segunda-feira, 22 de abril de 2013

do 5lb ter ganho «limpinho, limpinho»...


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caríssima(o),

não me vou pronunciar (muito) sobre o roubo de Capela que ocorreu no ex-estádio da Lucy - onde a curiosidade reside no facto de, ontem, ter ocorrido um downgrade no «fazer 'isto' por outro lado»: seguindo a História, agora, os roubos são de Capela e já não «de Igreja» (apesar de ter ocorrido numa suposta «catedral» - o que é a segunda curiosidade da "coisa")
o motivo principal para não o fazer... são três: o nosso querido líder já se pronunciou; o caríssimo Vila Pouca também já o fez e de forma incisiva, no seu "dragão até à morte" (em "roubos de Catedral já eram" e em "o despudor dos sem-vergonha"); o caríssimo José Correia, no "reflexão portista", leu-me o pensamento (em "roubos de Capela"). aliás quatro, pois que não me pretendo repetir depois de tanta verdade exposta.
e, para quem ainda tiver dúvidas, deixo aqui um vídeo elucidativo sobre duas evidências e três fotos a propósito de como há "tipos" com uma sorte com os árbitros que lhe calham, numa espécie de "sorte maxi"®:



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depois "disto" tudo, é mesmo de um impudor, um descaramento, uma desfaçatez, vir para uma conferência de Imprensa afirmar
« O treinador do Sporting tem o direito a ter a sua opinião, como eu tenho direito a discordar. O 5lb ganhou limpinho, limpinho! O critério largo do árbitro beneficiou o jogo; foi uma grande arbitragem. »

mas, pronto! há caras-de-pau para tudo; «catedrático» Jorge "Jebus" é um desses espécimes.
a seguir vem o "manuel". explico.
atente-se na seguinte prosa:

«
Um portista a queixar-se da falta de isenção e transparência é o mesmo que um paneleiro queixar-se que lhe foram ao cú!  
Quem tem andado 30 anos corrompendo árbitros? Quem tem vice-presidentes do clube que são chulos e traficantes de carne humana há 30 anos, que oferecem prostitutas a árbitros, a dirigentes, a juízes, a polícias, a tudo o que mexe nos bastidores do desporto português apenas para que o seu clube possa ganhar mais do que os outros? Olha que é preciso ter lata! 
Já pensaram nas tristezas e frustrações que incutiram durante anos a milhões de portugueses com a vossa criminalidade, dos prejuízos que causaram a muita gente? Não pensaram, mas vão pensar! Porque é o que vos vai acontecer! 
A pouco e pouco essas ajudas externas e criminosas irão terminando e depois quero ver a que é que vocês se agarram. Talvez à quinta pata do cavalo marinho. 
O 5lb entretanto, lutando durante anos contra um sistema que impediu o seu crescimento, tem vindo a aprender, sempre a melhorar, pois quanto maior a concorrência maior a melhoria, é dos livros, e atingirá níveis que nunca conseguiria atingir se não houvesse isso.  
Obrigado por serem corruptos, pois tem sido isso que mais tem ajudado o crescimento do 5lb. 
Vocês só têm um caminho: para baixo! É dos livros!

E irão perder ainda mais com o crescimento do Sporting!
»
autor: "manuel"
fonte: o FC Porto é o maior, car@go!
psos negritos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


não consegui passar à frente desta brilhante "pérola". deveria, mas não consegui.
e se "dou voz" a esta abécula (para ser meigo) é só por duas coisinhas, quase insignificantes:

1)

para que, quem vem aqui de Bem e por Amor a um clube comum, perceba por que passam os administradores de blogues portistas.
o "manuel" é um dos anti-portistas regulares nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"®. e um dos anti-portistas primários e mais básicos que "conheço"...

2)

tal como o nosso Presidente, também estou mais pessimista quanto à revalidação do título de futebol.
portanto e na eventualidade de, a partir de Maio, o ar deste "rectângulo à beira-mar (im)plantado"® começar a ficar insuportavelmente irrespirável, com um cheiro nauseabundo a naftalina e/ou mofo, ninguém me lerá a parabenizar o adversário pela conquista de um troféu que para todo o Sempre recordarei como « esse emocionante "campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgicoao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto » (a par do campeonato dos túneis", entre outros) - cuja última vítima é o Roberge (curiosamente... exacto, o próximo adversário para aquele Campeonato).
o motivo? não posso, não consigo e (sobretudo!) não quero dar os "parabéns!" a tipinhos como o "manuel", que representam tudo o que de mais abomino - como que se fossem um asco -, no 5lb: a sua lampiónica massa adepta acéfala.


para finalizar, quem quiser dedicar umas palaBrinhas de incentivo ao "manuel", peço-o para o fazerem na caixa de comentários do post do texto do blogue portista em causa: "arbitragem criminosa", do (muito azul) "o FC Porto é o maior, car@go!".



somos Porto!, car@go!  
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!


beijinhos e abraços sempre, mas sempre!, muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)




domingo, 21 de abril de 2013

em dia de 'derby' da Segunda Circular...


