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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

da nossa 'champions', para hoje...


© google


é o que realmente interessa, hoje.

é a partida mais importante, hoje.

tem o mesmo grau de dificuldade do que um encontro para a 'champions', hoje.

só a vitória interessa, está ao nosso alcance e só dependemos de nós, hoje.

«

Força grande Porto, estou apaixonado

Contigo eu vou a todo o lado.

Orgulho tripeiro, raça de Dragão,

Força grande Porto, vais ser campeão.

»



(o ambiente no dragãozinho é mesmo "incrível". na minha opinião é nosso último reduto de perpetuação da mística do Clube - pra lá daquela salutar convivência e/ou comunhão entre os atletas e a massa adepta. como sempre deveria ser, independentemente da modalidade.)



"disse!"



domingo, 24 de novembro de 2013

de um Sábado em cheio...




caríssima(o),

de facto, foi um Sábado em cheio, como há muito já não tinha.
liBre da labuta do final-de-semana, e com a sogra da minha esposa e esta última a assumirem a "despesa" de tomar conta do Guilherme, aqui o menino teve carta branca para, juntamente com o Afonso, passar um Sábado inteirinho dedicado ao nosso FC Porto.
o "programa de festas" incluiu uma ida ao hóquei, seguido do jogo ante o Nacional, contagiado com a alegria do salutar conBíbio com alguns de vós.
infelizmente não foi o Sábado perfeito - título que tinha idealizado escrever, quando estávamos a caminho das imediações do Dragãozinho.

as razões são fáceis de se explicar: 
no jogo de hóquei, ante a melhor equipa do Mundo da modalidade, a seguir à nossa claro!, houve raça, entrega, dedicação, Querer, vontade de vencer, atitude, comprometimento. desde o primeiro segundo do jogo que quisemos ser melhor do que o Barça - um clube que abomino tanto ou mais do que o Real Madrid, e ligeiramente menos do que o Arsenal. desde o primeiro segundo que fomos à procura do golo, independentemente de quem se deparava pela nossa frente e dos milhões que sobram no seu orçamento, se comparado com o nosso. e, alcançado esse objectivo, não se tirou o "pé do patim" e se "descansou o stick", antes pelo contrário: fomos à procura do segundo e de um resultado que nos garantisse a vitória. foi por este cúmulo de razões que, ao intervalo, vencíamos o todo-poderoso clube catalão por 3-1. e foi pela igualmente enorme segunda parte que acabámos por o golear por 6-2, e contra a vontade da dupla de arbitragem italiana - naquela que foi a sua primeira derrota da época. a nossa equipa soube contagiar o público, que puxou por ela durante toda a partida, numa simbiose (mesmo) perfeita. e, quando o ringue começou a ficar inclinado (e não foi para o nosso lado), houve um jogador que se destacou dos demais e soube colocar "água na fervura": Edo Bosh de seu nome. e tudo num jogo onde muito cedo ficámos privados do nosso "joker", o Reinaldo Ventura.
em suma, contra todas as adversidades e contra a nossa efectiva "besta negra" internacional da modalidade, soubemos "ser Porto" - um sentimento que, no meu entendimento, deveria ser muito mais do um chavão muito em moda, por tudo o que representa, mas enfim...

como escrevi num sms a um de vós, à instantes:
« estou a chegar agora a casa. só tenho a dizer que deveria ter ficado pelo jogo de hóquei. o "resto" segue dentro de momentos e não será agradável de ler. »

é que, "o resto" foi só a perda infantil de mais dois pontos para o campeonato e a antítese de tudo o que atrás escrevi relativamente ao jogo de hóquei. só que quis convencer-me - e o Afonso também - de que aquele jogo contra o Guimarães já era Passado e que, com três semanas para preparar o desafio desta noite, tudo seria diferente. debalde.

