio.

[...]


Luís Castro ainda arriscou tudo no ataque, com a entrada de Quintero e o posicionamento de Mangala na frente de ataque, mas os Dragões - que terminaram também com dez homens, devido à expulsão de Quaresma, por duplo amarelo - não voltaram a criar ocasiões para chegar ao 3-2, que lhes daria o acesso ao Jamor. 
Aliás, pouco se jogou a partir do 3-1, devido a uma prolongada invasão de campo e depois com o recurso dos jogadores do 5lb a constantes perdas de tempo. Resta pensar no futuro e o próximo confronto com 5lb é já a 27 de Abril (18h15), para as meias-finais da Taça da Liga.

»



caríssima(o),

tenho para mim que, pior do que a paupérrima exibição de ontem, é haver portistas que queiram "mascarar" o que de facto aconteceu no "estádio" da agremiação de Carnide. 
assim se justifica a introdução à presente "posta de pescada, pois que aquele é o jogo que alguém, na estrutura do FC Porto, viu e publicou na página oficial do Clube, mas, confesso, eu não pude assistir. até me atrevo a afirmar que mais ninguém o terá visto, sustentando a minha apreciação nas diversas crónicas que já li, nos meus locais de referência nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera.
e, mais grave do que o que foi escrito na página oficial do clube sobre a partida - reforço esta ideia pela sua importância -, é ter sintonizado o Porto Canal e, nos breves instantes que por lá fiquei, ter escutado a sustentação da derrota exclusivamente pelos erros de arbitragem. já agora, e sobre estes últimos, eis o que me pareceu que aconteceu, ontem, no "estádio" esvoaçante onde irá decorrer a final da Champions desta temporada desportiva, onde se pode invadir o terreno de jogo à vontade, perante o olhar atento do juventino Platini: 


(clicar na imagem para ampliar)



assim sendo, não nos iludamos: é tão certo que houve erros de arbitragem que prejudicaram sobretudo o espectáculo - e por parte de alguém que é um «querido» para a UEFA e para a FIFA, mas que, vá-se lá saber porquê, tem uma tendência inata para ser um "diabinho" para connosco... -, como também é correcto corroborar a ideia de que não jogámos um car@**o. e que, no jogo de ontem não houve Atitude. e Garra. e Querer. e Raça. e Ambição em prosseguir na competição, eliminando o eterno arqui-rival em sua própria casa, tal como em 2010/2011. e que o único golo que marcámos não foi da equipa, antes fruto da inspiração individual de Varela.
em defesa desta minha convicção, exemplifico com um exercício ao estilo "football manager": a partir do momento em que o adversário passou a jogar com dez, depois de a eliminatória estar empatada e perante as "incidências" que já se percebiam, se fosse eu o treinador, teria mandado entrar o Ghilas para o lugar do "escondido" Varela e o Quintero para o lugar do inoperante Defour. daria a mensagem de que o FC Porto estava presente em campo e de que estávamos na disposição de discutir a partida até ao último segundo, com todas as pedras disponíveis para tal. tal não viria a acontecer, pelo que a imagem que prevaleceu foi a de uma «caricatura de uma equipa que já fomos e hoje já não somos», como escrevi no início da madrugada de hoje.


portanto e assim finalizo, se eu quisesse "afogar as mágoas" noutra versão que vá para lá do que efectivamente aconteceu, compraria a extremamente lampiónica edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada desta Quinta-feira, e como a sua capa, acima reproduzida, não deixa de o revelar à saciedade. e, nesse exercício de puro masoquismo, "deleitar-me-ia" com a crónica à partida por parte do "belenense" do sr. serpa, do «glorioso» editorial do "excremento" do Delgado, da insuspeita análise ao jogo de santos neves, ou da ironicamente inqualificável opinião dO leonor pinhão.
como não o quero, o meu último desejo é assistir, "de camarote", ao desvirtuar da realidade por parte dos órgãos de comunicação oficiais do meu clube do coração.


