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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

há 20 anos, «a morte saiu à rua»





caríssima(o),

não haverá portista que esqueça o fatídico noticiário matinal da "bola branca", na Renascença, de 28 de Agosto de 1994... eu não mais esqueci, num ano ainda mais negro do que o breu de uma noite escura. afinal, em Maio de 1994, tinha desaparecido o meu ídolo de (e para) Sempre da F1...

de regresso a Rui Filipe.
foi a primeira vez que, de facto, "lidei" com a morte precoce de um jogador do nosso clube do coração antes, só pelos relatos de portistas com mais experiência de portismo do que eu, é que soube do desaparecimento do Pavão; e quando Zé Beto resolveu partir para um mundo melhor eu era demasiado imberbe para o perceber...
do futebol do "loirinho", guardo (também) na memória três momentos mágicos: (i) o primeiro golo naquela que viria a ser a rota do Penta, frente ao SC Braga (estava lá!, na arquibancada); (ii) o golão em Bremen, numa vitória europeia épica; (iii) o golaço que sentou Preud'Homme, em pleno inferno de Carnide, na que viria a ser a sua última partida envergando o nosso manto sagrado e o nosso brasão abençoado ao peito:



(clicar na imagem para ampliar)


para quem tiver interesse, na segunda parte desta "posta de pescada"®, cujo título se inspirou num clássico de Zeca Afonso, deixo-te com a fotogaleria da revista DRAGÕES, de Setembro de 1994 (aqui em formato PDF) totalmente dedicada à memória de Rui Filipe.

todos os créditos desta disponibilização recaem no caríssimo dragão Vila Pouca, que, em Novembro de 2011, partilhou à saciedade as suas digitalizações.

tal acontecerá já a seguir, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do "faceboKas"®...


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)



terça-feira, 15 de julho de 2014

de uma luta (por ora) inglória...


© google


... refiro-me a essa doença maldita que, desde que me conheço, já me privou do convívio com a minha Avó materna (que não cheguei a conhecer), dos meus Avós paternos, dos meus Tios-Avós paternos, de um Primo que foi o irmão que nunca tive, de três Amigos muito próximos (praticamente da Família) e, desde a tarde de Domingo, do sr. B. - talvez o melhor patrão que a minha Mãe pôde ter e que foi o único que a ajudou quando todo o seu mundo profissional parecia desabar.
(há momentos que não se esquecem e atitudes que nos marcarão para toda uma Vida. aquele Setembro de 2003 é um deles e não haverá palavras que possam expressar a minha gratitude para com ele.)

assim, à H. e ao P., visitantes incógnitos deste espaço, quero expressar-lhes as minhas sentidas condolências e os meus sentidos pêsames, pela dor que estão a sentir com a partida do seu melhor Amigo para um mundo (bem) melhor do que o nosso.

solidário (também) com este momento de profunda consternação, e porque não haverá nunca algo mais forte do que a vida de um ser humano, este espaço encontra-se em "momento reflexivo de introspecção".



quinta-feira, 19 de junho de 2014

de um dragão de causas...



«

Ser eleito Presidente Honorário do FC Porto foi uma consagração, depois destes anos que levo ao serviço do clube. Como tenho dito muitas vezes e não me canso de repetir, representar o FC Porto é uma das maiores honras que experimentei na minha vida. E quando digo "representar o FC Porto" digo também representar a sua massa associativa.

»


Fernando Arnaldo Sardoeira Pinto, (para sempre, desde Abril de 1982) presidente da mesa da Assembleia-Geral do FC Porto 'dixit'.


à família enlutada, os meus sentidos pêsames pelo desaparecimento de um dos nossos, que certamente deixará (muitas) saudades, (também) junto daqueles que sempre representou com muito brio.



quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ayrton Senna: 20 anos, 20 fotos



© google
(clicar na imagem para ampliar)


infelizmente, desde 1994, para mim, o dia 01 de Maio assinala o desaparecimento (precoce) do meu ídolo de sempre da F1.

não pretendo repetir o que escrevi em Maio de 2012.
mais do que as palavras, segue-se o meu singelo contributo fotográfico ao mais bravo piloto que alguma vez vi, «ao vivo e a cores», aos comandos de um F1. ele segue dentro de breves instantes, em vinte imagens - uma por cada ano em que senti a sua falta; uma por cada lágrima vertida naquele Domingo de 1994 (e, mesmo assim, ainda em falta...).  

portanto, tal acontecerá na segunda parte desta ultra-telegráfica "posta de pescada"®, logo a seguir ao «gosto» do "faceboKas"®, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo.

espero que também sejam do teu agrado.


nunca te esquecerei, Ayrton!
serás sempre o meu Campeão, o meu nr.1!


terça-feira, 29 de abril de 2014

este blogue está de luto (solidário)...