não me vou alongar muito mais, pois estou tal e qual como tu: com um enorme melão! não tão grande quanto esse, mas mesmo assim um melão.
portanto, vou acatar a sugestão pertinente de um de vós, com quem me cruzei antes do jogo, de não escrever textos tão extensos, pois torna-se maçudo para quem me visita (e desde que por Bem, bem entendido).
e irei fazê-lo também para meu próprio benefício e não redigir algo de que me venha a arrepender mais tarde - para além de ir, de forma deliberada e contra-natura, ao meu mais recente apelo de união. mas confesso que a demonstração de, no mínimo, tanta incompetência junta está a custar a engolir. e que as dúvidas quanto ao acerto da aposta no actual treinador começam a pairar no meu espírito. e que, nos próximos tempos, o meu apoio à equipa será dado directamente a partir do sofá e/ou da cadeira da sala de estar (dependendo se o jogo é televisionado em canal aberto ou num qualquer streaming manhoso). e que mais facilmente me encontrarão no Dragãozinho do que no Estádio do Dragão.


«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)





segunda-feira, 21 de outubro de 2013

vencer ≠ convencer




«
Utilizámos vários jogadores que ainda não tinham sido titulares e fiquei plenamente satisfeito com a resposta que a equipa deu. Fizemos um jogo determinado, seguro e tivemos bons momentos de futebol. Vencemos de forma justa e natural. 
Os jogadores tiveram resposta séria e estou satisfeito com a resposta. É preciso não esquecer que muitos deles nunca tinham sido titulares. Deram tudo e gostei do que vi. 
A vantagem mínima? É claro que queríamos mais. Queremos sempre mais. Mas foi uma vitória indiscutível.
Os jogadores que foram titulares vão ser o futuro deste clube. Foi bom vê-los actuar. 
Ghilas? Gostei do que ele fez. Procurou o golo, julgo que até que merecia ter marcado. Agora, foi um jogo um pouco ingrato porque as bolas, muitas vezes, não chegavam à zona dele.
Sem ser magnífico, foi um bom jogo. Tivemos posse, dominámos por completo. O Trofense jogou com as linhas muito recuadas. 
Queríamos ter ganho por mais, não foi possível. Mas estou satisfeito com o que vi.
»


autor: Paulo Fonseca
fonte: menosfutebol (2013-10-20)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


«
»
autor: caríssimo Jorge
fonte: Porta19 (2013-10-20)
ps: clicar em cima da imagem para ampliar


caríssima(o),

como afirmei no Sábado, devido a compromissos que me ocupam os finais-de-semana, não pude ver o encontro da nossa equipa do coração, sequer escutar o seu relato.
como sempre, nestas circunstâncias, para lá de procurar o resumo da partida no Porto Canal, procuro inteirar-me do que terá acontecido através do (múltiplo) olhar desse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera, que, para mim, é o mais verídico - inclusive do que «ambos os três» pasquins desportivos que se publicam "rectângulo à beira-mar (im)plantado, sem excepção -, pois que é o dos adeptos, o dos indefectíveis, o dos que estão sempre lá, presentes, dispostos a apoiar o Clube de forma incondicional seja em que circunstância for.
como é habitual, daquelas diversificadas observações, e por muito respeito e estima que todas me mereçam, há algumas que se destacam pela assertividade que encerram, não só em si mesmas, mas sobretudo na obrigação de fazer pensar o seu destinatário, como é disso exemplo o único "baroni" atribuído pelo caríssimo Jorge.


faço votos sinceros para que Paulo Fonseca - a quem, em tempos, lhe prometi uma carta aberta, mas os caríssimos Jeannie Ferrami (a 28 de Setembro) e Vila Pouca (a 02 de Outubro) anteciparam-se (e bem!) a essa minha intenção -, leia o "pulsar" da nossa equipa do coração pela pena dos exemplos acima. ou então, que alguém da estrutura do Clube lhe faça chegar tais pertinentes informações.
é que, em «ambos os três», facilmente constará que a percepção que tem da realidade futebolística actual da nossa equipa profissional não é coincidente com a maneira como os adeptos vêem o futebol que (não) pratica. e eu ainda não me esqueci do (à presente data) único jogo que vi «ao vivo e a cores» no meu teatro de sonhos azuis-e-brancos, e de como também me senti «irrequieto no assento e aborrecido de ver a equipa a jogar»...
quero «acarditar» que, já esta Terça-feira, «o nível de concentração será diferente» e que irá conceder aos seus adeptos uma resposta á altura de tamanha responsabilidade.


para finalizar,  é-me de todo impossível não deixar de comparar a atitude que não vi na nossa equipa de futebol com a estrouta, na equipa de andebol do clube, este Domingo, ante os franceses do Dunkerque (actual segundo classificado da liga gaulesa de andebol).
sem querer ser injusto (no sentido em que desconheço se já não o terá feito), bem que Paulo Fonseca se poderia "inspirar" na moralização das "tropas" ao seu dispor observando a acção de um treinador que, para mim, é um verdadeiro condutor de Homens.


somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

de uma «oportunidade para aliviar a azia»...