"disse!"



terça-feira, 1 de abril de 2014

custa assim tanto?! [com 'nortada' incluída]


© google


caríssima(o),

se ainda não viste e tiveres uma tv box com possibilidade de gravação digital, recomendo-te a visualização do último "45 minutos à Porto", edição de Segunda-feira, dia 31 de Março. se já o viste, recomendo-te que o revejas.

o motivo? simples!
os vinte minutos iniciais, com o devido contraditório em relação aos momentos finais na Choupana e também ao muito que foi publicado na imprensa desportiva nacional e sobretudo ao que foi proferido no último programa do "trio d'ataque", é tudo o que tenho defendido para a preservação do bom-nome do nosso clube do coração.
esses vinte minutos inicias representam (também) o muito que o canal oficial do clube pode fazer em prol do seu prestígio, face aos mais vis ataques que tem sofrido esta época desportiva.

assim se justifica o título da presente "posta de pescada.
(o qual não é mentira nenhuma, «penso eu de que»)


post scriptum às 15h02m:




«

Está a ser uma época anormal do FC Porto, mas não se julgue que o ciclo se encerrou. Espero, acima de tudo, que o 5lb possa chegar ao título e que volte a conquistar o espaço que teve na hegemonia do futebol português, não repetindo o que aconteceu em 2005 e 2010. Não foram exibições marcantes, mas o Campeonato ganha-se com regularidade...

A cinco jornadas do fim, 5lb tem tudo para ganhar o Campeonato. Está em muitas frentes e pode "cheirar" mais alguma coisa... Mas, como adepto, cheira bem, cheira a Lisboa, cheira a Campeonato!

»


António José Conceição Oliveira (Tonidixit.
mais do que ser mais um lampião a desconhecer o significado de "hegemonia", revolta-me as entranhas perceber o que por aí virá e que se encontra em destaque.
«vai vir» tempos muito, mas mesmo muito difíceis para nós...


post scriptum às 18h22m:


da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada de hoje, 01 de Abril, e para lá da habitual NORTADA (sob o título "basta?" e que pode ser lida aqui), recomendo a leitura da peça jornalística do sr. carlos com apelido de substantivo colectivo para aquilo que ele efectivamente é, com o título "Quaresma: o bom, o mau e o vilão" (aqui).
lanço-te o desafio de encontrares a palavra "cuspidela" no texto.
 boa sorte!


«largos dias têm cem anos!»




sexta-feira, 28 de março de 2014

'basta!' de bosta deste movimento besta! [com 'brasão abençoado' incluído]




caríssima(o),

antes de tudo, um alerta pertinente:
esta "posta de pescada será em tudo idêntica à do caríssimo dragão Vila Pouca, "aí, 'valentões' da PSP!", não (só) pela forma e pelo conteúdo, mas mormente pelo que ambos defendemos em prol do bom-nome do Clube, e dos seus adeptos.
é o que dá escrever depois de tão ilustre portista, com o qual aprendo todos os dias e cujo meu portismo vai sendo alicerçado, por nele e nos seus ideais (também) me rever. não é um elogio gratuito, é a mais pura verdade. e ele sabe-o, inclusive "olhos-nos-olhos".

começo pela nojenta carga policial ocorrida no final do encontro para a Taça de Portugal, na passada Quarta-feira. desconheço o porquê e/ou as razões que a terão motivado; aliás, a esmagadora maioria da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto...) como que "passou uma esponja" sobre este «não-assunto» e no seu entendimento. a excepção foi o Porto Canal. e, se sou lesto a denunciar a necessidade de uma maior intervenção comunicacional por parte de um órgão oficial do clube, este é mais um exemplo dessa necessidade: não fosse o Porto Canal a denunciar o que se vai comentando «apenas e só» por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera e aquelas imagens confirmam, e tudo não passaria de uma breve nota de rodapé naquela Comunicação Social...
mas (e, no meu entendimento, mais importante), o pior de tudo foi o absurdo da desproporção daquela carga policial e do "prazer" que se (pres)sente, nas imagens em causa, dos monstros do cassetete em "bater em tudo que mexe", tal como num Passado recentíssimo.
a pergunta legítima que se impõe é: haverá algum inquérito do MAI para se averiguarem eventuais responsáveis por esta "punição exemplar", ou aquele ministério é mais para averiguar situações de trânsito condicionado nas imediações do Estádio do Dragão?
ficarei a aguardar pelos desenvolvimentos deste «não-assunto», tal como ainda aguardo (sentado) pelos desenvolvimentos acerca do circo Cardinal desde Abril de 2012...

e, já que "falamos" em circo, informo os calimeros que vão lançando alguns "miaus" na caixa de comentários deste espaço de discussão e que lhes é interdito desde que não respeitem as mais elementares regras da Urbanidade, do Civismo, do Respeito e da boa Educação, que têm uma moral do Car(v)alho para dissertarem acerca da «verdade desportiva», de «casos de corrupção», do «Sistema», da «fruta», de «escutas», do pífio dourado e outros quejandos.
é pá!, preocupem-se mas é em saber por que é que um (agora) vosso ex-dirigente mandou um seu funcionário, à pérola do Atlântico do sr. Jardim, depositar dois mil euros na conta de um árbitro assistente, na véspera de um encontro do spórtém ante o «clube do guardanapo», a contar para a Taça de Portugal. e por que é que, desde Abril de 2012, que não há mais desenvolvimentos sobre esta matéria, cujo principal responsável foi constituído «arguido» pela prática de sete ilícitos... quando tiverem respostas plausíveis e credíveis sobre este assunto, depois falaremos. até lá, um grande "miau!" para vocês.




