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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

dos reles de espírito: 'reprise' [e com 'brasão abençoado' incluído]


© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)



caríssima(o),

brevíssimos considerandos antes de ir(-mos) para fim-de-semana:

i)


estou muito desapontado.
ontem lancei um desafio (que considerei) aliciante, propondo duas singelas respostas a duas perguntas que julguei serem pertinentes.
à data e hora em que redijo estas linhas, o número de respostas recebidas é bastante redondo: Ø (z-e-r-o).
portanto, acredito que o defeito esteja em mim...
mesmo assim, lastimo não te poder oferecer, para lá do meu público reconhecimento, uma camisola oficial do nosso Futebol Clube do Porto. sim!, era esse o "prémio" a atribuir;

ii)


no seguimento do ponto anterior, informo-te que:

» à minha singela pergunta: «qual será a (cor)relação entre esta notícia (aqui) e este artigo de opinião (aqui)?», a resposta seria a identificação da agremiação da Segunda Circular, com a sua «gloriosa» cor, e com os energúmenos envolvidos nos desacatos revelados nos dois artigos; aliás, não poderia ser mais explícito «(cor)relação»;

» à minha singela pergunta: «qual será o motivo principal da minha indignação aquando da leitura deste artigo de opinião (aqui)?», a resposta seria o porquê de, numa "peça jornalística" toda ela dedicada à agremiação de Carnide, as fotografias que a "embelezam" serem praticamente de público afecto à cor azul-e-branca e no Dragãozinho? pois...

iii)


a partilha da imagem GIF da agressão ao Brahimi já ultrapassou o número de visualizações dos vídeos entretanto censurados. e em «ambos os dois canais» de divulgação. juntos.
confirma-se, portanto, mais uma vez e para desalento dos delatores, que "o fruto proibido é o mais apetecido";

iv)


muitas vezes, a transmissão mais eficaz do que se pretende transmitir é feito de uma forma simples e simplificada. eis um exemplo laconicamente brutal;

v)


ainda a propósito de comunicação eficaz.
ontem, o nosso clube do coração emitiu um comunicado a propósito de (mais) uma incongruência editorial lá pela redacção do lixo tóxico do grupo cofina.
repito: (mais) uma manifestação de pura e evidente «má fé» e de completo atropelo do Código Deontológico de quem pretende, um dia, vir a ser um jornalista íntegro.
por mim, no seguimento de diversas opiniões nesse sentido, e se tivesse o p(h)oder para tal, pura e simplesmente vedava o acesso total às instalações do Clube a trabalhadores afectos a órgãos de Comunicação Social que muito nos "amam"; mas daquelas "paixões assolapadas", não um qualquer "fogacho de Verão", bem entendido...
e se as conferências de Imprensa estivessem "às moscas", seria para o lado que dormiria melhor, porque recordo-me sempre da decisão tomada por Luís Castro, na época transacta, quando tomou as rédeas da equipa principal: a antevisão dos encontros de carácter nacional era feita única e exclusivamente aos microfones do Porto Canal. e, quando tivesse que responder, faria tal e qual como o "CR(já não tão)triste"® ao (abjecto) "canal de televisão" do grupo cofina.

na segunda parte desta "posta de pescada"®, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do "faceboKas"®, e para quem tiver interesse, segue (mais) um exemplo (e que recupero, pois que já o abordei anteriormente, em Setembro de 2011), de um autêntico pasquim que, comigo a mandar, ficaria bem longe de nós e do "nosso mundo", e que justifica o porquê de defender aquela interdição.


"disse!"


domingo, 14 de outubro de 2012

«a caça é tão bonita!»

 
© Looney Tunes


caríssima(o),

tenho para comigo que, antes de se criticar - que é como quem diz, julgar previamente «certas e determinadas ocorrências factuais» - deve-se passar por essas mesmas situações.
só mantendo esta atitude é que se constroem excelentes comentários depreciativos, daqueles de verdadeiro «bota abaixo!».

vem este intróito a propósito da Caça e da «beleza de caçar», como se apregoa, por aí, aos sete ventos.
e como é corrente ouvirmos: «aaahhh! a Saudade!».
e também: «aaahhh! a caça e tal! é tão bonito!».

assim sendo, o texto original que se segue tentará descrever essa rara beleza.*
repito: tentará! e na primeira pessoa do singular.
e a não perder, já, já!
(logo a seguir ao símbolo do "faceboKas"®, bastando clicar em «ler mais...»)

por último, 

não sei porquê, mas a expressão «beleza da caça» recorda-me sempre este sketch, ou peça de arte do Humor Nacional :)

* escrito a 12 de Janeiro de 2009, no (entretanto precocemente desaparecido) TOMO I.


beijinhos e abraços ("à caçador", mas sempre muito portistas)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)


sexta-feira, 27 de abril de 2012

da educação do teu umbigo...