© Google


«
O presidente portista não deixou escapar a oportunidade para aliviar a azia que Paulo Bento lhe provocou quando o manteve à distância, por alturas do jogo com o Gabão, ao declarar não admitir a ingerência de dirigentes no seu trabalho. 
Qual o propósito de vir dizer que ele nunca foi opção para treinar o FC Porto ?
Sinceramente não me lembro de ter lido ou escutado alguma notícia que tal tivesse sugerido.
 
Qual a ideia de descobrir tantos talentos na equipa nacional e de considerar « quase ridículo » eventual cenário de não apuramento ?
Provavelmente isolar a figura do seleccionador e colocá-lo a jeito na linha de tiro...
 
Tratou-se de intervenção apressada e de conteúdo vazio: de nenhuma ironia e alguma provocação... para incomodar.
»
autor: fernando guerra
fonte: um coiso lampião (2013-10-15)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

é certo que o nosso querido líder «incomodou» a besta lampiónica que vegeta bem lá no âmago do espírito mesquinho (qual «gente rude do campo») do sr. fernando guerra, o qual lhe dedicou o parágrafo acima reproduzido (e na íntegra, para memória futura).

também é indubitavelmente verdadeiro afirmar-se que a «azia» do sr. fernando guerra, pela perda de um bicampeonato que todos os lampiões consideravam ganho (sobretudo o da época transacta), ainda (lhe) custa a «aliviar», tal deve ser o tamanho do melão.


talvez seja por se (pres)sentir tal fel naquela guerrinha acima é que compreendo que, em relação à questão de não se lembrar de «ter lido ou escutado alguma notícia que tivesse sugerido» a possibilidade  de Paulo Bento poder treinar o nosso clube do coração, o sr. fernando se tenha "esquecido" das que se seguem - encontradas com bastante tranquilidade e sem grande esforço -, as quais reproduzo os seus títulos e/ou manchetes para lhe avivar a Faculdade pela qual o Espírito conserva ideias e/ou imagens, ou as readquire sem grande esforço. é que, como afirma o outro nojentinho da Segunda Circular, « a certa altura, temos algumas dificuldades... é normal »...



© Google Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)


ainda lá para os lados da Segunda Circular e a propósito das mais recentes notícias em relação à trapalhada Machete & Angola, e tendo em consideração que o actual ditado... presidente angolano afirmou:


«

Angola tem relações estáveis com quase todos os países do mundo, com muitos deles tem uma cooperação económica crescente e com benefícios recíprocos. 
Só com Portugal as coisas não estão bem...
Têm surgido incompreensões ao nível da cúpula e o clima político actual, reinante nessa relação, não aconselha à construção da parceria estratégica antes anunciada...

»


legitimamente pergunta-se:
o que será da agremiação de Carnide se, assim de repente, deixar de jorrar «petróleo» ?  
será o início do seu fim?



© Google


para finalizar,  um alerta pertinente.

vou esperar pacientemente impaciente pelo desfecho de um inquérito solicitado pela Associação de Basquetebol do Porto, a propósito dos incidentes que envolveram o nosso capitão no restaurante da agremiação de Carnide, o qual, à data e hora a que escrevo estas linhas, ainda não foi deferido pelo órgão federativo competente - mais de noventa e seis horas depois...

acontece porém, que as movimentações dos que preferem « fazer 'isto' por outro lado » já se fazem sentir, e tal como o caríssimo 'doctor J.' já o salientou, num oportuno comentário.

