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domingo, 16 de novembro de 2014

dessas «arbitragens de nível agradável»...


© google | Tomo II


caríssima(o),

nesta pausa para compromissos da Selecção, o verniz estalou na arbitragem tuga.
tudo começou com essa (sobretudo «estratégica», de acordo com jorge coroado) entrevista que o benfiquista Pedro Proença concedeu ao lixo tóxico do grupo cofina, na qual, entre outras, afirmou que «está instalado o caos» na arbitragem...

com o estrondo causado por aquelas declarações, o (actual) Presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, viu-se na necessidade de comparecer a terreiro, num local que já deixa poucas dúvidas à saciedade sobre as suas intenções: o canal (cada vez mais muito pouco) público de televisão.
fê-lo na passada Quinta-feira, sendo que, da sua entrevista, destaco a seguinte passagem:

© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)


é perfeitamente "natural" que o sr. pereira não se recorde de um dos jogos mais polémicos do actual campeonato.
é perfeitamente "natural" que o sr. pereira não queira comentar a avaliação de «2.0» atribuída ao árbitro daquele encontro - um juiz internacional, diga-se de passagem...
é perfeitamente "natural" que o sr. pereira (ainda) não sinta necessidade de «fazer balanços» tal e qual como no primeiro terço da época de 2010/2011 - precedente que abriu e não mais repetiu desde então, curiosamente após uma polémica arbitragem em Guimarães, que envolveu (também) a agremiação de Carnide...

e é perfeitamente "natural" que o sr. pereira não pretenda nada disso na exacta proporção que medeia a nossa distância para o primeiro classificado, na actual classificação do campeonato.
agora, o que o sr. pereira não pode é tomar-nos por tolos: a mim e a todos os portistas. é que, sem pretender ser novamente exaustivo, como o fui aqui, eu recordo-me muito bem de (pelo menos) três partidas em que a nossa equipa do coração se viu envolvida e em que as arbitragens foram, de facto, «de nível agradável», mormente para quem (ainda) lidera o campeonato e como a imagem que se segue o comprova:

© google | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)


portanto, só posso concordar com Jorge Maia, em OJOGO deste Sábado, quando afirma que «é inevitável pensar que talvez Pedro Proença tenha alguma razão».


para finalizar, não fui indiferente à partida desta Sexta-feira, no 'allgrave'®, em que esteve envolvida a "equipa (que decididamente não é) de todos nós"®.
no meu entendimento, o jornalista espanhol do 'as' sintetizou o que aconteceu naqueles noventa minutos de bloqueio e que, na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, só a muito custo e com extrema dificuldade conseguiram transpor para uma chamada digna na capa deste Sábado e conforme se perpetua nas imagens abaixo:

© ojogo
(clicar na imagem para ampliar)


© pasquim da Travessa da Queimada
(clicar na imagem para ampliar)


de facto, nos dois últimos jogos da Selecção, não fosse o 'mustang', e «o gajo do costume» teria ficado a zeros...


"disse!"



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

porque rir é (mesmo) o melhor remédio...


pois então, fico à espera das piadolas dos brejeiros do costume:


© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)


de alguém inteligente mas que, para mim, será sempre uma best@:


© pasquim editado pelo sr. serpa
(clicar na imagem para ampliar)



"disse!"



sexta-feira, 27 de junho de 2014

de um adeus bem português... [actualizado com 'brasão abençoado']


© google | kosta de alhabaite

«

[...]

Não tu não mereces esta cidade não mereces
esta roda de náusea em que giramos
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual
esta nossa razão absurda de ser

[...]

»


caríssima(o),

socorro-me daquelas palavras geniais de "um tal" Alexandre O’Neill para manifestar todo o meu desalento pela prestação (nada) nacional da equipa dos amiguinhos de Paulo Bento, em terras de Vera Cruz...
depois de ter assistido à partida frente ao Gana, de facto, estou com o poeta: não merecemos passar à fase seguinte, num Mundial em que só nos apurámos via 'play-off', ante a Suécia "de" Zlatan Ibrahimović, em dois encontros em que o "nosso" "CRtriste"® esteve intratável, depois de termos disputado um grupo de qualificação com as congéneres da Rússia, Israel, Azerbaijão, Irlanda do Norte e Luxemburgo, no qual sofremos uma derrota (frente aos russos) e três embaraçosos empates (frente à selecção do 'Ulster' e aos israelitas). convém sempre recordar estes factos aos "patrioteiros" que visitam este espaço a questionar a minha portugalidade.
no fundo e sem qualquer sobranceria bacoca, merecemos «esta pequena morte», sobretudo porque fizemos por merecê-la.