© google


... fui surpreendido com a sua mensagem, via sms. as alturas más não escolhem altura, lugar, momento próprio. no meu caso, estava a sair do trabalho. senti um baque no coração e um aperto no peito. confesso que nem sei o que lhe respondi, tal o meu espanto.

assim, em solidariedade para com a dor profunda, imensa, inconsolável do doctor J. - um de vós e um Amigo para todas as ocasiões, para lá de um portista dos quatro costados (daqueles "antes quebrar do que torcer"), que se viu precocemente sem o seu progenitor, o seu Pai, o homem da sua vida -, este espaço de discussão estará remetido ao silêncio. e também por todo respeito que o João me merece.

... ele há dias em que não se pode sair de casa, que o Destino cruel nos irá colher ao virar da esquina, de forma abrupta e descontrolada. literalmente. foi o (A)caso...

Jota, não estás sozinho!



sexta-feira, 25 de abril de 2014

um dia triste. muito triste.


© google | Tomo II


caríssima(o),

regressado de um animadíssimo evento familiar, onde a única notícia triste de que se falou, acerca do mundo da bola e para lá da perda de mais um tetracampeonato para a nossa cor, foi o desaparecimento de Tito Vilanova do mundo dos vivos,  sou surpreendido com a partida do sr. Hernâni Gonçalves, o "Professor Bitaites", para um mundo melhor...

ainda estou abalado.
não tenho nada mais a não ser que, nesta noite, até o Céu se quis despedir dele, pois, no momento, chove copiosa e intensamente na InBicta...

e que, tal como os diamantes, também os seus bitaites serão Eternos.


© os filhos do dragão | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)



"disse!"



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

nada mais existe, tudo "isto" é triste, tudo "isto" não deverá ser o nosso fado


© público.pt | o anti-lampião | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)



caríssima(o),

» no seguimento da minha última "posta de pescada"®, ali em baixo, (que, como previra, tem suscitado alguns comentários menos próprios, dignos de quem tem a Educação, o Civismo e o Respeito como valores de pacotilha, i.e., que só podem ser meritórios em nosso favor e na defesa das nossas causas),

» depois de mais um dia de festival noticioso "estilo maratona", na totalidade dessa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, e sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto, 

» sem pachorra para mais dois dias de Luto Nacional e para aturar um minuto que seja sobre estórias, historietas, façanhas, feitos, conquistas, golos, triunfos e sei lá mais o quê, a preto-e-branco desgarrado,


pois que quero afirmar que estou desejoso de notícias sobre o Portugal real - nem que seja da "troiKa que os parta a todos"®, do "(des)governo da Nação (que já não é assim tão) valente"®, de mais impostos encapotados e tidos como temporário-definitivos e de tudo o que é tido como mediático.


para finalizar, um pensamento uniforme em jeito de cinco perguntas retóricas:

o que acontecerá, a nível mediático claro está, quando o nosso querido líder - o presidente que mais títulos possui a nível mundial e que dirige os destinos do clube que mais venceu no séc. XXI, no Mundo do Futebol - partir para um mundo melhor?

e exceptuando a hipotética cobertura do Porto Canal, será que também terá todas as estações de televisão (inclusive as generalistas, a replicar a informação dos seus canais informativos) a realizar uma maratona informativa de (pelo menos) quarenta e oito horas?

e será que também conseguirá a unanimidade nas capas dos pasquins diários desportivos nacionais?

e será que o pasquim da Travessa da Queimada, na edição impressa do dia a seguir à sua partida, também lhe dedicará um suplemento especial de trinta e duas páginas (!!!)?

e qual será o adjectivo que o lixo tóxico do grupo cofina empregará?


"disse!"



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

de uma "posta de pescada"® vazia de nacional sentimentalismo...


© público.pt | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)


«


Morreu um dos maiores símbolos da modalidade. O maior jogador português da sua geração e sobretudo um grande ser humano e um exemplo de 'fair-play'. É um dia triste para o futebol português.

