quinta-feira, 21 de novembro de 2013

tudo "bons chefes de família", claro está!


© jornal de negócios
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Estado assume dívida de 'o Orelhas'.
Dívida de 17 milhões de euros passou para a Parvalorem. Falta ainda apurar se resultou de esquema fraudulento, avança o "Diário de Notícias".

O presidente do 5lb e um sócio [Almerindo de Sousa Duarte] estão há quatro anos a ser investigados acerca do seu alegado envolvimento num esquema fraudulento que prejudicou o BPN. Mas os prejuízos da operação, avaliados em 17 milhões de euros [M€], já foram transferidos para o Estado, que arcará com eles.

Segundo a edição impressa desta Quinta-feira do Diário de Notícias, o Estado, através da Parvalorem (empresa que gere os créditos do BPN), herdou uma dívida de 17 M€ dos empresários ao banco. Esta dívida poderá ter sido gerada por uma burla orquestrada pelo 'dumbo de Carnide' e o seu sócio Almerindo de Sousa Duarte, uma situação que ainda está sob investigação e da qual o "DN" dá alguns pormenores: o crédito estava colocado no BPN IFI em Cabo Verde mas, segundo relata o jornal, o BIC, liderado por Mira Amaral, recusou-se a herdá-lo, pelo que o encargo ficará à responsabilidade da Parvalorem.

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fonte: um coiso do grupo cofina (2013-11-21)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

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Dívida de 17 milhões de 'o Orelhas' ao BPN assumida pelo Estado

A empresa do presidente do 5lb'dumbo de Carnide', e do seu sócio, Almerindo Sousa Duarte, poderá estar envolvida num esquema de burla.
O Estado, através da Parvalorem, herdou uma dívida de 17 M€ ao BPN, a qual poderá ter sido gerada através de um esquema de burla, que envolve a empresa d'dumbo de Carnide' e o seu sócio, Almerindo Sousa Duarte. O Diário de Notícias avança que o crédito estava colocado no BPN IFI em Cabo Verde mas o BIC recusou herdá-lo, ficando a cargo da Parvalorem, empresa criada para gerir os créditos do BPN.

A Inland, grupo empresarial liderado pelo presidente do 5lb, detinha uma posição accionista de 1,4% na Sociedade Lusa de Negócios (SLN) ao mesmo tempo que beneficiou de um crédito de 20 M€ para financiar um aumento de capital no fundo imobiliário BPN Real Estate.

Em 2009, o BPN apresentou uma queixa-crime no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, argumentando que teria sido montado um esquema financeiro com o objectivo de a empresa se desfazer das acções que detinha e de amortizar a dívida de 20 milhões ao banco. Nesse mesmo ano, o próprio BPN atribuiu à dívida em causa o rótulo de incobrável.

Recorde-se que a sede da Inland e as casas do presidente do 5lb e Almerindo Sousa Duarte foram alvo de buscas em 2010, mas o inquérito ainda está pendente no Ministério Público.

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fonte: jornal 'I online' (2013-11-21)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

antes de tudo, peço desculpa pelo replicar das notícias acima. apenas o faço para memória futura, caso as mesmas não se desvaneçam (como que) "por artes mágicas" - tal como uma página online, do jornal PÚBLICO, que continha a reprodução daquela escuta ao 'Orelhas', onde este escolhe árbitros como eu a seleccionar quais as bolachas que irei devorar mais tarde, quando vou ao supermercado.

depois, penso que o teor das ditas explica tudo - inclusive, esse lugar-comum de que «o Estado somos todas(os) nós».
só não referem, para desgosto dos adeptos d"clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto, que muito provavelmente o nosso querido líder também estará envolvido nesse esquema de «burla». [estou a ser irónico, claro. a propósito do envolvimento do nosso grande presidente, obviamente!]
é que referiro-me aos mesmos adeptos que recentemente colocaram uma petição online a exigir a «devolução do Centro de Estágio do Olival(CTFD O/C), Equipamento Público aos contribuintes portugueses».