também vou esperar (sentado) para que a CMVM se pronuncie sobre mais um escândalo financeiro e/ou logro, a envolver o presidente da agremiação de Carnide...

e, já que abordo um tema relacionado com o "melhor, mais, maior, grande" clubeco nacional, convém esclarecer os lampiões de serviço que, por muito que repitam uma mentira, esta nunca passará a verdade.
vem esta premissa a propósito do mais recente documentário do "cuspe" do nuno luz, no qual, mais uma vez, se afirma que o título de campeão nacional 2011/2012 foi consequência de um fora-de-jogo que não foi assinalado... esta inverdade foi proferida pela boca do mesmo (ir)responsável que, de frente para o lance, não foi capaz de ver "isto", no mesmo jogo, minutos antes do golo do Maicon:





aquela inverdade é decorrente, não só do «glorioso» "esquecimento" do que poderia advir, caso o lance em causa tivesse sido assinalado (marcação de uma grande penalidade contra o 5lb, aos 81' e amostragem do segundo cartão amarelo a cardozo e consequente expulsão, reduzindo o Carnide a 9 elementos), mas também de que estávamos em Março de 2011, na vigésima primeira jornada, com a certeza de que haveria mais vinte e sete pontos em disputa. se o Carnide, depois daquele jogo, perdeu mais sete pontos, foi por culpa própria, certo? ou terá sido por culpa do Maicon? olhem, não sei! perguntem ao "cachalote" do go(rdo)bern; ele com certeza que saberá responder a esse dilema e melhor do que ninguém...


finalizo esta (já extensa) "posta de pescada com as minhas habituais sugestões de leituras (também) do que "de melhor" se publicou na edição impressa do pasquim do sr. serpa de hoje e para quem estiver interessado nas mesmas.
porque é Sexta-feira, não poderia escapar o mais recente artigo de opinião de Pedro Marques Lopes, "a vitória normal e o pânico do costume", assim como da alegria de Paulo Teixeira Pinto no (compreensível, inteligível e tangível) "chegou a Primavera!".

num campo diametralmente oposto e para lá do sarcástico elogio de sílvio "o senador pateta" cervan ao nosso clube, recomendo a leitura do editorial do "excremento" do Delgado "FC Porto quer pontos de Alvalade".
mais uma vez, reafirmo que não gosto de vencer "na secretaria". que, ao contrário do que o "excremento" do Delgado quer fazer crer, as vitórias pela via "da secretaria" são um expediente mais em uso lá para os lados da segunda Circular. que, «ao longo das últimas três décadas, onde o FC Porto é muitíssimo bem sucedido» é no campo desportivo dentro das quatro linhas, o qual é reconhecido internacionalmente, ao invés do que se passa em território nacional, sobretudo e mormente na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, onde tudo é posto em causa e sempre com o mesmo tipo de "argumentação" - a mesma que foi recentemente utilizada pelo pacóvio que preside à agremiação do Lumiar, o qual vai assistindo aos nossos festejos sucessivos pela via da tv, o mesmo meio de comunicação de que se (ab)usa para passar a sua verborreia calimer(d)a...


"disse!"



quinta-feira, 20 de março de 2014

do (nosso) necessário contraditório...


© google



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A mim, não há nada que me surpreenda. Mas, de facto, fiquei um bocado triste, porque entendo que todas as coisas podem ser feitas mas com determinados princípios. Não esperava que o Villas-Boas fosse falar a um profissional nosso, com contrato, nesta altura da época, sem antes ter uma palavra com alguém do FC Porto...

Foi um pouco surpreendente. No Domingo, [Will Coort] esteve com a equipa, em Lisboa, e, na Segunda-feira, comunicou a Antero Henrique [director-geral da SAD do FC Porto] que queria ir embora, porque tinha um convite para ir para o Zenit.
Ficámos surpreendidos e, na Terça-feira, liguei ao André Villas-Boas, a perguntar se seria verdade. O André disse-me que, de facto, tinha falado directamente com o Will Coort para ir para o Zenit e não nos deu qualquer satisfação porque entendeu que não o deveria fazer.
Dissemos 
[a Will Coort] que não aceitávamos a sua saída de comum acordo porque entendíamos que, a dois dias da partida para Nápoles, não era correcto. Mesmo assim, e ao abrigo da lei, rescindiu contrato, pagou-nos a indemnização devida por rescisão unilateral do contrato, e deixou o FC Porto.