Realço as suas qualidades de jogador fenomenal e, sobretudo, o carácter e a forma de ser de um grande ser humano.
Acho que era um nome ímpar no futebol mundial, não só no português. O maior jogador de todos os tempos em Portugal, só um dia o Cristiano Ronaldo certamente lhe será comparável. É um dia triste para o futebol português e mundial.

Envio os sentidos pêsames à sua família, à mulher - a D. Flora -, à sua filha e a todos os familiares. De resto, considero que é o futebol português e Portugal que estão de luto. Queria associar-me a esse sentido pesar que vai por Portugal, de lés a lés.

Eusébio não tinha inimigos, não era inimigo de ninguém, mas um exemplo para toda a gente, em todos os sectores de Portugal.


»

autor: Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa
fonte: Porto Canal (2014-01-05)
ps: os negritos, os itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


« [ó morcão] então e a morte do grande Eusébio?! Não é de dar conta?! Mas que grande desportista que tu és [...]»


caríssima(o),

esta foi uma das três mensagens que alguns lampiões me resolveram brindar por não me ter referido ao acontecimento mediático desportivo do dia que agora finda. a esse propósito, desde já informo que:

1)

terminei de escrever a "posta de pescada"® ali em baixo perto da 01h30m de Domingo, dia 05 de Janeiro, tendo optado pelo seu agendamento para a hora que consta na sua publicação.

2)

tenho vida própria e, este final-de-semana, já tinha agendado alguns compromissos. não os alterei só para "retocar" o que tinha escrito "de véspera". faço-o agora, numa "posta de pescada"® independente, e em boa hora, como a seguir explicarei.

3)

faleceu Eusébio da Silva Ferreira, um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos, uma figura do futebol mundial. mas um ser humano e um mortal, como qualquer um(a) de nós.
portanto e como o desejo nestas alturas de pesar, seja a quem for, paz à sua Alma. e, à família enlutada, aos que foram verdadeiramente seus amigos e aos benfiquistas em geral, os meus sentidos pêsames - comungando das palavras que o presidente do meu clube de Sempre lhes dirigiu, que acima reproduzo para memória futura e que nada mais acrescento. 


acontece, porém, que não me quedo só por estas palavras. não sou hipócrita ao ponto de deixar passar em claro o que aconteceu no decurso do dia de hoje e que temo se propagará até ao próximo dia 12 de Janeiro, pelo menos.
como referi no meu ponto 2), ainda bem que não alterei os meus planos para vir colocar, porventura em tempo útil (mas só na demência dos lampiões que já referi...), algo sobre o desaparecimento de um ícone, não só do benfiquismo, mas sobretudo de um regime que julgo ser demasiado bafiento, bolorento e a tresandar a mofo para os actuais dias de (alguma) liberdade de que (ainda) usufruímos.

tal como muitas(os) de vós e porque não estava em minha casa, também tive que gramar com horas de benfiquismo bafiento, nacionalismo bacoco e sentimentalismo oportunista, por parte da totalidade dessa abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, e sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto.
tal como o caríssimo Zé Luís (do "Portistas de Bancada"), também reparei no pormenor da gravata castanho-carregado (quase negra) que o benfiquista de Paredes utilizou na apresentação do Jornal da Tarde, da estação (cada vez menos) pública de televisão.
e, depois desse festival noticioso "estilo maratona", a dar conta do desaparecimento de um ícone sobretudo de um arqui-rival, também eu não posso deixar de comungar do pertinente alerta lançado pelo caríssimo dragão Vila Pouca. ou seja, nesta semana que antecede o Clássico, o falecimento do pantera negra é "ouro sobre azul" para que se mobilizem e se moralizem as tropas. e, pelo andar da carruagem, ainda ao final do primeiro dia, a "aragem" não é a melhor...

já agora e porque não estou com muitos pruridos, paninhos quentes, nem pretendo ser politicamente correcto, também não posso deixar passar em claro o que acima destaquei das declarações do nosso querido líder: o suposto 'fair-play' do "deusébio".
para lá de afirmações surpreendentes (mas, para mim, graves) que revelam muito do seu desportivismo, aquelas que não mais esquecerei foram as que a seguir relembro, proferidas à margem da gala de solidariedade social "a vida de um vinho"...:

«

para mim, o spórtém será sempre o meu rival porque o FC Porto não existia quando eu jogava. em 19 anos não me ganhou nada, embora agora o respeite como equipa.