também estranho o ensurdecedor silêncio que se pressente na edição online do lixo tóxico do grupo cofina - o mesmo que, em Dezembro de 2012, assumiu «um exclusivo» da notícia «Estado assume dívida de 10 milhões de Vítor Baía». só que esta última refere algo (será um pormenor? ou um pormaior?) que não se encontra nas acima reproduzidas:

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Mesmo com a dívida total da Sunderel e da Cleal a rondar os 10 milhões de euros, "os créditos das empresas de Vítor Baía não são os piores porque têm garantias reais", refere fonte conhecedora do processo. E tanto assim é que, segundo assegura a mesma fonte, "as garantias reais dão quase para pagar as dívidas [da Sunderel e da Cleal]".

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para finalizar, no dia de hoje e à hoar em que redijo estas linhas, a página online do Diário de Notícias, dedicada ao 5lb,  está on fire, como se comprova na imagem abaixo (pelo menos, ao nível judicial):

© diário de notícias
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«este é o nosso destino»:
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

para a história...






caríssima(o),

e, não!, não me refiro ao apuramento da "equipa que (decididamente não) é de todos nós para o Mundial que decorrerá em terras de Vera Cruz, no próximo Verão - e com o qual não estou totalmente indiferente, mas certamente que não partilho da euforia que se generaliza um pouco pela Capital do Império e arrabaldes.

refiro-me, isso sim, a mais um facto que perdurará nos anais da aplicação da Disciplina Desportiva, neste "rectângulo à beira-mar (im)plantado, e que a seguir plasmo, não só para memória futura mas igualmente para a "posteridade":



© Conselho de Disciplina da LPFP 
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de facto, este comunicado oficial nr. 178/2013, é só mais um que, estou certo, servirá de análise exaustiva nas Faculdades de Direito que sobreviverão a um Futuro, por ora, nada risonho, tal é a forma (no meu entender) displicente com que os elementos que compõem o actual Conselho de Disciplina da FPF deliberam questões que mereceriam mais (como afirmá-lo sem ferir susceptibilidades porventura «gloriosas»...) Equidade. mas, quem tem herculano lima, tem tudo, não é?... 
de facto, razão tem "o outro" quando despudoradamente afirmou «eu não quero nem me tenho chateado com 'isto', porque eu estou a fazer 'isto' por outro lado» e que «os lugares na Liga são mais importantes que os bons jogadores». se não, atente-se bem:

» a 22 de Setembro, no final da partida entre o Vitória SC e o 5lb, o novo «catedrático do Futebol», jorge "jejum", «envolveu-se física e verbalmente com alguns elementos da forças de segurança», numa altercação em ao procurou evitar que um lampião, «que havia invadido o recinto de jogo», fosse imobilizado e detido pelas forças de segurança, como mandam os regulamentos;

» um dos elementos da PSP acusa o «catedrático do Futebol»  de o ter «agredido na cara e no braço», motivo pelo qual corre na Justiça cívil um processo, do foro criminal, em que jorge "jejum" é constituído «arguido» no inquérito àqueles incidentes;

» naquela deliberação acima reproduzida «a justiça desportiva concluiu que jorge "jejum" não agrediu um elemento da PSP no final do jogo entre o Vitória de Guimarães e o 5lb»;

» «este foi o resultado do acordo alcançado entrjorge "jejum" e a Comissão de Instauração e Inquéritos (CII) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) CII, em que o «catedrático do Futebol» acabou por chegar a acordo para ser punido por lesão da honra e reputação do referido agente de segurança»;

» «apesar de um dos elementos da PSP ter acusado o treinador de o ter agredido na cara e no braço, a CII acabou por não punir Jesus por agressão, mas apenas por lesão da honra e da reputação do agente desportivo, no caso o referido elemento das forças da autoridade. No seguimento do processo disciplinar aberto pela CII, este organismo da Liga acabou por chegar a um acordo como o técnico, ao abrigo de um Processo Abreviado, previsto no Artigo 251.º do Regulamento Disciplinar das Competições Profissionais, que abre a possibilidade à CII e ao arguido de alcançarem um acordo em relação à sanção aplicável aos factos indiciados no processo, durante a sua fase de instrução», como pode ser lido aqui;

» «para já, fica afastada a hipótese do treinador d5lb ser punido por agressão, o que implicaria uma punição bem mais pesada, balizada entre os três meses e os três anos de suspensão», como também pode ser lido aqui.