apenas refiro que a versão lampiónica do acontecimento baseia-se na construção de um cenário em que (e cito o que se lê por variadíssimos locais em que a lampionagem é pródiga em se fazer passar por Goebbels) : 
« o que realmente terá acontecido foi o empregado ter acidentalmente derramado sopa para cima desse indivíduo que, acto contínuo, o começou imediatamente a insultar.  
felizmente que, nessa altura, entrou um grupo de pessoas para almoçar e que gentilmente convidou o Nuno Marçal a sair, dado que não se comportou com a cordialidade e Educação que são devidas num espaço público »

é óbvio que foi mesmo isso que aconteceu e que quem prevaricou foi o Nuno Marçal, concubinado com a sua actual equipa, que se retirou por receio daquele «grupo de pessoas» certamente que cordatas, educadas e civilizadas, como é apanágio lá pelos lados de Carnide.

acontece que eu não penso como os "manuéis" que por aqui insistem em gravitar, pelo que ainda não consegui parar de me rir com esta estorieta da treta que (in)tentam fazer passar por verídica - a fazer lembrar estrouta, que se terá passado no Dragãozinho, há dois anos, e envolveu um elemento das forças de segurança.



somos Porto!, car@go! 

«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

de o nosso orgulho ser sempre superior a um «prato de sopa»... [actualizado]



caríssima(o),

quem me conhece sabe bem que não gosto de replicar notícias, "só porque sim".
mas, a que se segue, por ser demasiado "evidente" e depois de saber, por fonte segura, que o nosso Capitão está bem de saúde (pois que, apesar de não estar no nosso meio, nunca deixará de o ser), não me merece mais comentários do que este - e desde já te peço desculpa pelo seu (eventual) teor (demasiado?) ofensivo:
filhos de uma grandessíssima put@! 
que vos cresça um pinheiro atravessado no cu por cada pingo de sopa derramado! 


«
Um grupo de cerca de 15 adeptos do 5lb insultou e humilhou o jogador Nuno Marçal, do Maia Basket, depois da partida desta equipa com o Ovarense, disputada anteontem no pavilhão da Luz.
Após disputar as meias-finais do troféu António Pratas, a equipa maiata dirigiu-se ao restaurante Terceiro Anel para jantar e foi confrontada com a presença do grupo.
« Dirigiram-se a mim de forma agressiva e disseram-me que eu não podia jantar ali. Depois, um dos adeptos pegou no meu prato de sopa e entornou-mo na cabeça. Ainda consegui desviar-me e apenas fui atingido na orelha e no pescoço », revelou Nuno Marçal ao pasquim da Travessa da Queimada, que não chegou a apresentar queixa. « Fui insultado, mas consegui controlar-me e não quero dar muito destaque a esta situação bizarra », adiantou o antigo capitão do FC Porto. 
Acto contínuo, toda a equipa maiata abandonou o restaurante pela porta das traseiras, enquanto o presidente do clube, Rui Lopes, ligou para o 112 para pedir protecção policial.
»
fonte: mística do dragão (2013-10-14)
psos negritos, os sublinhados e os itálicos são da minha responsabilidade.


«
« Estávamos a jantar no restaurante designado pela organização da prova [troféu António Pratas] e estávamos sentados à mesa. Apenas nos tinham servido a sopa e as bebidas, quando fomos interpelados por uma pessoa que nos disse que o Nuno Marçal não podia estar ali. Depois apareceram mais pessoas e despejaram a sopa em cima do Nuno Marçal, causando-lhe queimaduras », contou Rui Lopes, presidente do Maia Basket, ao pasquim do sr. quinzinho oliveirinha.
E prosseguiu:
« Ligámos ao senhor Pinto Alberto [vice-presidente da Federação de Basquetebol de Portugal], a única pessoa que nos tentou apoiar e aguardámos. Ele disse-nos que não estava a encontrar os seguranças do estádio. Ligámos ao 112, chamámos o carro patrulha - não porque tenhamos sido agredidos, mas porque estávamos sozinhos e não sabíamos o que poderia vir a acontecer. Às 22h15 deixámos o local e fomos jantar às Caldas da Rainha ».
O dirigente maiato faz questão de separar as águas e culpa o futebol: « Não queremos guerras com o 5lb. O 5lb não tem culpa que os adeptos tenham este tipo de comportamento. O que pedimos é que nos respeitem e se preocupem connosco. Nós também não somos responsáveis pelo que outros fazem, mas nunca abandonaríamos uma equipa em nossa casa... Vamos fazer uma exposição à Federação Portuguesa de Basquetebol, ao 5lb e à Associação de Basquetebol do Porto », esclareceu.
« O que nos entristece é que isto significa que o futebol se mistura com o basquetebol... Estes não deveriam ser adeptos do basquetebol porque no pavilhão estava muito pouca gente... Isto são rivalidades entre o 5lb e o FC Porto, e que com certeza vêm do futebol », disse ainda.
« Uma palavra ao Nuno Marçal, que é um ícone da modalidade e que não ficou mais pequeno por ter vindo jogar para um clube pequeno. Deu um passo atrás na sua carreira para continuar a fazer o que mais gosta. E quero agradecer aos meus jogadores que se comportaram como Homens, não reagiram às provocações e estiveram solidários com o Nuno Marçal », finalizou.
»
fonte: reflexão portista (2013-10-14)
psos negritos, os sublinhados e os itálicos são da minha responsabilidade.