[...] 

»


para finalizar e para todas(os) aquelas(es) que irão inundar a caixa de comentários desta "posta de pescada"® com teorizações bacocas sobre o meu desportivismo, o meu carácter, a minha forma de Ser e de estar em sociedade, a minha civilidade, o meu civismo, a minha Educação e eu sei lá mais o quê, sem sequer me conhecerem o suficiente para as poder passar a escrito (muitas vezes, em clara ofensa à Língua Portuguesa...), para todas(os) vocês, com todo o "carinho" e toda a "estima" que me merecem, e parafraseando o caríssimo "bLuE bOy", quero enviar-vos « aquele abraço fraterno, com votos de que continuem todas(os) a ir p'á g'anda p*t@ que vos pariu ».


"disse!"



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

breves notas sobre o encontro de Vila do Conde... [actualizado]


© menosfutebol


caríssima(o),

eis as minhas impressões sobre o que aconteceu, ontem à noite, no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde:

» qualquer semelhança entre o "tapete verde" do estádio do Rio Ave e um relvado é pura coincidência - com os créditos das fotos a irem, na íntegra, para o blog do Pedro "blue";

» (mais) um jogo de sofrimento, i.e., que deu mais trabalho aos nossos artistas do que estes esperavam e que foi (muito) penoso para quem assistiu. não estou à espera de "ópera" nem de "notas artísticas" em todos os jogos, mas ontem, perante um adversário valoroso mas muito limitado, houve demasiado "bombo" para o meu gosto;

» no meu entendimento, mudaram-se (e, a meu ver, bem!) os intervenientes, mas o "espartilho táctico" (4-2-3-1) esteve lá - o que nos condicionou (e muito!), apesar do titubeante adversário;

» continuámos a oferecer os flancos ofensivos para aluguer - o que está mal, no meu entendimento, pois que o "afunilamento" ofensivo ajuda a quem (só) defende. aliás, foi fatigante (a)perceber-me, nalguns momentos da partida, da nossa inoperância ofensiva, com os centrais (sobretudo Maicon) a autenticamente despacharem o esférico lá para a frente, numa atitude de "agora, desenmerda-te";

» voltámos a oferecer um golo ao adversário, fruto de (mais) um erro individual. só tive pena que a realização da sporTv não tivesse tido o cuidado em mostrar aquela linha amarela no golo vilacondense, como o teve (por mais do que cinco vezes...) no golo do Jackson, pois que, apesar da beleza daquele, a rapidez da jogada deixou-me (legítimas) dúvidas;

» gostava que o killer instinct que se verificou no começo das duas partes da partida em causa fosse para manter, assim como o acerto nas bolas paradas ofensivas - onde há a realçar que, com Carlos Eduardo a batê-las, o efeito é outro na defesa contrária: deixa-se definitivamente o sentimento de relaxamento desta última, que fica em pânico por não saber o que por aí virá;

» a propósito do nosso segundo golo, o único Lionn em campo ainda deve estar à rasca dos rins e já deve ter uma consulta marcada no oftalmologista para hoje. também estou curioso para perceber o que escreverá o nosso enfant terrible sobre Varela, na próxima NORTADA;

» Kelvin, enquanto suplente utilizado em dois jogos, já tem mais minutos do que Ghilas em quatro partidas para a mesma competição - 19' do brasileiro contra 17' do argelino;

» que instruções tácticas relevantes se podem transmitir a um jogador que vai entrar a três minutos do término de uma partida?

» a intermitência na constituição de um meio-campo sólido, sem a actual rotatividade dos seus intervenientes, irá beneficiar quem?

» frente ao Olhanense, o lateral esquerdo da equipa será: 
(i) Mangala (adapatado), (ii) Quiño, (iii) Fucile (que entretanto fez mea culpa), (iv) vamos jogar só com três centrais na defesa (3-4-3), (v) outra qualquer situação? 