© Google

«


Inspecção-Geral da Educação e Ciência

NID: S/03459/RL/12
NUP: 10.09/00698/RL/12

Exmo. Senhor Eduardo Mascarenhas,

Venho informar V.ª Ex.ª de que, tendo por base a informação disponibilizada pelo Senhor Director, nomeadamente a que foi sintetizada no mail infra, foi arquivada a sua queixa por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar.

Com os melhores cumprimentos.

Pel’IGEC (Área Territorial de Lisboa e Vale do Tejo)
Pedro Teixeira Pinto

Inspeção-Geral da Educação e Ciência (Lisboa e Vale do Tejo)


NID: E/07464/RL/12

Data de registo: 2012-04-23

De: ebantoniobentofranco@aeericeira.net
Enviada: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 15:07
Para: Manuel Joaquim Lopes Ramos (IGE)
Assunto: Exposição/queixa de Eduardo Nuno Barros Mascarenhas

Exmº Sr Inspector,

Relativamente ao exposto pelo sr. Eduardo Mascarenhas, temos a informar do seguinte:

1.
O verso aposto no final da cantiga infantil “Atirei o Pau ao Gato” não foi da autoria da educadora, sendo uma prática comum a outros jardins de Infância e surge, de forma espontânea, numa brincadeira de rimas tão frequente entre crianças desta idade, destituída de qualquer valor simbólico que os adultos lhe tenham querido atribuir.

2.
Em nenhum momento, no Jardim de Infância, se fala de futebol ou de algum clube em particular, nunca tendo a educadora assumido, perante os alunos, qualquer preferência clubística.

3.
O Jardim de Infância de Santo Isidoro é um espaço onde os seus profissionais se dedicam às crianças, à promoção do seu bem-estar, no respeito pelos princípios do Rigor, da Isenção, da Justiça e da Equidade.
Nunca esteve em causa o normal funcionamento das actividades ou existiu alguma perturbação nas relações e brincadeiras entre as crianças.
No entanto, as várias intervenções do Encarregado de Educação supra, na sala de actividades, manifestando de forma alterada a sua opinião relativamente à cantiga, levou a que o grupo crianças se sentisse assustado.

4.
A educadora não teve intenção de pôr a filha contra os pais, mas tentar que o assunto ficasse encerrado para que o Encarregado de Educação não continuasse a acusá-la de cantar várias vezes ao dia esta cantilena.

5.
A Subdirectora do Agrupamento, educadora Belmira Oliveira, quando se dirigiu ao Jardim de Infância, no dia 20 de Março, para se reunir com sr. Eduardo Mascarenhas, foi no sentido de ouvir e resolver este conflito antes da reunião de pais e para evitar confrontos verbais com os outros pais, que se mostraram indignados com a atitude do sr. Eduardo Mascarenhas.
No entanto, não foi possível chegar a um entendimento, já que o Encarregado de Educação não aceita como justificação o já exposto no ponto 1.

Face às acusações por parte do Encarregado de Educação, sem fundamento, a docente terá dito ao pai que, estando ele a valorizar uma cantilena como tantas outras que existem, que o melhor seria procurar um Jardim de Infância que fosse ao encontro das suas expectativas, como Encarregado de Educação, mostrando assim que, quando o fizesse, dificilmente o iria encontrar.

Com os melhores cumprimentos.

O Diretor
Alfredo Carvalho

»

fonte: faceboKas®
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade


caríssima(o),

recordas-te da cantilena de Ericeira?
pois bem: aquela é a justificação do Agrupamento de Escolas em causa, à pretensão do Encarregado de Educação em que, na dita cantilena, não mais vigore o verso com forte cariz lampiónico - violando descarada e despudoradamente os artigos 2º (Estado de direito democrático) e 13º (Princípio da Igualdade) da Constituição da República Portuguesa.
assim, "gostei" sobretudo da posição de força da educadora em causa e do fundamento para o arquivamento da queixa: «por a actuação da Direcção da Escola não merecer censura jurídico-disciplinar»...

sem me querer alongar neste triste caso - mais um que envergonha quem (não) trabalha em prol da Educação deste "rectângulo à beira-mar (im)plantado"® -, seria porventura bem mais produtivo que os seus (ir)responsáveis lessem a resposta de Óscar Mascarenhas, provedor do Diário de Notícias, a um pedido de esclarecimento sobre o caso em epígrafe.
dela retive o seguinte argumento, em contra-ponto com o que defende o caríssimo Fernando Moreira de Sá, no (muito portista) "bi-tri":

«

[...]