e pugnam estes nojentos do car@lho pela verdade desportiva e pelo fair-play...
(ai!, é verdade! informam-me que afinal é «apenas e só» pela "verdade desportiva", pois que, para os lados dO Carnide, o «fair-play é uma treta»)



actualização às 23h38m, de 14 de Outubro de 2013:


«
A Associação de Basquetebol do Porto [ABP] requereu à Federação Portuguesa de Basquetebol [FPB] a abertura de um inquérito às agressões a Nuno Marçal, jogador do Maia Basket Clube, verificadas no sábado à noite, em Lisboa. Em missiva dirigida a Mário Saldanha, presidente da FPB, a que a agência Lusa teve acesso, a direcção associativa portuense estranha « o facto de não estar presente nenhum representante do clube organizador, bem como nenhum elemento da FPB no local onde decorreram os incidentes ».
« Os contornos que levaram um grupo de energúmenos afectos ao clube organizador, que cobardemente insultaram e agrediram o atleta internacional, Nuno Marçal e a equipa de que faz parte, o Maia Basket Clube, são de total repúdio e de revolta pela forma como, quer física quer psicologicamente, tentaram intimidar todos os elementos daquela comitiva », refere a nota.
Para a direção da ABP, « tais atitudes, pela forma humilhante e provocatória de que foi vítima o Nuno Marçal e o Maia Basket, são graves de mais para passarem em claro ». Por isso, « a ABP exige que a FPB abra, de imediato, um inquérito para apuramento dos factos e para que, uma vez mais, a culpa não morra solteira », e termina louvando o comportamento da comitiva do Maia Basket « pela postura cívica demonstrada no decorrer dos lamentáveis incidentes ».
»
fonte: pasquim do 'Quim oliveirinha (2013-10-14)
psos negritos, os sublinhados e os itálicos são da minha responsabilidade.


à hora em que redijo estas linhas actualizadas, na página oficial da FPB e na coisa oficial da agremiação de Carnide, o silêncio impera - ao invés das caixas de comentários relacionadas com a notícia em causa, e em «ambos os três» pasquins desportivos nacionais, onde o Absurdo impera.

mais:

para que percebam o quanto um administrador de um blogue afecto à nossa cor sofre, na caixa de comentários benevolentemente concedi "quinze segundos de fama" a um lampião bastante conhecido por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera"® fora
e é um dos mais "suavezinhos" que vou recebendo...


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)




quinta-feira, 6 de junho de 2013

é tempo de dar uma [actualizada]...


© Google


prometo ser breve! 
(na "pausa", pois claro :D )

estarei de regresso ao teu conBíbio a 11 de Junho de 2013 - espero que ainda a tempo do anúncio do (novo?) treinador da equipa principal de futebol profissional, do nosso clube do coração :D

até lá, até esse momento, 
« façam o favor de serem felizes! »
(e mai' nada!)



© Google

post scriptum pertinente:


«
a cereja em cima do dragão
[...] 
Na 'final-four', o 5lb venceu com mérito. Tinha tudo contra ele: nas meias-finais, o campeoníssimo Barcelona; na final, o rival português e em casa deste. Sim!, em casa do FC Porto, pois o recinto era tudo menos neutro, como é regra geral em finais em que a lotação é dividida entre os clubes. Os corajosos lampiões - uma minoria (150 bilhetes disponibilizados pelo "neutríssímo anfitrião"...) - só viram a segunda parte. E julgava eu que uma final destas era preparada pela federação europeia... 

