sexta-feira, 7 de novembro de 2014

de dois abençoados textos... [actualizado e 'brasão abençoado' incluído]


© google


«


[...]


Pode ir para um camarote...

Sou anti-camarote! Tenho convites, mas recuso tudo. É a única forma de manter a independência e a idoneidade, e as pessoas poderem acreditar no que eu digo. Acho que isso é vital para quem dá opinião e para quem é jornalista profissional. Há muita gente que passa da área da Comunicação Social para os clubes... Eu respeito!


Nunca o convidaram?

Eu não sei o dia de Amanhã, mas a minha postura não é preparar o caminho para chegar a qualquer coisa, que é o que acontece muito regularmente. 
Eu gostava de morrer jornalista. São quase 40 anos, passei por muita coisa... Acompanhei a "geração de ouro", poderia ter-me tornado empresário, poderia ter-me tornado um homem excepcionalmente rico, se tivesse apetência para o negócio. Mas a única coisa que sempre quis foi ser um jornalista idóneo. 


O que lhe pergunto é: já surgiram convites?

Se não tivesse optado pela crítica independente, de uma forma tão abnegada, hoje poderia ter um lugar de destaque no dirigismo desportivo. Levar tão a sério o meu exercício de independência e equidistância - porque é assim que entendo o jornalismo de opinião -, coloca-me apenas na posição de observador. E ainda bem... 
O Futebol tem um lado luminoso que me fascina; mas tem um lado sujo que me enoja... 
Directamente, convites formais, não. Conversas, houve.


Acredito que de todos os clubes menos do FC Porto.

O FC Porto, bom... eu gosto mesmo muito da cidade do Porto. Tive uma fase em que ia muito ao Porto e tinha muita gente que me recebia muito bem. 
Em relação ao FC Porto, a mesma coisa. Quando me começo a perceber, nas décadas de '80 e de '90, que a verdade desportiva estava a ser atraiçoada com um conjunto de arbitragens muito facciosas, comecei a escrever. E comecei a ser perseguido! Ponto!


Mas o final da década de 1990 também não foi um período brilhante para o Benfica, e não há essa animosidade.

Perceba que eu não tenho nada contra o Porto nem contra o FC Porto. Eu jogava muito à bola e adorava! Aliás, a única vez que vesti a camisola de um clube foi uma do FC Porto!


Em que contexto?

Deveria ter uns 20 e poucos anos... Fomos jogar e alguém deu-me uma camisola do FC Porto e eu equipei "à FC Porto"! É claro que, quando se tem o guarda Abel à espera, quando se passa por situações difíceis de pressão, de coação... ninguém gosta! 
Podem perguntar-me: "mas isso só aconteceu no FC Porto?" Eu responde que "não!". Também passei maus momentos em Alvalade. Nas assembleias-gerais, no tempo do João Rocha, que foi uma pessoa de quem construí uma imagem muito positiva, pelo que fez pelo 'spórtém' e pelo futebol em geral... mas fui bastante acossado. 
Hoje relativizo isso tudo... Isso não faz que eu tenha qualquer má vontade para com o FC Porto, mas é uma coisa que tem que ver com uma realidade, num determinado momento, em que percebi que, independentemente dos méritos, havia coisas que aconteciam ao nível da arbitragem que não faziam sentido.


O problema do FC Porto é Pinto da Costa?

Pinto da Costa foi muito importante para a afirmação do clube. Essa afirmação teve muito que ver com o combate aos clubes de Lisboa. Acho, sem o conhecer muito bem, que ele é uma pessoa muito agradável para os seus amigos e para os seus correligionários. Aquelas pessoas que... 


Agora há o "caso" do Rui Moreira... 

Portista, que ele apoiou de alguma maneira... Mas foi mais contra o Rui Rio do que propriamente a favor. E porque não é um "yes man!", não faz exactamente tudo aquilo que o presidente Pinto da Costa gostaria que ele fizesse, já se incompatibilizou com ele! 
É isto que eu não consigo entender: as instituições têm muita força, podem encher-nos de orgulho, podem ocupar-nos horas da nossa vida, mas era o que faltava que mandassem em nós!
Acho que Pinto da Costa, tal como muitos homens que marcam, têm um problema: por vezes acham que se devem eternizar nos cargos. 
Pinto da Costa está numa fase de negação relativamente a uma evidência: já passou o tempo dele.