Sobre o "viva o Benfica", começo a pensar que as pessoas estão, de facto, muito doentes.
Que se grite "viva!" a todos os clubes, que é isso o pluralismo e a tolerância.
Que os/as educadores/as cantem o "gato", com "não mordeu" e não com "não morreu".
E, se querem gritar vivas, ponham os meninos e meninas a gritar vivas a todos os clubes que eles queiram.

Não atirem paus a gatos e não atirem paus a clubes. Deixem viver os gatos; deixem viver os clubes.

Não podia imaginar que uma canção tão parvinha como a do "gato" fizesse despertar o vulcão de estupidez e obscurantismo a que assistimos!

»



beijinhos e abraços (envergonhados)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

foi há um ano e eu não esqueço


© Miguel Lima (Tomo II)

caríssima(o),

é sempre bom recordar, pois canta-se por aí que também «é viver».
portanto e enquanto for vivo, lembrar-me-ei de um lamentável episódio, protagonizado pela lampiónica abécula em questão, cuja fronha decididamente não embeleza este post, sempre que se referirem que qualquer um de nós, enquanto adepto indefectível e portista, é intelectualmente desonesto e futebolisticamente amoral.
o dito episódio encontra-se transcrito mais abaixo, para memória futura.

como escrevi na altura, no (falecido) TOMO I:

« 
é desta "massa", é desta fibra, que (também) são feitos os valores dos lampiões.
poderia afirmar que aqueles me merecem o maior desprezo, mas estaria a mentir e principalmente depois de me terem feito chegar, via e-mail, o vídeo da nojenta "desculpabilização".
é que "quem não se sente, não é filho de boa gente"! e estes coisinhos não o são, de todo! ou como diriam no seu linguajar muito próprio e característico: «eh pah!, como é óbvio! não é?»
»


beijinhos e abraços (indignados)!
e MUITO OBRIGADO! pela tua visita ;)

sexta-feira, 30 de março de 2012

adenda à cantilena de Ericeira

 


«
atirei o pau ao gato-to do 5lb
«contra o 5lb não! contra o clubismo exacerbado!».
é desta forma que Eduardo Mascarenhas justifica, em declarações ao Relvado, porque se queixou da versão infantil "atirei o pau ao gato", com o final «vai-te embora pulga maldita/batata frita/viva o 5lb». Eduardo Mascarenhas, o pai (portista), provocou a polémica depois de denunciar e de contestar o facto de a cantilena ser cantada no jardim de infância de Santo Isidoro da Ericiera que a sua filha frequenta(va), em Mafra.

«se não batessem na minha filha, não me chateava tanto», ressalva, denotando que tinha conhecimento da situação desde o início do ano lectivo, mas realçando que só agiu depois de a mulher ter reparado que «o caso começou a criar conflitos na sala de aula».
Eduardo Mascarenhas revela ao Relvado que «'aquilo' começou a trazer problemas» e justifica assim que tudo isto se transformou numa "causa" pedagógica, garantindo que não está particularmente interessado na questão clubística.

é certo que a sua revolta de pai trouxe o assunto para o domínio da eterna batalha entre FC Porto e 5lb e este terapeuta confessa ao Relvado que ouviu dos outros pais, maioritariamente benfiquistas, gritos de «vai para o Porto! isto aqui é Lisboa!».
«Fui hooliganizado!»
o caso passou-se no Jardim de Infância de Santo Isidoro da Ericeira e Eduardo Mascarenhas conta ao Relvado que foi "hooliganizado" no âmbito de uma reunião onde pensou que o caso fosse amenizado, depois de ter falado com os responsáveis do Agrupamento de Escolas da Ericeira [AEE].
«tive os pais aos berros e a quererem empurrar-me e a forçarem-me para ver se eu entrava em reacção física, para depois chegar a polícia para dizerem que eu estava maluco», relata, constatando que chamaram mesmo a GNR ao local.
Estes encarregados de educação alhearam-se do papel de pais e passaram para o campo do adepto, nota, referindo-se aos «pais feitos claques». «é um hábito de tal forma entranhado, que acharam um absurdo vir eu pedir para mudar aquilo», desabafa, atestando que «é quase como que uma lei» e relatando que os miúdos «cantam duas, três vezes por dia» a canção numa «prática diária».
«
as crianças aos três anos não percebem, mas aos 4 já percebem, e ficam lá até aos 5, 6 anos», aponta. «como é que é possível estar-se a cantar isto em todo o distrito de Lisboa?», questiona ainda, apontando para aquilo que será uma prática generalizada e perguntando se um comportamento exibido na sala de aula, «por uma educadora, durante anos consecutivos, não tem impacto na relação das crianças entre si e na relação da criança com a vida?».

contactado pelo Relvado, o presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do AEE, Rui Duarte, constata que «estão a decorrer reuniões para apurar factos. Brevemente haverá um esclarecimento sobre o caso. estamos a tentar resolver as coisas em prol das crianças», diz.
o Relvado tentou também falar com o director do Conselho Pedagógico do AEE, Alfredo Carvalho, mas até ao momento não foi possível.