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autor: Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa
fonte: rádio renascença (2014-03-19) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

«Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série»

eis o porquê de, na presente temporada, a Lei nr. 9 de Murphy se cumprir à risca. 
e o porquê de, no Presente e para mim, £ibras-Boas "dar lugar" ao Rublas-Boas. 
e o porquê de, passados (quase) quatro anos, e apesar da época mais emocionante e que, à data, mais alegrias desportivas me proporcionou, eu ainda não ser capaz de lhe perdoar a sua traição à «cadeira de sonho» - sequer de compreender as razões que o levaram a desertar, a duas semanas de se iniciar uma nova época desportiva. 
e o porquê de nunca ter entendido a sua comparência nas galas dos dragões de ouro - ele que, para mim, é mais "latão" (pois que é preciso um enorme bidão, uma descomunal cisterna, para se aproveitar desta forma reles, do meu clube do coração)...

depois, consta que o dia de hoje foi pródigo em nova guerra de comunicados. tudo porque o FC Porto (finalmente!!!) resolveu quebrar o voto de silêncio casto a que se tinha remetido.
primeiro, com o comunicado da Administração a dar conta das atitudes legais que já está a providenciar, pela aberrante coacção a que o spórtém sujeitou a arbitragem lusa (pelo menos) durante uma semana. afinal, não fui a única luminária a considerá-lo e ainda bem, pois que não sou ninguém na estrutura do meu clube de sempre, apesar de não pensar com os cotovelos...
posteriormente e a propósito de uma notícia que o pasquim dirigido pelo sr. serpa resolveu empolar - sobre a «cedência» de um camarote, no "estádio" dos calimeros, que terá causado «estranheza» junto do burro do Carvalho e da sua comandita -, surgiu o comunicado de boas maneiras para os viscondes falidos do "reino distante de Alvaláxia.

em «ambos os dois» saúdo a questão de se ouvir, enfim e por fim!, a nível oficial, i.e., do «forno interno do clube», o contraditório do Clube sobre um clima de autêntica guerrilha em que os seus bom-nome, reputação e prestígio, estiveram envolvidos. e que ainda estão!
parece que o burro do Carvalho não gostou de ouvir essas verdades e já respondeu, em moldes que só podem envergonhar, não só o "senhor" em causa, como quem defende os termos em que alegou a sua defesa. 
«O Einstein [mas, andou com ele na escola?!] era um homem extremamente inteligente. Tenho pena que não tenha conhecido Pinto da Costa e a comitiva que o acompanhava, porque em vez de falar de Universo e de estupidez, falaria de uma frase célebre de um treinador português: "um vintém é um vintém e um labrego é um labrego"», é uma das "pérolas" que este autêntico porco de língua brindou a plateia de "pés-de-microfone", para seu gáudio e que certamente, amanhã, bem pela fresquinha, encherá as primeiras páginas de «ambos os três» pasquins desportivos diários lusos. e que só vem corroborar a assertividade do teor do segundo comunicado do nosso clube do coração, no qual não chegámos a ser tão rascas... assim se cumpre o preceito de nunca se discutir com um ignorante, pois que ele (re)baixa-nos ao seu nível e, depois, vence-nos por experiência...

e não seria tão mais "fácil", acessível, eficaz e rápido, se houvesse uma política de contraditório destas alarvidades no Porto Canal? a sério que não compreendo e tenho mesmo muitas dificuldades em aceitar a actual política de comunicação do meu clube de Sempre. com tantos meios ao seu dispor e predispõem-se a utilizar única e exclusivamente comunicados a la "labaredas"
bem sei que estes últimos são úteis e muito menos fúteis, mas não deveriam ser um exclusivo, sobretudo quando há um "papagaio", com um tempo de antena superior a qualquer outro órgão (inclusive de Soberania) em Portugal Continental - pois que, na pérola do Atlântico, não consegue igualar, muito menos superar, o que é concedido ao sr. Alberto João -, que se diverte a insultar o nosso Clube e o nosso querido líder, e a afirmar verdadeiras mentiras...


para finalizar e da edição impressa de hoje, Quarta-feira, 19 de Março, dia do pai, do pasquim da Travessa da Queimada, e caso haja interesse da tua parte, não posso deixar de recomendar, para lá da tua leitura atenta do artigo de opinião de eduardo "cutty sark" bOrroso com o sensacional título "absolutamente fantástico", a continuação da estorieta do camarote no "estádio" dos calimeros até rebentas o balão!») e, num tom mais cómico e informal (apesar de ter sido publicado num jorn... num pasquim com alguma tiragem nacional), a "peça cómico-jornalística" de nuno reis. verás que valerá (bem) a pena. ou então, não.

na segunda parte desta (já longa) "posta de pescada e para memória futura, seguem os textos integrais e sem adulterações no Português, dos comunicados acima referidos.
tudo para desvendar logo a seguir ao «gosto» do "faceboKas, em «'no pare, sigue, sigue'»...