[...]
»
autor: bagão "papa hóstias" félix
fonte: um coiso lampião (2013-06-06)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


«
[...] 
«Destaco o empenho, a competência e a dedicação que o FC Porto colocou na organização do evento. E o bom senso dos dirigentes de ambos os clubes que permitiram que o desafio seja jogado e possa ser uma grande campanha para o hóquei em patins. O 5lb não cumpriu (com o pedido atempado do número de bilhetes) e o FC Porto entendeu colocar os bilhetes à venda, pois era importante o público ter acesso ao jogo», disse Fernando Graça, presidente da Confederação Europeia de Patinagem (CERH). 
Luís Trindade, responsável do 5lb, refutou «incúria ou esquecimento» na questão dos bilhetes, ressalvando que, no momento de dever comunicar o seu pedido à organização, ainda «não tinha condições de dizer o número de ingressos pretendidos»
Pela PSP, o Intendente Sousa Ribeiro destacou a «capacidade organizativa» do FC Porto, garantindo que «todos os requisitos da CERH foram cumpridos», e revelou que «a magia para os bilhetes foi aprovar a introdução de mais 150 lugares no pavilhão, sendo necessário garantir as posteriores questões de segurança adicional e a aprovação do recinto pelas entidades internacionais do hóquei em patins».
[...]
»
fonte: Diário de Notícias (2013-06-02)
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


ameaçaram não comparecer na final, invocando (entre outras) razões de índole de segurança. venceram a final e em casa do rival. nada lhes aconteceu, nem sequer aos ilegais que acompanharam a sua equipa. aliás, os ilegais tiveram direito aos bilhetes que tanto reclamavam ter direito, e mesmo não tendo cumprido «com o pedido atempado do número de bilhetes». a capacidade organizativa do FC Porto foi elogiada por todas as entidades.
mas o que é que o "papa hóstias" quer?  
mas quem é que julga que é? 




domingo, 2 de junho de 2013

não desligámos a luz...


© agência lusa


caríssima(o),

acabei de (re)ver a final da Liga Europeia, em hóquei em patins.
se é verdade que "as árvores caem de pé", também não o é menos que "nunca nos devemos achar demais pois tudo o que é demais sobra; tudo o que sobra é resto; e tudo o que é resto vai para o lixo".

ou seja: 


claudicámos no momento em que não o poderíamos fazer, com o brio que nos assiste. sei que os nossos jogadores foram inexcedíveis na Entrega, na Garra e no Querer, assim como também sei que tudo tentaram para levar de vencida o clube visitante. desta vez e mesmo com o élan de jogarmos em casa, não fomos superiores, pois houve quem tivesse sido ainda mais.
e este último factor - o de termos jogado no nosso reduto -, desemboca em algo que me desagradou e que me foi dado assistir (mesmo que em diferido): a presença de uma «certa e determinada» sobranceria, muito próxima da Soberba que é tão característica lá para os lados de Carnide e de uma agremiação (dita) «gloriosa». no meu entendimento, principiou na arrogância desmedida de alguns de nós, que considerámos que o encontro da final "seriam favas contadas", e terminou nalguns dos comentários da transmissão do Porto Canal, a insinuar que já haveria festa programada, ainda o cronómetro marcava quinze minutos de jogo (e ao décimo sétimo falhámos uma grande penalidade e os coisinhos empataram a três bolas no contra-ataque que se seguiu)...


em relação à transmissão televisiva do encontro em causa:


um "dois-em-um" nunca é bom para todas as partes envolvidas, pois que haverá sempre uma que sairá em perda (quando não são todas elas). portanto, se o privilégio era o directo do encontro de hóquei, no meu entendimento o resultado do encontro da equipa de andebol deveria ser actualizado (i) ou em comentário, (ii) ou em nota de rodapé, (iii) ou em «ambas as duas» situações. 
querer fazer tudo e ao mesmo tempo, para mim, não deu e dei comigo, a meio da segunda parte da partida, a preferir o silêncio dos comentários do segundo canal da estação (cada vez menos) pública de televisão e a informar-me do resultado do encontro de andebol no segundo canal de televisão (mais do que) oficioso do "clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto".. 