«partantos», a «modos que», posso afirmar que se fez tábua rasa do disposto no ponto 2., do mesmíssimo art. 136º e que reza assim:



© Conselho de Disciplina da LPFP 
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e porquê «reincidência»? 

pois que todas(os) nós nos recordamos do que aconteceu a 23 de Janeiro de 2011 e posteriormente a 27 de Fevereiro de 2011.

talvez seja eu o "santinho" no meio de estas estórias todas; certamente que não serei o otário, pois percebe-se que foi só mais um "castigo encomendado" (porque devidamente encapotado), à semelhança do estoutro, a 06 de Setembro de 2012...


mas, «prontos», tudo bem, pelo que iremos ter que gramar com a figurinha do figurão em causa, a 12 de Janeiro próximo, quando visitarmos o ex-estádio da Lucy. certamente que a nossa equipa do coração (também) saberá lidar contra este tipo de "adversidades", em prol de «gloriosos» interesses, i.e., de que (i) a Justiça Desportiva, neste "rectângulo à beira-mar (im)plantado, tem efectiva e comprovadamente dois pesos e duas medidas, e de que (ii), em caso de dúBida, o prejudicado será sempre o clube mais a Norte.




«este é o nosso destino»:  


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terça-feira, 19 de novembro de 2013

eu, tu e o Paulo Fonseca [o epílogo]


©  OJOGO FC Porto para sempre
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caríssima(o),

pelo exposto na primeira e na segunda partes, desta enorme "posta de pescada - mais no seu sentido literal do que porventura no pecar pela Qualidade e assertividade da dita, afirmo eu -, fico com a impressão de que ainda há muito trabalho pela frente. e que não será só para Paulo Fonseca. explicarei (espero que) sucintamente o meu ponto de vista.


nesta época desportiva ainda só pude assistir a dois encontros completos da nossa equipa do coração. um deles foi «ao vivo e a cores», ante o Vitória SC, estávamos em finais de Setembro de 2013.

como referi na altura, saí do estádio com uma sensação idêntica à de uma derrota, apesar de o resultado final indicar que vencemos por (uns "magríssimos") 1-0. e tal explica-se pela anormal segunda parte da partida em que, no mínimo e na minha opinião (que ainda hoje mantenho), houve um completo desrespeito da equipa que se apresentou em campo para com os 32209 adeptos indefectíveis que abdicaram de estar com os seus para conscientemente preferirem o conforto gélido das bancadas, do seu teatro de sonhos azuis-e-brancos, que fez recentemente dez anos de vida «sem igual», para a apoiar, mas sentindo-se defraudado com o que lhe foi dado ver. e esse (des)conforto, para mim, foi ainda maior com o lento discorrer daqueles segundos 45', onde não houve centelha capaz de me fazer levantar da minha cadeira de sonho e incendiar o peito com (mais do que) um sonoro "guuuolooooo!!!". ao invés, o que me/nos foi dado de presente ("envenenado"?) foram uns amorfos e demasiado longos e penosos e desesperantes e fatigantes e (esperava eu...) irrepetíveis 45' de puro tédio futebolístico. e de algum despudor, também.
no regresso ao quente do lar, debaixo de uma (in)esperada tromba d'água diluviana, o que eu (in)tentava "justificar" como uma (para mim, ilógica) poupança de esforços para o encontro da Champions, frente ao Atlético de Madrid e que (repito-me, esperava) fosse um jogo sem igual, viria a repetir-se nas partidas seguintes. e, mesmo que não tenha sido muito regular no visionamento desses jogos - tendo, em alguns deles, «apenas e só» vislumbrado relances dos mesmos -, posso afirmar que, num sentido de crítica puramente construtiva aos ditos cujos e enquanto adepto profissional de tão-somente (por vezes, bem menos do que desejaria...) alapar o cu na sua cadeira de sonho nas bancadas do seu teatro de sonhos azuis-e-brancos e/ou no conforto do sofá lá de casa, aquela crítica assenta em factores tão diversos como (e que serão apresentados sem ordem e/ou razão aparente, a não ser o discorrer da pena): fraca solidez defensiva; meio-campo permissivo e permeável; modelo táctico indefinido; "afunilamento" do ataque e acções ofensivas que não privilegiam as alas; cada bola parada na nossa defesa é um "deus nos acuda" e no ataque um "obrigadinho, pá!" para o adversário; o "killer instinct" é um conceito "bués" de ultrapassado, sobretudo depois de se obter o primeiro golo.