«Estás a puxar pelo 5lb?!»

Eduardo Mascarenhas conta ainda, ao Relvado, que, aquando do 5lb-Zenit, para a Liga dos Campeões, e enquanto torcia pelos encOrnados - «como faço com todas as equipas portuguesas», sublinha -, a filha lhe fez a seguinte pergunta:
ó pai, mas então o 5lb  não é contra o FC Porto?!
estás a puxar pelo 5lb
?!

este pai lamenta que «o exemplo que dá em casa não tenha seguimento na Escola» e sustenta que estas crianças «não retiram da escola nenhum sentido de identidade nacional, de país, de Portugal, mas retiram de clubes de futebol».
o terapeuta assegura também que o presidente do Agrupamento de Escolas da Ericeira lhe confidenciou que «por acaso é benfiquista [e que] não vê muito mal no caso...».
«aqueles que defendem isto são benfiquistas», não duvida este adepto do FC Porto - «nem sou sócio!», garante, reparando que «o grande problema é que são tantos, e estão em tantos níveis de ensino, que chega a ser perverso».

Foi contactado pelo FC Porto

o FC Porto - que já tomou posição pública sobre o assunto, referindo-se aos «fascistas do Gosto» e aos «'ayatollahs' das suas próprias preferências» -, contactou Eduardo Mascarenhas antes de divulgar esse comunicado, para confirmar a história. E ele só estranha que mais clubes não se tenham manifestado, considerando que estão em causa também «interesses em termos de marcas, de marketing e de mercado».


enquanto espera os trâmites legais no seguimento das queixas que apresentou no AEE, na Inspeção Geral de Educação e no Ministério da Educação, Eduardo Mascarenhas repara que a filha não voltará à escola: «não vou entregar a minha filha a esta educadora; nem pensar!», diz, lamentando que esta contou aos miúdos, na passada segunda-feira, 19 de Março (por ironia, Dia do Pai), que não podiam cantar o "atirei o pau gato" por causa dele [Eduardo Mascarenhas], que era «mau»...

como ponto final para este caso, Eduardo Mascarenhas frisa, ao Relvado, que só vai «descansar se houver uma inspeção geral a todo o agrupamento e puser isto tudo limpo. tentei tudo e mais alguma coisa até chegar à queixa e isso só aconteceu porque os responsáveis não quiseram resolver, quiseram impor uma coisa que é absurda», constata, concluindo que «ignoraram a Criança e os seus direitos!».
»
fonte: portista a cem por cento 
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade

terça-feira, 20 de março de 2012

'chickenshit'


© youtubiu.com | Miguel Lima (Tomo II)


caríssima(o)

Londres, 09 de Março de 2010, segunda-mão dos oitavos-de-final da Champions.
quinze dias depois de uma vitória por 2-1, no Estádio do Dragão, ante uma equipa que considero ser a mais lampiónica da Old Albion e treinada por um sujeitinho metido à besta, com uma fleuma francesa com (imensos) ares de arrogância, o nosso FC Porto, comandado há quatro anos pelo Professor Jesualdo Ferreira, foi capaz de protagonizar uma das piores exibições de que tenho memória em terras de Sua Majestade.
na altura, no (entretanto falecido) TOMO I, e pelas incidências da partida, apelidei de "cagão" o (então) técnico luso - sobretudo pela forma como queimou a (então) nossa jovem esperança de seu nome Nuno André Coelho.

dois dias depois, o «catedrático» da chiclete, a propósito da eliminatória dos coisinhos da agremiação de Carnide ante o Olympique de Marseille, proferiu as seguintes palavras, mesmo que «a brincar»:
«
A pergunta saiu, e Jorge Jesus respondeu num misto de sinceridade e humor:
p: Que resultado era bom para o 5lb?
JJ: 5-0 era o resultado ideal! [risos]
Este jogo será disputado, mais golo menos golo, porque ambas as equipas podem marcar tanto na Luz como em Marselha. A equipa que menos errar e tiver melhor qualidade defensiva passará a eliminatória.
»
fonte: ojogo
ps: os negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.

toda a gente achou uma imensa piada ao Jorge "Jebus", o qual até teve honras de abertura do jornal da tarde do canal (que é tudo menos) público de televisão.
todos? não!! eu e (julgo) quem se considera portista não achámos a mínima piada ao bronco da Segunda Circular, pois o alvo da sua (malvada) ironia estava identificado.

