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o meu nome é Miguel Lima e sou um fervoroso adepto do Futebol Clube do Porto. caso ainda não esteja recordado da minha pessoa, sou o "chato do gajo do blogue 'Tomo II' "... exacto!, esse mesmo...
peço desculpa por o incomodar numa tarde de uma Segunda-feira solarenga de Dezembro, ainda por cima sendo feriado nacional, mas ele há coisas que não podem esperar por um Amanhã, sequer por um "em breve".
pela presente mensagem, apresento-lhe uma pertinente reclamação, enquanto cliente regular do programa de televisão onde é editor, o "menosfutebol".
em Dezembro de 2005, o sr. luís sobral escreveu um "textinho simpático" [e que se reproduz na segunda parte deste e-mail aberto, "não vá o diabo tecê-las" e ele desaparecer "por artes gloriosamente mágicas"], repleto de insinuações sobre os meandros do Futebol, a propósito da ausência de Maciel, à época um jogador emprestado pelo FC Porto à (entretanto "defunta") UD Leiria. se bem se recorda, foi um caso trazido à colação por denúncia do 5lb (vulgo «exposição») e que redundou no seu arquivamento.
mas, naquele, o sr. luís sobral afirma:
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[...]
Dito de outra forma: o FC Porto beneficiou claramente com esta situação.
Num jogo difícil, viu o adversário amputado do único totalista; quando a União defrontar os outros grandes, Maciel lá estará, no seu lugar, disposto a fazer tudo para ganhar, e como se espera de um profissional.
Na prática, dois «cavalheiros» impediram um jogador de exercer a sua profissão. Acontece em Portugal, num campeonato que nos pedem para levar a sério...
»
nove anos se passaram. houve quem voltasse a ser tetracampeão e a vencer novamente a Taça UEFA, actual Liga Europa; houve quem persistisse em «fazer isto por outro lado», e a aliciar jogadores influentes dos adversários, em vésperas de os defrontar (Jorge Ribeiro e Makukula) ou até no próprio dia da partida (Jardel).
a última jornada do campeonato em curso não foi excepção, com os jogadores dos quadros do CF 'Os Belenenses' Miguel Rosa e Deyverson a terem sido impedidos de ir a jogo. note-se que não são jogadores emprestados pelo 5lb, antes que este detém direitos comerciais em posteriores vendas, pela SAD do Belém, dos seus direitos desportivos, num «campeonato que nos pedem para levar a sério», tantos são os casos de «gloriosa» trafulhice...
ontem, Domingo, dia 07 de Dezembro, o sr. luís sobral escreveu um textinho bastante simpático e aprazível sobre esta questão [e que se replicará também na segunda parte deste e-mail aberto, pelas razões expostas e que são: "não vá o diabo tecê-las" e ele desaparecer "por artes gloriosamente mágicas"].
nele, o que se retém é que o sr. luís sobral não pôde ir tão longe como em 2005, pois que «o que sabemos é pouco»... se calhar, manifestamente pouco, mesmo para o sr., que se assume como um jornalista com responsabilidades, e que são várias.
de facto, actualmente e de acordo com o seu curriculum, que (ainda) é público, o sr. luís sobral é o Director Editorial do 'Media Capital Digital', Director e fundador do "jornal desportivo" 'Maisfutebol' e ainda o Editor do programa 'Maisfutebol', na TVI24.
portanto, não faz jus ao seu apelido, porquanto não lhe sobra tempo para se debruçar, de igual forma abnegada, à questão de Miguel Rosa e Deyverson.
mas eu percebo o sr. luís sobral, no sentido em que é muito difícil e nada «glorioso» criticarmos o clube do coração; é bem mais fácil atirarmos pedras ao telhado do vizinho...
felizmente que nem todos são como o sr. luís sobral, e muitos outros como o sr.
é que os mesmos assomos de consciência mesmo não aconteceram a Paulo Jorge Pereira que, no 'Jornal Económico' de 05 de Dezembro escreveu:
felizmente que nem todos são como o sr. luís sobral, e muitos outros como o sr.