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)


sábado, 1 de fevereiro de 2014

da reprodução de um texto...




.... ao qual é impossível ficar impávido, sereno e indiferente:

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O problema do "PortoCanal" será o Porto?


Espero, um dia, vir a mudar de opinião se a interrogação em título não chegar a confirmar-se, mas receio que o Porto e o Norte poucas vantagens cheguem a retirar por disporem de um canal de televisão. Quando digo vantagens, refiro-me naturalmente para a população e não tanto para ao lado económico e financeiro da empresa, ainda que esse seja também um aspecto importante. 

Apesar de bastante decepcionado com o rumo difuso e algo paradoxal que o "Porto Canal" parece estar a seguir, não cometerei a injustiça de afirmar que tudo o que até agora foi feito é mau. O que digo e repito, é que sou contra a política do engodo de entreter os espectadores com doses maciças de repetições de programas de entretenimento de gosto duvidoso sem haver o cuidado de os informar. 

Já tive oportunidade de elogiar alguns programas de qualidade, seja no âmbito generalista, seja na área do desporto/clube, embora sem nada de verdadeiramente original, diga-se.
Joel Cleto e o seu "Caminhos da História
", culturalmente falando é o meu preferido. Seguem-se o painel de debate político "Pólo Norte" e, a um nível inferior mas bem humorado, o "Pena Capital"

No que concerne ao FC Porto, há coisas interessantes, mas é flagrante a falta de um programa de debate sobre assuntos relacionados com o futebol, entre os quais um que denuncie as intermináveis deturpações e arbitrariedades veiculadas pelas 3 estações centralistas e os seus múltiplos canais derivados.
Não me interpretem mal: não quero, nem nada que se pareça, uma réplica do lixo que se faz em Lisboa. Nem por sombras! O que gostaria  mesmo é que "Porto Canal" realizasse um programa que demonstrasse ao País que o que se faz em Lisboa, nessa matéria, é isso mesmo: lixo e fanatismo.

Pelos vistos, não é essa a "estratégia" da Direcção d"Porto Canal"; é outra, bem mais 'soft', que passa por ignorar, por permitir a proliferação do "veneno" difundido pela Comunicação Social centralista e por deixar que ele se instale na opinião pública sem qualquer tipo de desmentido - talvez na vã esperança que o Portugal profundo compreenda o sentido de tamanha permissividade. 
Pura ilusão. Por mais que a Direcção d"Porto Canal" (e do FC Porto) procure(m) ignorar as ofensivas centralistas, não se livram de deixar no ar - e na cabeça de muita gente - a ideia de que "se cala é porque consente", com a agravante de manter acesa a convicção que o Processo Apito Dourado até valeu a pena e que Pinto da Costa terá sido "mal" absolvido...
Infelizmente os portugueses ainda não atingiram um patamar de maturidade cívica suficientemente alto para não se deixarem influenciar pelo mau jornalismo. Se assim não fosse, o nosso País não seria seguramente um dos mais atrasados da Europa, nem teria desperdiçado o 25 de Abril com governantes sem escrúpulos nem competência...
Mas o paradoxo desta "estratégia" vai mais mais além: "Porto Canal" parece apostado em defender o Norte "imitando Cristo" [i.e. e metaforicamente falando], dando a outra face ao estalo depois de andar a ser esbofeteado todos estes anos de centralismo feroz. [Por exemplo, o "Porto Canal"] Continua a chamar a si, a escancarar as portas, a gente da Capital que se fartou de denegrir a imagem do FC Porto, do seu Presidente e da própria cidade - João Malheiro, António Sala, a "feiticeira" Maya, Carlos Barbosa e todo um rol imenso de gente insignificante que o Norte está cansado de conhecer por força da imposição monopolista do centralismo.