[...]


»



caríssima(o),

obviamente que o excerto da entrevista de Raquel Costa, do Jornal de Notícias, à «ratazana» do rui "prantos" (aqui) não se contempla nos dois textos que, no título desta curtíssima "posta de pescada"®, adjectivo de "abençoados".
aqueles mais não são do que a última NORTADA, do "nosso" enfant terrible, Miguel Sousa Tavares, sob o título "o que fica da nona jornada" (aqui) e, claro está, o mais recente BRASÃO ABENÇOADO, de Pedro Marques Lopes, "o caminho faz-se caminhando" (aqui).


sobre aquela entrevista e que tive conhecimento da dita graças ao caríssimo Zé Luís, no extremamente azul independente "portistas de bancada", mas que escolheu outro excerto da mesma.
eu optei pelo excerto em causa "graças" àquela referência (certamente que muito) "singela" em que a «ratazana» afirma que tece considerandos sobre uma pessoa mesmo «sem o conhecer muito bem».
pois eu e «sem o conhecer muito bem» - ao rui "prantos", entenda-se! - acho que ele é um autêntico filho da p*t@ e, até opinião em contrário.
eu sei que haverá quem o considere um parvalhão da merd@ e/ou um pavão do car@**o e/ou um emproado armado ao cag@lhão... são opiniões que eu respeito. mesmo assim mantenho que ele é um autêntico filho da p*t@. e mesmo «sem o conhecer muito bem»...


post scriptum pertinente:


© Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)


«


[...] és muito rápido a acusar os outros, mas escreveres sobre os da tua laia... está queto [sic]!!! abre mas é a pestana, pá! vocês são todos farinha do mesmo saco!!! e já sei que não vais ter tomates para publicar este comentário, mas vais ter que lê-lo!!! 

»


adoro estas posições de força:
"ah! e tal! esta é a minha opinião... é contrária à tua.... toma lá meia dúzia de insultos... e agora tem «tomates» para publicar o que acabaste de ler".
dou-lhes tanta relevância como a um golo do spórtém depois de 31 passes feitos... e ainda há quem questione a posse de bola e a objectividade do jogo que Lopetegui quer implementar no nosso FC Porto...
mesmo assim, vou responder ao palonço.

páhzinho, as leituras do lixo tóxico do grupo cofina estão a influenciar decididamente os teus "tico e teco", os quais, diga-se em abono da Verdade, já não regulavam lá muito bem.
então tu tens a p*t@ da latosa de quereres comparar o que se passou em Bilbau com o que ocorreu em Salamanca?!
como já deu para depreender que a Inteligência passou por ti enquanto ressonavas e nem te disse "adeus!", eu explico-te resumidamente a dissonância que se verifica entre os dois episódios.
no primeiro, o lixo tóxico do grupo cofina (in)tentou fazer passar a ideia de que a claque portista tinha despoletado incidentes em pleno centro de Bilbau, a caminho de San Mamés. o que se verificou é que foi precisamente um grupo de ultras radicais, afectos ao Athletic, que provocou a comitiva portista...
já em Salamanca, o que aconteceu foi em tudo idêntico ao que «alegadamente» terá acontecido em Braga, em 26 de Outubro último (bastante recente, portanto), mas que ninguém duvida da cor (e da «gloriosa» proveniência) de quem esteve na origem dos distúrbios.
«ambos os dois» sabemos que energúmenos existem em todo o lado, até nas caixas de comentários de blogues afectos ao quotidiano azul-e-branco, quando aqueles não são adeptos desta cor...


por último, num registo completamente diferente e como escrevi no "bibó FC Porto, car@go!":

«

como se pode consultar aqui [para a visita à Amoreira] saiu-nos "na rifa" Artur Soares Dias...
e que haverá muita "paixão" na Madeira...

portanto, [há a necessidade de comedimento, para as jornadas que se seguem e] às cautelas e aos caldos de galinha que teremos que ter. e aos "caldinhos" que por aí virão...

»



"disse!"



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

da fénix azul-e-branca renascida...