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... este que vos escreve (de antecedência, pois que este final-de-semana é de intensa labuta...),  resolveu trazer à liça uma estória em torno da história de uma final da Taça de Portugal, decorria a época de 1979/1980. 

muitos de vós, portistas com bem mais experiência do sentir o portismo do que eu e/ou dos nossos adeptos mais dragõezinhos, muito provavelmente já se terão apercebido do que esta "posta de pescada irá abordar. é portanto e sobretudo, para as gerações mais novas - onde, de certa forma me incluo, pois que ainda não passo de um puto imberbe (mesmo que nascido na famosa colheita de 1975) - que, com a prosa que se seguirá, pretendo recordar um dos momentos que, para todo o Sempre e de forma indelével, na minha opinião, marcam a História do Futebol lusitano.
mas, do que a seguir virá, é óbvio que não pretendo excluir nenhum portista à nascença, pelo que, desde já, apelo a quem tem mais anos de adepto indefectível e/ou de associado do nosso clube do coração, esse especial favor de connosco (com)partilhar estórias de outros tempos, em que alguns «palhaços» tudo faziam por perpetuar uma instituição (dita) «gloriosa».
fica lançado o repto.

talvez também seja pertinente explicar o porquê de um "texto estórico em dia de um jogo que (acredito) em muito irá decidir o que por aí virá do que sobra deste campeonato - um campeonato que, para mim e independentemente do seu desfecho, será sempre recordado como « esse emocionante "campeonato dos jogadores advertidos com vermelho directo ou duplo amarelo ou quinto amarelo cirúrgico, ao adversário no jogo que antecede o confronto com o clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto »:
eu bem quero «acarditar» que o zbórding tudo fará para (principalmente) não perder ante o seu eterno rival; mas, neste aspecto, terei que ser como S. Tomé e «ver para crer» apenas e só no final da partida.
até lá, estarei com os meus dois pés (bem) atrás para supor (sequer!) que o clube dos Viscondes pretende impedir a agremiação de Carnide de conquistar três preciosos pontos na luta pelo campeonato acima referido.
é que, depois de ver uma "peça jornalística" na abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacional, e sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão, (e espero estar tão redondamente enganado, que tenha que vir penitenciar-me pela frase que se seguirá, mas...) estou bastante céptico num desfecho feliz para o nosso lado.
o motivo principal é o não mais esquecer o que foi a santa aliança dos clubes da capital do império, corria o ano de 1980.

pois que não pretendo ser muito maçudo, nem sequer exaustivo, com as incidências de uma partida que o clube do regime acabou por vencer pela margem mínima - mormente porque, àquela data (Junho de 1980) estava a caminhar para os meus tenrinhos cinco anitos de idade, pelo que dela não me recordo. muito provavelmente o meu saudoso Avô devê-la-á ter trazido à baila numa das nossas imensas conversas sobre a história do nosso clube, mas também não me lembro de quaisquer pormenores em relação à mesma.

porém, ao cirandar na net à procura de imagens emblemáticas para o tema em apreço, deparei-me com uma prosa deliciosa do caríssimo José Correia, no (muito azul) "Reflexão Portista", sob o título "até ia ver os treinos...", estávamos em Dezembro de 2011.
este seu texto aborda, na perfeição, o que foi aquela final e as incidências que a rodearam (e não só...). recordo que a dita ocorreu em Junho de 1980, mas os seus "bastidores" são tão, mas tão actuais... vejam lá que até as cores neles envolvidas não se desbotaram, e por mais "apitos", e "frutas", e "chocolates", e o raio que os parta a todos, sejam inventados - pelo que recomendo vivamente a sua (re)leitura enquanto se aproxima a hora do clássico da Segunda Circular.

(um parêntesis para afirmar que feliz de quem nasceu a partir do advento cibernáutico, que tudo possibilita à distância de um clique. infelizmente e, para mim, este é o reverso de uma mesma moeda, há muitas salutares conversas que se perdem. eu não as troco por nada, e muitas saudades tenho de conversar com o meu Avô...).

para finalizar, três fotografias que marcam o que aconteceu naquela soalheira tarde de Junho, no estádio de Oeiras:

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

carta aberta ao caríssimo Rui Moreira



© Google | Miguel Lima (Tomo II)


caríssimo,

sabe bem a estima e o apreço que nutro pela sua pessoa, bem como do seu portismo - o qual (também) é, para mim, um exemplo, motivo pelo qual é um dos "dragões de ouro" deste espaço de discussão pública, excepto para lampiões.

porém, após a (re)leitura atenta do seu último artigo de opinião "teimosias"na sua coluna PLENOS PODERES, na edição impressa do dia de hoje, no pasquim da Travessa da Queimada, confesso que fiquei um pouco incomodado com as palavras que se seguem:


© pasquim da Travessa da Queimada
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não pretendo ser exaustivo nas razões que se encontram por detrás deste meu estorvo emocional (mesmo que saiba de antemão que aquele será passageiro). mesmo assim,as principais são:

1)

«uma época perdida»?

mas então o meu caro já atirou "a toalha ao chão" quando ainda estamos matematicamente na luta pela revalidação do título (e mesmo com um calendário difícil, se comparado com o do rival, o qual ainda terá que visitar o nosso reduto)? 
sinceramente não estava à espera... 