é que os mesmos assomos de consciência mesmo não aconteceram a Paulo Jorge Pereira que, no 'Jornal Económico' de 05 de Dezembro escreveu:
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Na época passada, à 21.ª jornada, no início de Março, o CF 'Os Belenenses' recebeu o 5lb e, à última hora, Miguel Rosa, Deyverson e Rojas, jogadores do clube do Restelo cedidos pelos lampiões, ficaram de fora do jogo.
«Posso dizer que não foi por uma opção técnica», sustentou, na altura, Marco Paulo, responsável técnico da formação de Belém. Pouco depois, tornou-se pública a ideia de que um acordo verbal na transferência dos jogadores levara a essa situação.
Amanhã, sob orientação de Lito Vidigal, o CF 'Os Belenenses' visita o 5lb, num clássico em que a história ameaça repetir-se, ou seja: uma percentagem detida pelo clube da Luz em relação ao passe de Miguel Rosa e a opção de recompra no que diz respeito a Deyverson, podem afastar os jogadores do encontro desta jornada.
Nada nos regulamentos da competição defende casos deste género e, sejam quais forem os clubes envolvidos, não faz sentido que isto aconteça.
Se um clube não está interessado ou não pode contar com determinados jogadores, a partir do momento em que os cede não deve exercer qualquer tipo de influência para impedir que representem o clube seguinte quando se reencontram. Pior ainda se, de um lado, está um dos três grandes, pois é suposto que a sua força esteja acima de questões desta natureza.
A integridade das competições não vive apenas de um contexto em que não haja resultados combinados. É preciso respeito entre os clubes e os dirigentes devem ser os primeiros a garantir que assim é, caso contrário corre-se o risco de se chegar à conclusão que, no final da temporada, o campeão só foi a melhor equipa porque defrontou alguns adversários diminuídos. E ganhar a qualquer custo não deve ser a meta dos campeões.
»
para finalizar e sem lhe querer tirar muito mais tempo, lanço-lhe uma rápida pergunta à qual, não nego, agradeceria uma resposta da sua parte:
há-de convir que é uma pergunta pertinente e que se foca sobretudo no devido contraditório de matérias que o grupo 'Media Capital Digital' edita diariamente e que têm sido abordadas de uma forma (digamos assim) muito "enviesada", ignorando aquelas premissas deontológicas, referidas anteriormente.
também terá que concordar que a sua resposta a esta questão permitirá elucidar os leitores afectos ao Futebol Clube do Porto no que concerne ao tratamento jornalístico dado ao quotidiano do clube e que o grupo 'Media Capital Digital' insiste que «não é diferenciado».
despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:
somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!
o administrador do Tomo II
Miguel Lima
pergunta)
não acha que é legítimo que os adeptos portistas que, tal como eu, lêem o pasqui... "jornal" onde o sr. luís sobral tão «gloriosamente» escreve, considerem que quem trabalha para o grupo 'Media Capital Digital' não são mais do que uns jornalistas vendidos aos clubes da Segunda Circular, sendo seus autênticos pés-de-microfone e que não passam de uns verdadeiros "invertebrados", cujos Rigor, Ética e Deontologia a que estão obrigados, são diária, quotidia e «gloriosamente» ignorados?há-de convir que é uma pergunta pertinente e que se foca sobretudo no devido contraditório de matérias que o grupo 'Media Capital Digital' edita diariamente e que têm sido abordadas de uma forma (digamos assim) muito "enviesada", ignorando aquelas premissas deontológicas, referidas anteriormente.
também terá que concordar que a sua resposta a esta questão permitirá elucidar os leitores afectos ao Futebol Clube do Porto no que concerne ao tratamento jornalístico dado ao quotidiano do clube e que o grupo 'Media Capital Digital' insiste que «não é diferenciado».
despeço-me, apresentando os meus melhores cumprimentos e reescrevendo a minha ideia final, patente em mensagens anteriores, por ser algo em que acredito:
« sei que "isto" mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto «são 'peaners'»...
mas, também compreenderá que não poderia ficar calado com (mais) esta incongruência do foro do tratamento jornalístico que o seu jornal "brinda" os leitores afectos ao FC Porto diariamente... »
somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!
o administrador do Tomo II
Miguel Lima