«partantos», a «modos que», posso afirmar que não estou sozinho neste (como dizê-lo...) desespero. os testemunhos recolhidos, em alguns dos meus locais de referência, nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera, referentes ao encontro para a Taça de Portugal, tendo por adversário precisamente... aquele mesmo Vitória CS, atestam-no e estão plasmados na segunda parte desta prosa, para memória futura. já agora, de referir que optei por citar fragmentos de textos originais, e que conscientemente optei por não incluir opiniões avulsas nas suas caixas de comentários, porque sim! 

e assim, chegados a Novembro de 2013, eis que os problemas detectados há pouco mais de dois meses, inclusive pelo próprio Paulo Fonseca, mantêm-se.
"e qual é o fito de toda esta prosápia?", estarás certamente a pensar (ou então, não).
simples, afirmo eu: de que nos adianta estarmos a rasgar cartões de sócio, enviar lenços brancos virtuais e outros quejandos, dentro desse espírito derrotista e contra-natura ao "pulsar" actual do nosso clube do coração? nada! não vai adiantar nada! só nos iremos consumir ainda mais. para além de que, é do conhecimento público, a actual direcção do nosso clube não o gere de fora para dentro, pelo que é imune (pelo que insensível, para alguns, mas não para mim) às críticas dos adeptos. é ela - a direcção - que estabelece o ponto de ruptura.
«partantos», a «modos que»tal como o fiz com Vítor Pereira no comando do leme da nau portista, e por muito chateado e aborrecido e contrariado e irritado e zangado e entediado e agastado e enfadado e em suma: lixado com um F bem maiúsculo, com o futebol praticado pela nossa equipa do coração, neste espaço de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões que persistem em gravitar onde não são minimamente desejados, e actualmente de alguns calimeros armados ao cagalhõ... aos cágados, armados aos cágados...), só poderás contar com apoio a Paulo Fonseca.

reafirmo o que escrevi em Março de 2012 e que se mantém muito actual, mas com protagonistas diferentes:

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para finalizar:


"ser Porto" também é sabermos estar nas derrotas, felicitarmos o adversário e aguardarmos pacientemente (com alguma impaciência) pelo próximo desafio, com a esperança de o superar.

"ser Porto" é termos um estado de alma capaz de suplantar emoções, de mantermos a nossa cabeça bem erguida, de apresentarmos o nosso melhor sorriso às provocações - que já se (pres)sentem - e de prosseguirmos com o espírito crente (e ciente) de que, no final, venceremos!

"ser Porto" é, nesta altura de aperto e por muitas divergências que tenhamos para com quem lidera o nosso clube do coração, sermos capazes de o apoiar incondicionalmente, remando (com todos) para um mesmo lado, numa mesma direcção e com um fito comum: a conquista do campeonato nacional!

assim e até ao final do presente campeonato, não haverá, da parte deste que vos escreve, mais críticas ao desempenho de quem honra as cores do meu clube do coração - dos jogadores, ao treinador, passando pelo corpo dirigente.
temos que ficar unidos, por forma a atingirmos o objectivo atrás identificado.

o clube necessita do meu apoio e eu estou na disposição de o dar, contribuindo da melhor forma que sei e posso - sendo este espaço de discussão pública uma delas e a mais visível.

(também) conto contigo nesta missão conjunta! ;)


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