porque (felizmente) não tenho a minha memória tão curta assim e dando "voz" ao que li no blogue do caríssimo Dragão Vila Pouca, não posso deixar de expressar a minha incredulidade por, a propósito do gozo que teve o internacional costa-marfinense que alinha no Chelsky quando soube que o 5lb lhes tinha calhado na rifa, ter surgido uma onda de indignação pela divulgação do vídeo em causa.
mais do que a fanfarronice e da arrogância (desmedida? teremos um novo "City" em Londres?) associadas aos inusitados festejos, não pude deixar de pensar que há muito (boa?) gente iludida com o (pseudo) respeito que a agremiação de Carnide granjeia por essa Europa do Futebol fora - a começar na redacção do pasquim da Travessa da Queimada.
veremos quem será o cagão a 04 de Abril próximo...

e por me referir a cagões e porque hoje é dia de novo clássico no nosso salão de festas preferido - apesar de "menor" (por ser para a ex-Taça da Bjeka/ex-Taça Lucílio Baptista), não gosto de perder para os lampiões nem a feijões -, mais abaixo recordo uma das "postas de pescada"® mais lidas do (entretanto falecido) TOMO I por motivos que serão facilmente identificáveis.
faço votos para que (também) seja do teu agrado ;)




ps1:
tentarei divulgar o que de melhor se publicou na edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada no decurso do dia de hoje - mormente a última NORTADA de Miguel Sousa Tavares.

ps2:
recomendo a visita a este post dos caríssimos "tertúlia portista", pela pertinência do tema abordado  ;)


beijinhos e abraços (ansiosos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)


domingo, 29 de janeiro de 2012

o «patinho feio»



«
patinho feio da arbitragem nacional, assegura conforto (incompreensível, diga-se) além-fronteiras.
capaz de raros desempenhos interessantes, é propenso a actuações polémicas.
o desequilíbrio que evidencia em nada contribui para a afirmação que deveria ter.
encarado com desconfiança por jogadores, treinadores e dirigentes, necessita de esforço, atenção e concentração redobrados para impor respeito.
a sua fraca personalidade revela-se em assomos de determinação, qual manifestação de poder ou competência anti-natura.

adivinha-se jogo complicado, a exigir do árbitro senso comum, critério e equilíbrio.
estará em "dia sim"? é sempre uma incógnita!
»
autor: Jorge Coroado

fonte:
ojogo
(edição impressa
, em 2012-01-27, p. 25)
ps: os negritos, os sublinhados e as "aspas" são da minha responsabilidade.

sabendo-se:

i) que este perfil corresponde à mais pura verdade,

ii) como aconteceu a ausência do Fernando para a partida de Barcelos,

iii) que esta jornada implica duas deslocações difíceis para os dois primeiros classificados do campeonato,

legitimamente me questiono como é que ainda há quem considere que o «rosto do "sistema"» reside apenas e só numa região mais a Norte de Portugal Continental.

felizmente que não sou o único a tecer tais considerandos.


beijinhos e abraços (nada apaixonados)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)  

sugestão musical:
Heróis do Mar, «paixão»  



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

do «dar uma chamadinha»


© Rodrigo | Humoral da História

caríssima(o),

numa ronda desinteressada e de retrospectiva por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"®, deparei-me a (re)ler um comentário acidental no sítio oficial do caríssimo Dragão Vila Pouca, com um link ocasional para um pasquim que, de tão abjecto lixo tóxico e de tão rasca que é, não merece (sequer!) a minha referência ao seu título.
a minha curiosidade foi maior do que a minha repulsa, tendo em conta que o autor daquele comentário solicitava que se fizesse «eco de outras escutas que não tiveram a devida divulgação/investigação».
efectiva e comprovadamente foi tempo bem empregue.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte I 

José Veiga [JV] - Sr. Presidente, está ocupado? Fala Veiga.
Pinto de Sousa [PS] - Está bem, passou bem?
JV - Está ocupado, sr. Presidente?
PS - Diga.
JV - Era um favorzinho. Como você é meu amigo, tenho uma admiração muito grande pelo senhor. A ver se podia dar-lhe uma chamadinha, para ver se corre bem.
PS - Mas o jogo é fácil, não é?
JV - É contra o [Nacional da Madeira], mas nunca se sabe.
PS - É o "X"?
JV - Agradecia-lhe muito.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte II 

Pinto de Sousa [PS] - O Luís [Filipe Vieira] não me atende, deve estar chateado...
João Rodrigues [JR] - Nomeie o Devesa Neto que o acalma logo. Com um gajo qualquer. Tem de ser internacional, não é?
PS - Sim. Tenho três hipóteses. O [Pedro] Proença, o Duarte Gomes e o João Ferreira. JR - Meta o João Ferreira. Mas fale com o gajo.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte III  