» afirmar que Bruno Esteves esteve igual a si próprio e que efectuou uma arbitragem condizente com a do actual panorama nacional, é o que de mais positivo consigo escrever, no momento; 

» extra jogo, há uma imagem mental que ainda não se desvaneceu da minha memória.



post scriptum pertinente [às 12h28m, de Segunda-feira]:


há quem considere uma boa oportunidade; eu mantenho o que escrevi a 28 de Novembro último.



post scriptum pertinente [às 12h58m, de Segunda-feira]:


 © uefa | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)



portanto, no dia em que se "comemoram" 40 anos de um triste acontecimento, e um depois do desaparecimento de um enorme irlandês, Sir (sobretudo) do teatro britânico, caiu-nos na sorte o actual décimo quinto classificado da Bundesliga, que, na Liga Europa, nos jogos realizados até à presente data, apenas contabilizou uma derrota - num grupo que contou com a presença de FC Girondins de Bordeaux, Maccabi Tel Aviv FC e APOEL Nicosia.

penso que podemos acalentar legítimas expectativas em passar aos oitavos-de-final, etapa que já contará com um adversário de renome.



[ não me apetece escrever a habitual despedida formal. os motivos guardo-os só para mim, por ora. ]


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

o Mundo está (bem) mais pobre, hoje...



© Google



... e nada mais há a escrever quando está em causa o desaparecimento de um ser humano com o carisma de Nelson Mandela.

sugestão musical: 



domingo, 27 de outubro de 2013

«such a perfect day»


© Google


ao fim de um dia em que o mundo da Música fica mais pobre por ver partir, para um lugar bem melhor, (mais) uma das suas (inúmeras) lendas, a resposta às inúmeras provocações vindas de um tipinho com cara de enchido* surgiu dentro do campo e forma abissal.
a última e que (definitivamente não) embeleza esta curtíssima "posta de pescada"®, foi lançada ontem, com um destinatário bem definido, por um escrito que redigiu enquanto portista convicto e sem o "tom de agressividade" que lhe quiseram impor. pois quem mais «populista» haverá actualmente no fenómeno desportivo luso do que o novel presidente dos "vasquinhos"?
aliás, sobre este personagem (e os seus correlegionários) que, ou muito me engano, ou terá um final idêntico ao actual sacristão do Estabelecimento Prisional da Carregueira, eis a melhor tirada que pude ler nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"®, esta semana; o mérito vai todo para o "cian":

« não costumámos brincar com putos na piscina dos grandes, por isso fica à porta até teres tempo de antena. obrigado! »


* «cara de enchido» no sentido em que o desafio foi aceite e quem ganhou um andar novo e vai acabar por ter que colocar pomadinha lá onde o Sol não brilha, não serei eu...



© Google
(clicar na imagem para ampliar)



« you're going to reap just what you sow »
(tu vais colher o que semeaste)


e agora, com licença que tenho uma segunda parte de um baile para animar.
Amanhã, se Deus quiser, haverá mais para recordar :D


«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)


segunda-feira, 20 de maio de 2013

este blogue está de luto...


 
© Google | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)



... em solidariedade para com a sua dor profunda, imensa, inconsolável, a do J.M. - um Amigo para todas as ocasiões e um portista dos quatro costados (daqueles "antes quebrar do que torcer") -, que se viu precocemente sem a sua progenitora, a Mulher da sua vida.

ele há dias em que não se pode sair de casa, que o Destino cruel nos irá colher ao virar da esquina, de forma abrupta e descontrolada. literalmente. foi o (A)caso...

"Jota", não estás sozinho!





quinta-feira, 1 de novembro de 2012

dia de Todos os Santos

 
© nytimes


provavelmente acordou bem cedo para ir à missa. afinal, era "dia de guarda" - que era como antigamente se designavam os feriados religiosos.
provavelmente por ser "dia de guarda" deixou mais do que uma vela acesa, no altar lá de casa e à semelhança de muitos dos seus conterrâneos.
provavelmente e porque se fez sentir muito frio na cidade, deixou a lareira acesa para sentir o "quentinho" quando regressasse. aliás, os relatos da época referem que foi um Outono rigoroso.
provavelmente, no seu íntimo, o primeiro abalo não terá durado mais do que sete ínfimos minutos, mas foi o suficiente para testemunhar, em tão curto espaço de tempo, tão desoladora mudança: uma cidade cheia de animação e de movimento, retumbada num montão de ruínas.
provavelmente, após os primeiros abalos, terá entendido que estaria mais seguro correndo para locais descobertos, sem casas nem arruamentos por perto - para o campo se possível, ou também para a margem do rio, ou para a largueza do Terreiro do Paço Real, ou ainda para a Ribeira.
provavelmente terá tido familiares e amigos seus que, se não pereceram pelas pedras das abóbadas dos templos (repletos de fiéis), ou pelas colunas dos altares, que se abateram abruptamente sobre as pessoas desvairadas e indefesas, o foram pelas nuvens de poeira que sufocaram os poucos que ainda conseguiam fugir a tempo, ou então pelas ondas embravecidas do Rio Tejo, que avançaram sobre a Cidade e depois recuaram levando tudo atrás de si.