mais: 

depois do encontro de ontem, por um lado, ainda bem que ficámos pela fase de grupos, pois, tendo em conta a comprovada "frescura física" dos jogadores, estaríamos habilitados a sofrer nova humilhação, desta feita ante a nossa congénere belga - a "do" embirrento e birrento Defour, "o tal" que fez de tudo para ser titular no plantel do FC Porto, em ano de Mundial e que, vai-se a ver, fez-se expulsar por uma entrada digna de um qualquer super-maxi da nossa comezinha liga, num total de uns singelos quarenta decepcionantes minutinhos no Brasil... aliás, estou curioso para saber qual será a sua nova tatuagem sobre estes... factos...
por outro lado, ainda bem que também ficámos por aqui, pois que já era por demais evidente algum desconforto, em algumas das vedetas "de" Jorge Mendes, por ainda não poderem estar efectiva e comprovadamente de férias (apesar de se encontrarem num destino turístico mundial, por excelência...).

mais ainda: 

seria conveniente que aqueles mesmos adeptos "patrioteiros" tivessem conhecimento do historial da selecção em fases finais de Mundiais, por forma a evitarem algumas afirmações (no mínimo) erróneas.
para que conste, à data, em 26 jogos disputados, correspondendo à presença em 06 fases finais, temos 13 vitórias, 04 empates e 09 derrotas; 43 golos marcados e 29 golos sofridos; por três vezes passámos a fase de grupos (em 19662006 e 2010); só por duas vezes lográmos atingir as meias-finais da competição (em 1966 e 2006)


finalizando este (pelo menos, para mim...) não-assunto acerca da "equipa que decididamente não é de todos nós"®, ainda bem que nos quedámos por esta etapa, pois que, só assim, se pode tomar conhecimento de alguns dos "invertebrados" da nossa praça jornalística, mormente daqueles que, na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, ainda "os tais" amiguinhos de Paulo Bento estavam nos 'states', e já teciam loas como se tudo fosse perfeito e inquestionável e, na presente data, até já nem sequer duvidam das condicionantes climatéricas brasileiras e da sua influência no «sub-rendimento» das "nossas" (pseudo-)vedetas...
para se aferir do que escrevo, sugiro, como termo de comparação, do escrito quérulo do sr. fernando guerra, a 19 de Junho, com o seu actual silêncio (fúnebre? lúgubre? abafadiçotaciturno? maçado? )...

entretanto, porque hoje «é Sexta-feira, yeah!», e para quem estiver interessada(o), na segunda parte desta "posta de pescada"®, deixo-te (também) com o que "de melhor" se publicou no pasquim editado pelo "belenenese" do sr. serpa.
tal acontecerá já a seguir, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo, logo depois do «gosto» do "faceboKas"®.


"disse!"


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Beto, meu caro...





© google


... Portugal, esse "rectângulo à beira-mar (im)plantado"®, não merece(u) as tuas sentidas lágrimas.

«As lágrimas foram por tudo: queria continuar, queria ajudar... Sou assim..»


és bom demais, Beto. 

mesmo!


forte abr@ço 

(solidário com toda a tua frustração)

Miguel Lima | ℙΣ₦₮∀ ➀➈➆➄℠



três meses depois...


© google

caríssima(o),

e começou a revolução no plantel do nosso clube do coração, com a partida oficial de Fernando Reges para Manchester - a qual já se previa desde Janeiro último, estando até antecipada, no decurso do dia de ontem, graças a esta imagem de marca...
tal como muitas(os) de vós já o proferiram publicamente, também eu estou grato ao nosso "polvo" por estes últimos seis anos de dragão ao peito, pelo que só lhe posso desejar "muitas felicidades!" para a sua nova aventura «excitante» nos citizens.
sobre quem o poderá substituir, estou certo que será (no mínimo) competente o suficiente para desempenhar cabal e eficazmente a posição "6". é que eu recordo-me (muito) bem do que se aventou aquando da saída do pesetero Assunção para o Atlético de Madrid e do que a teimosa da Realidade viria a confirmar...