Já me perguntei o que terá levado a Direcção d"Porto Canal" a pensar que estas pessoas fazem falta ao Norte, ou o que delas esperará para ajudar os nortenhos a livrarem-se da chaga neocolonialista lisboeta, a sua terra... 
Pensar que essa gente é alheia ao fenómeno centralista é passar um atestado de imbecilidade aos nortenhos e a si próprios. Aliás, pergunto: que pensará Pinto da Costa sobre este assunto? Será que ele sabe o rumo que o canal está a levar? Será que ele vê mesmo "Porto Canal" e é cúmplice desta aberrante estratégia?
Se vê e gosta, então já não sei o que pensar e que explicação encontrar para tamanho fenómeno. A não ser que, de repente, um forte surto de sado-masoquismo tenha assolado a nossa região, e se calhar até eu fui contaminado e ainda não dei por isso...

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autor: Rui Valente
fonte: Renovar o Porto (2014-01-31) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

'vox populi' | tem lugar a voz de quem comanda [o epílogo]




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Fizemos um bom jogo, com grande intensidade na primeira parte, com várias ocasiões para marcar, pelo que a vantagem foi natural. Na segunda parte gerimo-la de forma inteligente e criámos algumas situações, nunca consentido ao Vitória uma hipótese para chegar à nossa baliza.

A equipa vinha em crescendo e quis mostrar isso mesmo hoje. Foi conseguido.

Nos últimos cinco jogos, em casa, marcámos dezanove golos e não sofremos nenhum. É um registo notável, só possível com um grande poder ofensivo. Aliado a isso, somos a equipa mais rematadora da prova. 

Ganhámos de forma determinada, controlámos completamente. Jogámos mais próximos da baliza adversária.

Trabalhamos para sermos a melhor equipa do campeonato. Sempre disse que ia ser uma luta a três e está a provar-se. É muito importante não perder pontos nesta altura.

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autor: Paulo Fonseca
fonte: menosfutebol (2014-01-19) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

vou repisar o que escrevi a 19 de Novembro de 2013, sem "reciclar" qualquer vírgula e/ou ponto final, de tão actuais que as palavras abaixo se encontram.
so acrescento que, face ao cenário que novamente se repete, esta será uma época atípica: no sentido em que o sofrimento estará presente de forma bem mais acentuada do que o "arrefecimento" que já se (pres)sente nas (entretanto) gélidas bancadas do Dragão.

mais uma vez, confesso a minha ignorância perante a sapiência técnico-táctica que só "preocupações Fonseca" descortina, pois, do banco de suplentes, com certeza que tem um ângulo privilegiado de visão que lhe possibilita observar um jogo completamente diferente, não só de mim, mas dos demais adeptos portistas - inclusive dos que se deslocam ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, inclusive em dias de autêntico dilúvio (e de que os testemunhos recolhidos na primeira parte desta "posta de pescada são só um exemplo do pulsar portista actual).

tenho muita pena que não haja ninguém na estrutura portista que "dê voz" ao que a massa adepta (que não pertence às claques) sente. e não seria preciso muito, nem requeria um esforço (financeiro, de meios humanos, de recursos físicos)  por aí além. bastaria, por exemplo, que houvesse um programa semanal no Porto (torto?) Canal que desse visibilidade aos adeptos e à sua visão crítica...


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"e qual é o fito de toda esta prosápia?", estarás certamente a pensar (ou então, não).
simples, afirmo eu: de que nos adianta estarmos a rasgar cartões de sócio, enviar lenços brancos virtuais e outros quejandos, dentro desse espírito derrotista e contra-natura ao "pulsar" actual do nosso clube do coração? nada! não vai adiantar nada! só nos iremos consumir ainda mais. para além de que, é do conhecimento público, a actual direcção do nosso clube não o gere de fora para dentro, pelo que é imune (pelo que insensível, para alguns, mas não para mim) às críticas dos adeptos. é ela - a direcção - que estabelece o ponto de ruptura.
«partantos», a «modos que»tal como o fiz com Vítor Pereira no comando do leme da nau portista, e por muito chateado e aborrecido e contrariado e irritado e zangado e entediado e agastado e enfadado e em suma: lixado com um F bem maiúsculo, com o futebol praticado pela nossa equipa do coração, neste espaço de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões que persistem em gravitar onde não são minimamente desejados, e actualmente de alguns calimeros armados ao cagalhõ... aos cágados, armados aos cágados...), só poderás contar com apoio a Paulo Fonseca.

reafirmo o que escrevi em Março de 2012 e que se mantém muito actual, mas com protagonistas diferentes:

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para finalizar:


"ser Porto" também é sabermos estar nas derrotas, felicitarmos o adversário e aguardarmos pacientemente (com alguma impaciência) pelo próximo desafio, com a esperança de o superar.

"ser Porto" é termos um estado de alma capaz de suplantar emoções, de mantermos a nossa cabeça bem erguida, de apresentarmos o nosso melhor sorriso às provocações - que já se (pres)sentem - e de prosseguirmos com o espírito crente (e ciente) de que, no final, venceremos!