João Rodrigues [JR] - Telefonou-me o Luís [Filipe Vieira]. São aquelas coisas, você sabe...
Pinto de Sousa [PS] - Sim.
JR - Que foi roubado com o Nacional, que o árbitro é o mesmo. Eu tentei acalmar o gajo, mas dê-lhe uma palavrinha, só para o gajo ter mais atenção nisso.
PS - E quem é o gajo?
JR - É o Bruno [Paixão], pá. O gajo que apitou o Nacional. E como o gajo me telefonou, acabei por falar com o P [Pedro Proença]. Ele diz que não há problema.
PS - Eu disse-lhe o P [Pedro Proença] ou o D [Duarte Gomes].
JR - Esse tenho de o auscultar. Tenho de perguntar. Não nomeie ainda.

penso que está explicado o porquê do emprego do meu tempo, que não foi (de todo!) perdido. :D

aqueles excertos de escutas foram dados à estampa por Eugénio Queirós no blogue Bola Na Área.
e, para quem ande distraída(o), aquelas referem-se à temporada 2003/2004, a qual também ficou célebre pela escuta ao penhorado presidente do «glorioso» clube da agremiação de Carnide, que ainda não deu em nada na Justiça.
àquela data, os intervenientes foram:
. Pinto de Sousa - Presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol
. José Veiga - à data, o maior accionista da SAD do Estoril Praia e director-geral do 5lb
. João Rodrigues - ex-dirigente do 5lb, presidente da FPF entre 1989 e 1992, "pau mandado" de Luís Filipe Vieira
. Devesa Neto - árbitro assistente que foi arguido no "processo Apito Dourado" e que, ao que parece, cozinhou uns "caldinhos" no restaurante O Sapo, em Penafiel.


como não me canso de repetir à saciedade, todos os clubes, sem excepção, têm os seus "telhados de cristal"®. os do meu clube do coração estão espalhados, entre outros locais, nos vídeos ilegais que um "tripulha" qualquer resolveu publicar no youtubiu.com® e à margem da Lei - para gáudio dos muitos passarinhos* que não vêem nesse facto qualquer inconveniente, talvez por que se sintam escudados na sua «Verdade Desportiva».
é também por este motivo que os «gloriosos» adeptos daquele «glorioso» clube utilizam aqueles mesmos "telhados de cristal" para zurzir nos ouvidos dos portistas, argumentando que se não fosse a «fruta», as «meias-de-leite», os cafunés, o Cérelac© e as Estrelitas©, o FC Porto não teria (i) ganho todos os títulos que almejou conquistar dentro das quatro linhas - como é minha convicção de que assim foi -, não teria (ii) granjeado o reconhecimento internacional que lhe é prestado e (iii) o seu Presidente há muito que já estaria a apodrecer nos calabouços da PJ.

em relação a este último "argumento" dos adeptos passarinhos*, e respondendo à saciedade se considero o Presidente Pinto da Costa culpado do que quer que seja - porque indiciado por aquelas escutas e julgado por mais do que uma vez sobre o teor das mesmas e sempre ilibado -, afirmo que (1) vivemos num Estado de Direito, pelo que e de acordo com a nossa Constituição, todos nós somos inocentes até prova em contrário e desde que produzida prova de facto da sua culpabilidade (art. 32º). trata-se do princípio da presunção de inocência do arguido.
assim sendo e como não possuo provas factuais e/ou circunstanciais da sua culpabilidade, não o posso afirmar. sei, no entanto, que "não fica bem na fotografia" a um presidente de um clube de futebol receber árbitros daquela modalidade desportiva nas vésperas de um encontro. mas este é um acto que só o próprio poderá responder porque o cometeu e quais os motivos que levaram a tal.
é por esta razão que também afirmo que (2) não coloco as minhas mãos no fogo por nenhum dirigente desportivo, seja ele qual for - o que é bem diferente de lançar boatos sem qualquer fundamento e, pior!, sem provas irrefutáveis seja sobre quem for.
é que tal acto pode ser interpretado como crime de difamação, calúnia e injúria (art. 180º e seguintes), punível na nossa legislação até dois anos de prisão. mas há muito boa gente que não se importa e, à revelia, desafie a Lei. até um dia, digo eu.