provavelmente ter-se-á considerado que a Divina Providência esteve contra as gentes de Portugal por motivos que não seriam «entendíveis» aos seus pecadores, daí que a «expiação dos seus pecados» só se pudesse fazer por intermédio de tamanha catástrofe natural.
provavelmente todos aqueles factos somados, por si só, não fossem suficientes para aquela última, mas contribuíram decisivamente para que, por exemplo, a cidade fumegasse por mais cinco dias seguidos.

neste dia, que todos conhecem por Dia de Todos os Santos, eu recordo-o como o dia do nosso "11 de Setembro": o da catástrofe de 1755.
faz hoje duzentos e cinquenta e sete anos que aconteceu aquele que ficou (tristemente) célebre por ser o primeiro desastre natural da Idade Moderna.
é que, seguido ao terramoto, há relatos de ter acontecido um tsunami.
convém salientar o seguinte, para se compreender a dimensão daquela tragédia:
1) o sismo teve o epicentro no Oceano Atlântico, a Oeste do Estreito de Gibraltar, e terá atingido o grau 8 na escala de Richter;
2) as ondas de choque do terramoto forma sentidas em França e no Norte de África e há relatos de um tsunami na costa da Finlândia;
3) para além da cidade de Lisboa, também toda a costa algarvia sofreu com aqueles fenómenos naturais;
4) Lisboa albergava, à época, perto de duzentas e cinquenta mil almas; pereceram entre dez a vinte mil, que não só em Lisboa;
5) a catástrofe terá feito desaparecer e/ou terá danificado severamente, cerca de 32 igrejas, 60 capelas, 31 mosteiros, 15 conventos, 53 palácios e a Biblioteca e o Arquivo reais.

de referir que a família real escapou ilesa à catástrofe.
o rei D. José I e a sua Corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa, ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém na altura do terramoto. a ausência do Rei, na Capital, deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade.
depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda em Lisboa.

por último, para quem quiser explorar um pouco mais este fenómeno natural e não se queira basear «apenas e só» no "saber" enciclopédico (mesmo que útil, porque prático) da Wikipedia, deixo à saciedade três documentos interessantes:
i) uma selecção de textos sobre o terramoto de 1755, da responsabilidade Mário Cachão [Centro de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa], em 2009;
ii) um ensaio de Zulmira Santos [Faculdade de Letras da Universidade do Porto] que a aborda a hipótese (plausível) daqueles fenómenos naturais como apologia da religião cristã, na época e a partir de um poema de Teodoro de Almeida;
iii) um ensaio de Maria Luísa Borralho sobre a figura de Teodoro de Almeida.

beijinhos e abraços (muito históricos)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

pausa || pause


© Google | Miguel Lima (Tomo II) 
 

« 

já é tarde começar a viver Hoje; 

o sábio começou Ontem... 

»



Até Sempre, F. 


o teu imenso Ser perpetuará a nossa Amizade, num "mundo" que acredito ser (bem) melhor do que o mundano.

(mas vou sentir a tua falta, meu Amigo...)



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

o mundo do cinema está mais pobre...


 © Google


caríssima(o),

fui surpreendido com a notícia do desaparecimento precoce da holandesa Sylvia Kristel - protagonista principal da saga "Emmanuelle", iniciada nesse (agora "jurássico") ano de 1974.
tinha 60 anos (uma jovem, portanto. e não estou a ser irónico).

as novas gerações (aquelas posteriores a 1990) certamente que não saberão o que representou aquela saga para as que as precederam. apenas refiro que, na altura, o conceito de Internet era tão vago quanto o que resta de inteligência, de sensibilidade e de bom senso no cérebro de (digamos) o palhaço do car(v)@lho que nos (des)governa. 


ao que consta, Sylvia Kristel faleceu «durante a noite, enquanto dormia», vítima de cancro no estômago. 

paz à sua alma.