sobre o final da partida:


consta que houve quem tivesse emitido um comunicado, madrugada adentro, alegando falta de «condições de segurança». do final da partida em causa, não houve (à data e hora) quaisquer indicações de situações menos próprias, como as que lamentavelmente se verificaram no encontro de juvenis - com «incidentes» a motivar séria reflexão por parte de quem de direito (mas não posso deixar de considerar que é curiosos como, nos últimos anos, estas merd@s têm sempre um clube como denominador comum, seja em que modalidade for, seja em que escalão for, seja em que condição for).
também não há quaisquer relatos de termos desligado as luzes, de termos ligado o sistema de rega (difícil, tratando-se de um pavilhão, mas não impossível), de termos sido indecorosos para o visitante, de os nossos jogadores não terem vitoriado o novo campeão europeu, de termos quebrado o protocolo (e abandonado o recinto mais cedo, não assistindo à entrega do troféu que tanto ambiocionamos).
antes pelo contrario: o Amor imperou no dragãozinho, sem reservas e sem que alguém o impedisse.
é (também) nestas alturas que marcamos a diferença para os nossos arqui-rivais.


sobre o Pedro Gil:


vibrou connosco como um portista que é e certamente que saiu desolado com o resultado final como qualquer um de nós. ainda retenho a imagem da exultação com o quinto golo portista...
e porque é oportuno e pela pertinência que encerra, partilho contigo a (breve) troca de sms com um de vós:

sms 1: 
« triste pelos rapazes do hóquei... mas viste o Pedro Gil na bancada, a festejar quando empatámos perto do fim? se eu mandasse alguma coisa, ele voltava já este ano (caso ele ainda queira)... » 
resposta: 
« estou a rever o jogo no Porto Canal. mas já percebi que perdemos. só estou a (re)ver as incidências da partida para poder escrever sobre o assunto. o Pedro Gil é catalão de nascença, mas portista de gema. » 
sms 2: 
« então passa para a incidência do pós 5-5. o homem é mesmo um de nós e deu para confirmar ontem que é mesmo o melhor do Mundo: quase que nos estraçalhava (sem festejar) »



para finalizar e tal como um dia afirmou Henry Ford, "o insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência".
mesmo assim e sem falsas modéstias, prefiro citar-me, aos 3'25'' do tempo extra: "ora fod*-se!".



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sábado, 18 de maio de 2013

«o Campeão voltou!»


(clicar na imagem para ampliar)



caríssima(o),

menos de vinte e quatro horas depois, o Dragãozinho voltou a soltar labaredas, pois que a nossa equipa profissional de hóquei em patins levou de vencida a agremiação de Carnide por uns esclarecedores 7-3 (sendo que, a vinte minutos do final da partida vencia por 7-1, com um parcial inicial de 4-0 em "apenas" quinze minutos).
assim sendo:

o Futebol Clube do Porto sagrou-se  

CAMPEÃO NACIONAL de hóquei em patins



portanto é justíssimo que se reconheça:

"Parabéns!" aos profissionais dedicados do clube, sobretudo aos hoquistas, equipa técnica e corpo dirigente
(mas, com o meu destaque especial para a energia do seu treinador principal, Tó Neves: um Campeão digno e genuíno)

também quero afirmar, sem sobrancerias e soberbas bacocas, que aquele resultado que só peca por escasso, tal foi o nosso domínio, o Querer vencer, a inacreditável arbitragem (mas tão inacreditável, que folgo em saber que felizmente que só dependemos de nós para fazer história, outra vez) e o (in)tentar repor justiça num interregno em que as "meninas" abaixo estiveram ausentes do nosso manto sagrado pelas razões sobejamente conhecidas:


 
© Google
(clicar na imagem para ampliar)


e agora, se me permites, para além dos justos festejos, estarei em "estágio" (mental e sobretudo emocional) até à derradeira final deste final-de-semana, que se disputará já amanhã, em Paços de Ferreira. :D


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