"ser Porto" é, nesta altura de aperto e por muitas divergências que tenhamos para com quem lidera o nosso clube do coração, sermos capazes de o apoiar incondicionalmente, remando (com todos) para um mesmo lado, numa mesma direcção e com um fito comum: a conquista do campeonato nacional!

assim e até ao final do presente campeonato, não haverá, da parte deste que vos escreve, mais críticas ao desempenho de quem honra as cores do meu clube do coração - dos jogadores, ao treinador, passando pelo corpo dirigente.
temos que ficar unidos, por forma a atingirmos o objectivo atrás identificado.

o clube necessita do meu apoio e eu estou na disposição de o dar, contribuindo da melhor forma que sei e posso - sendo este espaço de discussão pública uma delas e a mais visível.

(também) conto contigo nesta missão conjunta! ;)

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«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)





sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

portanto: tudo está bem quando acaba... mal?! [actualizado com material do pasquim da Travessa da Queimada]



© google


caríssima(o),

provavelmente irei replicar muito do que entretanto já foi escrito, por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera, inclusive pelas suas caixas de comentários, a propósito da mais recente entrevista do nosso querido líder aos microfones do Porto Canal. é um risco consciente que corro, pois que, tal como ontem, no encontro para "ex-taça da bjeKa, só a pude ver em diferido
no entanto, tenho a certeza absoluta que o que a seguir lerás será em primeiríssima mão, pois que se trata da minha opinião sobre a dita e só agora é que a partilho contigo.

antes de tudo e para os mais incautos, convém recordar três premissas muito importantes:

i)

o Presidente é tão portista quanto nós, adeptos indefectíveis do Clube;

ii)

desde que chegou à presidência do Clube, a sua gestão é feita "de dentro para fora" [obrigado! Hélder, pelo pertinente reparo] e nunca o contrário desta, preservando a reserva e o recato de todos os assuntos internos que lhe dizem respeito;

iii)

os interesses do grupo de trabalho estão sempre acima das expectativas que os adeptos possam criar.


tendo-as sempre presentes, partilharei contigo o que achei da dita entrevista.
começo pelos seus aspectos positivos.
antes de tudo, folguei saber que aparenta estar bem de saúde. depois da intervenção a que foi sujeito e do melindre que causou na nossa massa adepta, esta é, de facto, uma boa notícia.
depois, gostei do "recado" que mandou para dentro do clube, com a distinção entre «sócio» e «adepto». e da defesa intransigente do grupo de trabalho ao dispor de Paulo Fonseca e do profissionalismo deste. e de perceber que priori Fernando não sairá já no final deste mês. e de ter dado uma má notícia para quem desejava a cabeça de Paulo Fonseca e se esquece da premissa iii). e da "descasca" ao actual Presidente da Liga Portuguesa de Futebol (muito pouco) Profissional. e do sucesso do Museu do clube - que farei questão de visitar na companhia do meu filho e da minha esposa, num momento que espero que seja único e inesquecível (pelo que ainda terei um ano para (des)esperar... valha-me que já começa a literalmente gritar "Pooo'tooo", por sua iniciativa, sem muita influência minha e apesar de ainda não saber o seu significado)
e penso que é só. acho que não me esqueço de mais nada.

já dos aspectos negativos, aí tenho algo mais a contar pois que, no cômputo geral, a entrevista não me agradou, sequer por aí além...
acima de tudo e apesar de perceber a sua (que é a nossa) indignação com algumas arbitragens, justificar a perda de pontos no campeonato com algumas prestações más de alguns árbitros nacionais é querer "tapar o Sol com uma peneira". salta à vista de todos que o nosso clube do coração tem feito uma má época também (e sobretudo) devido ao péssimo futebol que a equipa principal vem praticando. 
assim, justificar o actual o atraso de três pontos para o primeiro classificado com este argumento, ficou-lhe mal - tal como só relembrar as bolas nos ferros para demonstrar a «falta de sorte» na eliminação da Champions. neste aspecto, convinha que o entrevistador "os" tivesse no sítio para fazer as perguntas que, no meu entendimento, se impunham. mas já lá vamos...
portanto, considero que estas desculpas foram "um tiro no pé", e que os "delgados" que tão bem criticou não perderão a oportunidade de lhe cair em cima por as ter proferido...
também não gostei dos ataques que desferiu a António Oliveira e a Fernando Gomes - potenciais nomes para lhe sucederem na presidência do Clube. o primeiro - e por muito que se lhe possam apontar dúvidas acerca do seu portismo -, limitou-se a expressar o que muitos de nós afirmamos (quase) diariamente nos cafés e/ou escrevemos em blogues. tudo bem que o grupo «não atirou com a toalha ao chão»; mas foi um péssimo FC Porto que se apresentou no ex-estádio da Lucy. mais uma vez, o entrevistador com uma oportunidade para, por exemplo, perceber o porquê da ida ao balneário se o grupo «não atirou a toalha», e limitou-se a acenar como a cabeça, como os burrinhos... a Fernando Gomes e por muito que corrobore algumas das críticas apontadas (a da ida ao Gabão, por exemplo), não considero que tivesse tido a lisonja que aquele, no meu entendimento, merece. fiquei com a nítida sensação de que há remoques e/ou feridas abertas por sarar, com a utilização da Olivedesportos para servir de argumento a justificar este meu pressentimento.
por último, também não gostei (e mesmo nada!) da dispersão por outros temas que não incidiam com o quotidiano azul-e-branco. com tanto por perguntar (e já lá vamos, prometo!), a última coisa que queria saber era da opinião sobre a justiça da entrega da bola de ouro ao "CRtriste... ou do que pensa Platini sobre este assunto...