© fotos da curva
(clicar na imagem para ampliar)


caríssima(o),

antes de tudo, as minhas desculpas por só agora me "apresentar ao serviço" desta causa que, para mim, é muito nobre: discutir saudável e civilizadamente contigo o quotidiano azul-e-branco do nosso Amor comum.
motivos de índole profissional retiveram-me até este momento, "impedindo-me" de, com uma imensa alegria e uma enorme felicidade, exteriorizar todo o meu sentimento (sobretudo) de gratidão pelo Futebol Clube do Porto. inclusive, foram tão mauzinhos comigo que fizeram com que não pudesse acompanhar o autêntico "festival de ópera" que aconteceu em San Mamés (Bilbau, País Vasco), na noite de ontem...
adiante.

depois e ao contrário da anterior, esta será uma "posta de pescada"® um tanto ou quanto longa (por que extensa), vulgo "testamento". no fundo, será um regresso (momentâneo) à imagem de marca deste espaço de discussão pública.
fica, desde já, dado o aviso, a fim de te poderes governar (e bem a tempo) de uma geladinha e de um pratinho de tremoços (ou de um pratinho de couratos, dependendo da zona do território nacional)...


a seguir e como não me canso de repetir, e sem desprimor para os demais, fica (muito) difícil de manifestar uma opinião após o caríssimo dragão Vila Pouca o ter feito - no sentido em que este, com toda a sua experiência (de vida, de portismo, de bluegosfera), consegue expressar todo o "pulsar" de um portista indefectível e dos quatro costados; a sua mais recente prosa, "o FC Porto segue o seu caminho, com a massa na algibeira", é disso exemplo.
e, é muito bom afirmá-lo e igualmente de inteira justiça, também após o caríssimo Jorge Vassalo, administrador do extremamente dragão "FC Porto universal", com um assombroso "vocês ainda não perceberam, pois não?".
mesmo assim e para além de (in)tentar libertar o meu Espírito, irei fazer um esforço para não repetir as ideias que eles já brilhantemente explanaram, as quais subscrevo, na íntegra e que servem de complemento ao que por aí virá. 


como afirmei ali atrás, por motivos de índole profissional, não pude ver a partida ante o Athletic de Bilbao. portanto, tudo o que (não) sei sobre a dita, foi obtido graças ao resumo alargado do jogo, ao que entretanto pude ler nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"® e ao que a pasquinada lusa resolveu publicar.
nas próximas linhas deter-me-ei sobre este último item: o vergonhoso mundo do jornalixo português, mormente da tríplice pasquinagem desportiva.


© Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)



obviamente que o destaque maior vai para o verdadeiro nojo "jornalístico" que a imagem acima reproduz (à sua esquerda, bem entendido), e cuja leitura do escrito do meu "amiguinho" rogério azevedo (aqui), publicado na edição impressa do pasquim editado pelo "belenense" do sr serpa de hoje, teria evitado que o lixo tóxico do grupo cofina revelasse à saciedade, toda a sua incompetência e burrice puras.
sobre "isto", quatro notas:

1)

o lixo tóxico do grupo cofina já pediu desculpa «aos leitores». e, pelo que se depreende daquele pretenso pedido de desculpas, em exclusivo a estes últimos, porquanto se "esqueceu" de o estender às instituições desportivas visadas na sua incúria, nomeadamente o Futebol Clube do Porto (e sem referir o seu corpo dirigente, os seus associados e demais simpatizantes).
ficava (muito) bem fazê-lo; mas tal era pressupor que entretanto tinham caído a Trindade, os Clérigos, a Sé, a Misericórdia, os Grilos e demais igrejas na baixa portuense...

2)

daquele pretenso pedido de desculpas, há (mais) uma incorrecção:
no sentido de sonegar o feito portista, em 2006, relegando-o para segundo plano, a primeira referência alude a uma vitória da agremiação de Carnide, em 2010.
acontece que aquela ocorreu para a Liga Europa; já a do FC Porto aconteceu para a Champions - a prova em que (ainda) está envolvida a agremiação do Lumiar...
é demais tanta "vontade" e tanta asneira juntas...

3)

aquele pretenso pedido de desculpas ainda só ocorreu no mundo virtual da Internet e só após o FC Porto ter reagido nas redes virtuais onde possui conta activa.
o erro do lixo tóxico do grupo cofina foi publicado (também) em papel jornal e digno de chamada e destaque à primeira página.
estou bastante curioso para saber se aquele mesmo pedido de desculpas também merecerá o devido destaque na edição de amanhã. ou depois. ou durante este ano civil de 2014... o que é certo é que irei esperar (bem) sentadinho, para não me cansar muito...

