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caríssima(o),
eis que o prometido é devido, e mesmo que um pouco extenso - como já é apanágio.
neste cantinho cibernáutico preza-se muito que "um prometido não seja de vidro"®. portanto, que se deixe cair no esquecimento e se "quebre" tal promessa, que acaba por se tornar vã. e, como já se sabe, o Ilusório, o Fútil, o Frívolo, o Oco e o Vazio, não reinam aqui - tal como a "moina" não reinava na saudosa Curva Sul, no mí(s)tico Estádio das Antas.
mas, chega de saudosismos e vamos ao que (realmente) interessa.
só que e antes de tudo, confesso que tudo tentei mas, à data (2012-12-07), ainda não consegui o artigo publicado na edição impressa do jornal francês L'EQUIPE da passada Terça-feira "Os segredos do eterno FC Porto".
mais uma vez reitero o meu sentido sinal de agradecimento a quem me fizer chegar uma cópia do artigo em causa, que considero merecedor de divulgação junto do nosso Universo azul-e-branco - o qual, há muito que extravasa as fronteiras políticas deste "rectângulo à beira-mar (im)plantado"®.
é por demais sabido que, quem gosta de Futebol, sofre (de uma forma doentiamente saudável e/ou vice-versa) por um clube de futebol.
negá-lo é tornar (mais do que) evidente que também acredita no Pai Natal e/ou no coelhinho da Páscoa e/ou na existência de gambuzinos e/ou na inocência de Vale e Azevedo...
também sou daqueles que acredita que não haja um único jornalista desportivo que não tenha o seu clube do coração, levando-o até a exultar de alegria com a marcação de um golo fulcral no último suspiro da partida, em directo, num programa de televisão onde se supunha que a Isenção era a tónica dominante e numa estação (cada vez menos) pública de televisão.
sonegar este facto é o mesmo que afirmar (ou melhor, blasfemar) que existe imparcialidade na arbitragem, isto é, que até os árbitros que querem ser profissionais não têm um clube que os faça perder o soninho dos anjos quando perde e/ou mostrar regojizo público na obtenção de um golo. convenhamos que exercem um cargo tão desgastante, que têm lá tempo para essas mariquices...
também não sou ingénuo ao ponto de acreditar e/ou acatar que a linha editorial de um órgão de comunicação não se rege por (pre)conceitos economicistas, isto é, de que nunca elegerá notícias de primeira página em função daquele(s) clube(s) que vende(m) mais.
contradizer este facto, é esquecer todas as primeiras páginas do pasquim em causa desde a sua existência até aos dias de hoje. e passar um corrector no que o belenense vítor serpa afirmou, num recente seminário sobre "ética no jornalismo desportivo": «é a ética da sobrevivência, que por vezes obriga a sobrepor os interesses financeiros aos interesses do público».
dou como exemplo, de tudo o que escrevi anteriormente, a actualidade impressa do pasquim da Travessa da Queimada.
todos os que o "consomem" - ora pelo dispêndio de oitenta e cinco cêntimos (quase) diários, seja enquanto piscam o olho aos seus artigos enquanto tomam um cimbalino no café perto do trabalho, ou então pela via da consulta das suas edições impressas em "cantinhos cibernáuticos" como este -, sabem o que aquela casa gasta. e conseguem identificar perfeitamente quem não sofre de arritmias cardíacas sempre que... sei lá... deixa cá ver... olha, assim de repente um jogador de um clube (dito) «glorioso» acerta um petardo no poste, no último minuto de um jogo que está empatado...
(não, não está correcto o que escrevi! quem (a)manda «gloriosos» petardos costumam ser os ilegais que fazem parte daqueles grupos de "bons rapazes" que seguem o 5lb para tudo quanto é túnel. e que, por vezes, até os providenciam em manifestações sociais - com alguns fumos à mistura e tudo... assim é que é mais conforme.)
para quem ainda não sabe, a divulgação dos seus "melhores artigos", que não só referentes ao quotidiano do nosso FC Porto, poderão ajudar a dissipar quaisquer eventuais dúvidas. aliás e como é prática corrente, até os identifico com cores, por forma a facilitar.
esses - mormente nalgumas das suas edições impressas, desde Terça-feira, dia 04 de Dezembro até ao dia de hoje, Sexta-feira, 07 de Dezembro -, seguem logo depois do símbolo do "faceboKas"®, bastando clicar em «ler mais...».
para finalizar esta primeira parte e para quem de vós persiste em não compreender (sequer aceitar!) que haja portistas dos quatro costados que contribuem abnegada e "religiosamente" com oitenta e cinco cêntimos, de forma quase diária, para um pasquim que só nos desprestigia e muitas vezes (inúmeras, até) nos humilha, recomendo a leitura do intróito à minha "posta de pescada"® "dos plenos poderes fora de horas..." - pela actualidade do meu pensamento sobre esta sub-temática, referente ao tema principal da abjecta manipulação da autêntica, da genuína, da real verdade realmente desportiva na Comunicação Social.
beijinhos e abraços (muito portistas de boa leitura)!
e Muito Obrigado! pela tua visita :)