2)

apresentar um nome de um (desejado) treinador, para uma suposta sucessão e na esperança da sua contratação «tão rapidamente quanto possível», e quando o nosso clube do coração ainda tem um treinador à frente da sua equipa principal de futebol, é (no mínimo) de muito mau gosto.
confesso que também não estava à espera... 

3)

se «o demérito deve ser atribuído a todos os que tomam decisões» (e na eventualidade de uma «época perdida») - e percebo perfeitamente quem são os destinatários de tal mensagem (inclusive os responsáveis por «erros de gestão, [que não são da responsabilidade de Vítor Pereira e que] não podem ser assumidos pela SAD») -, faço votos sinceros para que se retracte na eventualidade (mesmo que remota) de virmos a festejar o terceiro TRI da nossa história.

no fundamental, e rebuscando um meu escrito recente ("das razões do meu coração (apertado)..."),  considero que, no Presente, «todos somos poucos numa luta desigual» para chegarmos a esse bom porto que é a comemoração de mais um título de campeão nacional, mormente quando refiro
« de que nos vale estar(mos) a achincalhar o actual treinador principal da nossa equipa de futebol? se não tivermos presentes as duas premissas referidas anteriormente, o nosso "apoio" será idêntico ao dos assobiadores profissionais que se deslocam ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos e o fazem desde o primeiro minuto de jogo, comportando-se, por vezes, bem melhor do que os adeptos dos clubes adversários. »

é por essa ordem de razões que julgo que o seu escrito, ao invés de ajudar a congregar os esforços necessários para que a massa adepta portista (ultimamente tão dividida...) apoie a nossa equipa do coração, está a contribuir ainda mais para essa tal divisão que se (pres)sente.

sincera e honestamente, e tomando em linha de conta a realidade do órgão de comunicação social onde assina os seus artigos - o qual indubitavelmente se destina à massa adepta do "clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto -, não acha que já não basta a lampiónica bazófia que se reconhece em escritos como os editoriais "é assim que se deve 'ler' o derby" (da autoria de josé manuel "el excremento" delgado), e "a maldição caiu sobre Vítor Pereira" (assinado pelbelenense vítor serpa); ou na entrevista a Manuel Sérgio (admirador confesso das virtudes do «catedrático» Jorge "Jebus"); e também no cínico escrito de sílvio "o senador pateta" cervan "FC Porto moralizado", bem como no mauzinho "o jogo do título", de joão (nada) bonzinho; ou na forma como noticiam o quotidiano afecto ao FC Porto, invariavelmente para nos desestabilizar (por exemplo, se ontem anunciavam a «provável» venda de Atsu, hoje já é o Helton «a traduzir-se num bom negócio»)?
não acha que já basta termos que "gramar pastilha" com um cartoon como o que se segue e nem sequer conseguirmos esboçar um sorriso amarelo?



© abola | Ricardo Galvão
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portanto e pelo exposto, não acha que (também ter que) (re)ler artigos de colunistas afectos ao FC Porto susceptíveis de criarem divisão no nosso seio, são dispensáveis (e, neste aspecto, até estou curioso para saber o que virá por aí na segunda parte do artigo de Paulo Teixeira Pinto "de B a A")?
eu acho que sim; mas tal é a minha opinião. concordo que haja outras, porventura diferentes da minha, e respeito essa divergência de expressarmos o Amor pelo nosso clube (em termos de escrita). agora, não as posso acatar, muito menos compreender e sequer aceitá-las como válidas.

como costumo afirmar, «bem sei que "isto" mais não é do que um desabafo de alguém que gosta de Futebol e é indefectível portista. se comparado, com a situação económica do nosso País, por exemplo, este assunto são 'peanuts'»...
mas também sei e como o poBo costuma dizer na sua popular douta sabedoria, que "quem não se sente não é filho de boa gente". e eu sinto muito o nosso FC Porto, assim como tenho a certeza que o caríssimo também. e é por o saber que lhe destino esta missiva.


na esperança de a mesma chegar ao seu destino e sobretudo, de ser bem interpretada, e parafraseando o saudoso eng. Sousa Veloso, «despeço-me com Amizade» :D