e é precisamente por se sustentarem firmemente naqueles falaciosos "argumentos" - ainda por cima assentes em vídeos publicados à margem da Lei no youtubiu.com® - que também (re)afirmo que nem todos os benfiquistas são estúpidos mas que todos os estúpidos são benfiquistas.
esta minha firme convicção é exemplificada numa acesa troca de argumentos entre um portista ["joe"] e um lampião ["gustavoslb"] sobre as escutas em causa, a qual segue dentro de momentos - mais precisamente na segunda parte deste post, que ocorrerá um pouco mais lá para a frente,  depois do símbolo do "faceboKas"®, bastando clicar em «'no pare, sigue, sigue'» :D 
aviso, desde já, que não teria tanta paciência para contra-argumentar como o "joe" teve, o que me leva a corroborar o seguinte texto sobre os «gloriosos» adeptos coisinhos:
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H
á no “benfiquismo” uma característica, infelizmente pouco abonatória, de certos comportamentos que caracterizam o que existe de pior na Sociedade Portuguesa. Eu sei, eu sei, que entre os seus adeptos há bons e maus, há os que são honestos e os vigaristas, há os pacifistas cordatos e os violentos, agressivos e destrambelhados. Enfim, há de tudo um pouco, como noutros clubes, a começar pelo meu. No entanto, quanto a mim, existem algumas referências que, na generalidade, atravessam o colectivo dos adeptos benfiquistas - sejam eles cultos ou iletrados, ricos ou pobres, fundamentalistas fanáticos ou não -, e que aparecem como “marca registada da casa”, o seu verdadeiro ex-libris (e não!, não é a famigerada divisa recuperada dos mosqueteiros); a saber: (1) são, por natureza, habituais destorcedores dos factos (e da mais comezinha Realidade), os quais apresentam sempre à medida das suas conveniências e dos seus interesses; (2) são presunçosos e arrogantes, sem uma centelha de humildade, e incapazes de reconhecer o mérito alheio, mesmo quando ele é por demais evidente; (3) são invejosos e mesquinhos, destilando ódio e grosseria para os seus adversários, por puro deleite e falta de argumentação válida, consistente, coerente e verosímil; (4) são idólatras e passadistas que, à falta de Presente, se entretêm a relembrar e a glorificar o Passado e os seus ídolos, como se de um espaço mítico se tratasse; e, (5) sobretudo - oh
!, sobretudo! -, para além de arruaceiros, são uns provocadores inveterados, em que o orgulho e a vaidade se entrelaçam com a ignorância, os chavões de sobrevivência e a má-fé. De referir que é tudo suportado por uma abjecta campanha da Comunicação Social lusa, que os protege e acirra.
É assim o “benfiquismo”. São assim os “benfiquistas”. Não gosto deles!
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beijinhos e abraços (nada «gloriosos»)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :D



* passarinhos - epíteto que também utilizo para designar aqueles adeptos do clube da Águia que «falam, falam, falam» - por vezes, também escrevem, mas muito mal - e não ganham nada com isso. normalmente, utilizam um Passado «glorioso» como argumento final para combater a Realidade. porém, esquecem-se (de propósito?) que esta última é dura e revela que o Presente é dominado por um «clube regional» mas igualmente vencedor a nível nacional e, blasfémia!, a nível internacional! e, por último, que utilizam a «Verdade Desportiva» para justificar (pífias) conquistas recentes, esquecendo-se de “túneis”, “estorilgates” e outros quejandos na forma como as mesmas foram obtidas.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

porque hoje é Sexta-feira


© Marvel

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Pobres de espírito

Reles, impróprio para consumo, miserável, mesquinho, deplorável.
A edição impressa do jornal ABOLA, de 25 de Abril de 2006, tentou, pela enésima vez, fazer humor à custa do presidente do FC Porto, apostando numa canalhice de mau gosto e avançando num caminho sem retorno. O diário desportivo brincou com a gravíssima doença de uma criança para atingir terceiros. Isso diz tudo acerca da escumalha que valida tais critérios.

A azia está para durar. É sempre assim quando o FC Porto é campeão ou vence uma competição europeia. Os sais de frutos desaparecem das prateleiras dos hipermercados; as farmácias vendem como nunca embalagens de medicamentos antiácidos; os jornais de tendência sulista assumem as dores dos perdedores. É uma sina inerente a cada conquista azul-e-branca, um dano colateral que, sinceramente, não justifica mais que um penitente encolher de ombros. Os pobres de espírito não são merecedores de muito mais.

Os portistas há muito estão identificados com a lógica do jornal ABOLA e não estranham a diferença de tratamento entre o FC Porto e outros emblemas. Todos sabem que isenção e independência estão longe de ser conceitos que norteiam as chefias da Travessa da Queimada. Basta pegar, por exemplo, na edição desta Quarta-feira para perceber a mórbida dor de cotovelo que lhes tolhe a visão.
Este caso, todavia, fixou-se para lá de todos os limites da decência. Estamos a falar da morbidez de uma chalaça que, sinceramente, só nos faz ter pena de quem a concebeu e, ainda mais, de quem a aprovou. Ou será que os responsáveis em questão são tão néscios que apenas se preocupam com as suas páginas do jornal, aquelas onde se curvam perante um clube e tentam esbater os feitos dos outros?