para finalizar, conforme o prometido e para lá dois dois exemplos já referidos, eis o que eu gostaria de ter ouvido na entrevista e não tive essa oportunidade.
acima de tudo gostava muito que o Tiago Girão não tivesse demonstrado "tanto respeito" pelo seu patrão e tivesse feito uma entrevista a condizer com o que se pretendia ouvir do nosso líder máximo, num momento tão conturbado, que já envolveu, por exemplo, (pelo menos) três idas ao balneário e uma reunião entre o treinador, elementos da Direcção, capitães da equipa e líderes da claque SuperDragões. esta era uma boa deixa para tentar saber se a tal «confiança cega» existe mesmo no balneário e/ou se este respira mesmo "saúde". ou para perceber o porquê de se ter criado esse precedente. e de se o grupo de trabalho sabia do resultado que aconteceu na Rússia, antes de entrar em campo para defrontar a equipa austríaca e não deixar tudo (de)pendente para o jogo de Madrid - que foi o único que foi abordado, mas pela questão que nenhum portista concorda e que é a da Sorte e/ou Azar.
mais do que eventuais nomes de hipotéticas saídas, gostava de saber o que o nosso grande presidente acha do tal «ciclo de três anos» que a SAD preconiza para os atletas do clube e se tal não é mesmo um risco que se tem que ter em conta - pois que se interliga na questão das expectativas que os atletas criam, vendo o clube como «trampolim». olha, assim de repente surgiu outro tema que não foi abordado convenientemente: a hipótese de uma eventual perda da «mística do clube» no balneário. esta questão também entronca na "saúde financeira" do clube e da SAD - uma temática que nem sequer foi aflorada e com tanto para perguntar...
também gostava de saber o que o clube pretende fazer para (i) expandir a marca "FC Porto" além-fronteiras (por exemplo: a digressão às américas foi um acto isolado ou será uma experiência para repetir?) e (ii) como pensa incrementar as receitas do merchandising do Clube.
também gostava de ter ouvido uma palavra que fosse para as modalidades (ditas) "amadoras" do Clube; acho que fica para a próxima. e de saber algo mais sobre a eficácia política de comunicação dClube, não só para com os seus associados, mas também para o exterior - por exemplo, porque é que não há um programa de debate do seu quotidiano e/ou de defesa dos seus interesses no canal que é gerido pelo Clube?
penso que já é suficiente, certo?


para concluir e por muito cáustico que tenha sido nas linhas atrás redigidas, há algo que eu sei que não farei: ser injusto e ingrato para quem tanto e tantas alegrias me/nos deu, desde que me conheço para o meu/nosso clube do coração. 
tenho a perfeita noção e a consciência tranquila, de que o que escrevi foi em prol do Clube - que não é perfeito, assim como o seu Presidenteagora, também sei que não serei capaz de escrever algo como o que é reproduzido na imagem abaixo e cujos teor e contexto podem ser lidos na íntegra aqui:


(clicar na imagem para ampliar)



actualização às 13h28m:

eis o que (também) de "melhor" se publicou na edição impressa de hoje, do pasquim da Travessa da Queimada, com o especial destaque para a mais recente crónica de Pedro Marques Lopes ("adiar o inadiável"), na sua (agora) habitual coluna de opinião BRASÃO ABENÇOADO, e com a qual estou inteiramente de acordo e considero ser difícil discordar, pela sua objectividade.

vais ter muita sorte, ó "guardanapo de papel"...


"disse!"