4)

os incómodos e demais argumentações, que alguns de vós me manifestam por ler, com regularidade, o pasquim editado pelo "belenense" do sr serpa são exactamente os mesmos perante a minha incredulidade por haver portistas que lêem as autênticas merd@s editadas pelo grupo cofina...
como já o afirmei, tivesse eu o p(h)oder para tal, pura e simplesmente vedava o acesso total às instalações do Clube a trabalhadores afectos a órgãos de Comunicação Social que muito nos "amam"; mas daquelas "paixões assolapadas", não um qualquer "fogacho de Verão", bem entendido...



© fotos da curva
(clicar na imagem para ampliar)


entretanto, correm gloriosamente», claro!) notícias de confrontos entre adeptos mais radicais do Athletic e de alguns elementos afectos à claque do FC Porto que se deslocaram a San Mamés.
como não poderia deixar de ser, o lixo tóxico do grupo cofina, na vanguarda da informação rigorosa sobre tudo o que se cinja ao quotidiano azul-e-branco, e com o rigor jornalístico que lhe é tão característico e sobejamente (re)conhecido, tratou de replicar o que alguns me(r)dia bascos difundiram e conforme pode ser lido aqui.
acontece que o que se passou não teve origem nos adeptos portistas e como aquele lixo tóxico quer fazer passar a mensagem; antes aqueles foram sendo alvo de provocações e agressões, por parte de um grupo de energúmenos mais radicais do Athletic, desde o local de concentração até às imediações do estádio.
eis o que se publicou nos outros dois pasquins cá do burgo sobre o sucedido:

© pasquim editado pelo 'Quim Oliveirinha
(clicar na imagem para ampliar)


© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)



© google



na edição desta Quinta-feira, André Viana (aqui) escreveu:

«explicar o jogo [de San Mamés] por aquilo que os espanhóis deixaram de fazer é ver o filme ao contrário»


desconheço, como reflexivamente já se arvorou, se o fez com camisola oficial do Clube vestida, cachecol ao pescoço e cartão de associado à lapela. isso, para mim, não interessa nada, no sentido em que o que ali se reproduz é verdade e em relação ao que aconteceu na partida de ontem.
e, se houver dúvidas, estas dissipam-se após a leitura de dois escritos do sr. carlos-com-apelido-de-substantivo-colectivo-para-o-que-ele-é; a saber:

i)

o primeiro, datado de ontem, (aqui) e no qual afirma despudoradamente que, para o FC Porto, o «grupo da 'Champions' não é especialmente forte»;

ii)

o segundo, em crónica à partida de ontem, (aqui), contém a "pérola" de que «o percurso [do FC Porto, na 'Champions'] ficou facilitado com a estrondosa goleada ao BATE Borisov».


como refere o caríssimo dragão Vila Pouca:

«já os topámos, já os conhecemos de gingeira; sabemos muito bem o que é a inveja dos medíocres, dos que não se cansam de proclamar a teoria dos "mais, maiores, melhores, grandes" e só pensam pequeno»


da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada desta Quinta-feira, não posso deixar de recomendar o pedacito de humor que é o mais recente artigo de opinião dO leonor pinhão (aqui), sob o título "talisca só está a 69 (!!) golos do CRtriste", e no qual elabora uma verdadeira "teoria da constipação"® para justificar o injustificável (por que inqualificável) absurdo arbitral que aconteceu no antro esvoaçante de Carnide, na passada Sexta-feira...


para finalizar, no decurso do que tão bem escreveu André Viana, e para quem tiver interesse, na segunda parte desta enooooormeeeee "posta de pescada"®, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do "faceboKas"®, seguem-se sete perspectivas espanholas a propósito do que aconteceu no encontro de ontem.
em todas elas há um denominador comum: para mágoa de muita «gloriosa» gentinha e gentalha, o FC Porto foi mais forte e um justo vencedor.


"disse!"


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

um pensamento (curtinho)...


© google


«


Talvez tenha ido longe de mais... Mas imagino-me nas bancadas a ver o [nome do clube] e quero jogar, quero ajudar.
Se não sou jogador, não posso jogar; se não sou treinador, não posso tomar decisões. Se sou apenas um adepto, o que posso fazer para ajudar?  
É esse o meu ponto de vista...

»



"disse!"