O histerismo e a raiva desta gente indecorosa não afecta minimamente o FC Porto. A falta de rigor jornalístico só dá vontade de rir, muito mais do que as piadas forçadas e pouco criativas.
O que efectivamente revolta é esta leviandade intolerável. A vitória do FC Porto em Penafiel e os festejos do vigésimo primeiro campeonato da sua história terão constituído uma rara alegria na vida injustamente fragilizada daquele menino.
Que tipo de gente consegue brincar com uma situação destas?
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fonte: o dragão
ps: os negritos, os sublinhados e os itálicos são da minha responsabilidade.

a foto da polémica:


© abola

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Lamentável humor na imagem do menino, em Penafiel

ABOLA pede desculpa

Na edição de ABOLA da passada terça-feira, José de Pina e Mário Botequilha utilizaram uma imagem televisiva do encontro Penafiel vs. FC Porto para, com o seu humor, lançar uma "alfinetada" a Pinto da Costa. Aquilo que parecia ser um mero ataque, ao estilo do Contra-Informação, acabou por transformar-se em algo de inaceitável por falta de informação sobre o que estava verdadeiramente em causa ali.
Sublinhando não ter qualquer tipo de responsabilidade na definição e na escrita dos conteúdos apresentados nas páginas de humor produzidas pelas Produções Fictícias, ABOLA não poderá, contudo, declinar a sua natural responsabilidade editorial de ter levado a peça a público, reconhecendo até que nos era devida a obrigação de tentar compreender em toda a sua extensão o contexto em que surgia a imagem do menino com a máscara no rosto. Não o fizemos, de facto, e não o fazendo possibilitámos a publicação do infeliz pedaço de humor, porque o menino que surge na imagem está gravemente doente. E por precaução médica teve de ir assim ao estádio cumprir o desejo de ver o seu FC Porto campeão. Soubemos também que, sensibilizado pelo seu pedido aos pais de ir a Penafiel, foi o próprio Pinto da Costa quem fez questão de o convidar para junto de si, na tribuna VIP em mais um acto de solidariedade praticado pelo presidente do FC Porto, mostrando, afinal, aquilo que se tem visto, nos últimos tempos, um pouco por todo o lado: que afinal o futebol tem coração.

Portanto, ABOLA promete, de forma que não permita qualquer margem para dúvidas, que doravante terá ainda mais cuidado na abordagem de questões que possam vir aferir tão profundas sensibilidades e acima de tudo reafirma que jamais permitirá a publicação, mesmo sem qualquer responsabilidade na sua produção, de um humor deste tipo.
E, como é óbvio, pede sentidas desculpas ao menino da imagem, à sua família, a todos os leitores e ao presidente do FC Porto.

O lamento dos autores do infeliz artigo - José de Pina e Mário Botequilha, os autores da rubrica "O Sete a Um" -, ao tomarem conhecimento dos factos, quiseram, também eles, de imediato, pedir «as mais sinceras desculpas» pelo seu acto. E fizeram-no nestes modos:

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Escrever humor é um trabalho de risco. Mesmo os mais experimentados pilotos de corridas têm despistes; foi o que nos aconteceu no O SETE A UM, da passada terça feira.
Cometemos involuntariamente uma injustiça e incorremos, por desconhecimento, numa piada de mau gosto.
Lamentavelmente não imaginávamos, nem tivemos qualquer conhecimento, de que o jovem em questão pudesse estar com uma doença grave.
Pelo facto, pedimos as mais sinceras desculpas ao jovem, aos seus pais, e ao presidente do Futebol Clube do Porto e restante Direcção que o convidou para o jogo em Penafiel.
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fonte: bicampeões do mundo
ps: os negritos, os sublinhados e os itálicos são da minha responsabilidade.

caríssima(o),

recordo-me bem que foi o Rui Moreira, quando ainda era comentador residente no "TRIO D'ATAQUE", que alertou para (mais) este escândalo jornalístico do pasquim da Travessa da Queimada.

descobri-o por acaso, enquanto pesquisava por imagens que embelezassem alguns dos próximos posts deste nosso cantinho.
 porque hoje é Sexta-feira - dia de leitura obrigatória dos artigos dos colunistas que naquele pasquim escrevem apaixonadamente sobre o quotidiano do nosso FC Porto -, e porque hoje acordei muito bem disposto, recupero-o para que se perceba a razão porque para mim aquele título será sempre um pasquim e nunca um jornal.


beijinhos e abraços (incrédulos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)