(clicar na imagem para ampliar)

«

então, pá! o que é que tens a dizer das transferências do teu clube corrupto?

»


esta foi a parte "mais simpática" de um e-mail que um energúmeno de um lampião (pleonasmo propositado) me enviou, a propósito do teor da notícia acima.

portanto e a ver se eu percebi bem:

um ilegal da agremiação de Carnide, a qual negociou de uma forma tão "transparente" o saudoso Roberto (entre outros) e que é conhecida pela sua transparência negocial (inclusive junto do regulador), arvora-se em paladino e arauto das boas práticas contratuais... então, está bem...

posto "isto" desta forma, o que eu tenho «a dizer» acerca da notícia em causa é o mesmo que os ilegais da agremiação de Carnide costumam aventar nestas situações, quando a "pimenta lhes chega ao cu", bem como aos calimeros da agremiação do Lumiar: «investigue-se» e decida-se em conformidade.


© LPFP | Tomo II
(clicar na imagem para ampliar)


e, já que me referi aos calimeros, eis dois comunicados "fresquinhos": o comunicado nr. 398, de 25/06 (publicado na página da Liga) e o comunicado nr. 393, de 17/06 (publicado na página da FPF).

sobre o primeiro comunicado, recordo a suspensão «por um mês» do nosso querido líder por ter proferido, em entrevista ao "torto canal", e a propósito da arbitragem idónea de Rui Silva, no campo da Amoreira, que se assistiu a «uma arbitragem inacreditável, a fazer lembrar Inocêncio Calabote. Não me lembro de uma influência tão grande da arbitragem num jogo».
já para o "reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia"®, "a coisa" não se fez por menos, e para lá dos dislates do burro do Carvalho, que foram vários ao longo da época e sempre a "roçar" a má-criação, a maledicência e o enxovalho, o que realmente é de enaltecer é a punição da "peça jornalística" «quem é quem no Conselho de Arbitragem da FPF».

em todos os casos citados, o que se lamenta é a demora de mais de três meses para se julgarem situações cuja desejada celeridade seria necessária e, claro!, sempre bem-vinda.

sobre o segundo comunicado, o qual reporta a violações dos art. 127º do Regulamento Disciplinar da Liga («inobservância de outros deveres») e art. 61º do Regulamento de Competições da Liga («reserva de camarotes»), mais uma vez se comprova quem teve razão nas reclamações que apresentou - recordando, para o efeito, o que foi aventado no comunicado do FC Porto "manual de boas maneiras para viscondes":

«

Separar os elementos da administração de um clube rival é um comportamento sem precedentes no futebol português, mas que deve fazer parte de um qualquer manual de boas maneiras a que só distintos "viscondes" têm acesso. 
Só estranhamos as das pessoas sentadas nos lugares adjacentes aos que estavam destinados aos nossos administradores: não pareciam saber francês, nem sequer tocar piano. Eram assim como que… qualquer coisa entre o pirata de argola na orelha e o rufia de filme de série B...

»


para finalizar, "gostei" muito de ter ouvido (e lido) as seguintes declarações, em consonância com as do «chantagista» humberto coelho:

© ojogo | FC Porto para sempre
(clicar na imagem para ampliar)


estás em grande, "Paulinho"

em grande, mesmo!



"disse!"



segunda-feira, 23 de junho de 2014

para ti, Paulinho, com "muito amor"...


© zerozero

«

Entrámos a ganhar e a primeira parte correu num registo de jogo controlado para nós. 
As equipas estiveram com estratégia idêntica. Tivemos algumas dificuldades em contrariar a dinâmica dos Estados Unidos, sobretudo a que caiu sobre o nosso lado esquerdo, o que corrigimos ao longo da partida. 
Sofremos um golo de bola parada e outro com alguma infelicidade... Não me parece que os Estados Unidos tenham tido mais oportunidades do que nós. 
Há que jogar o último jogo e não perder o profissionalismo e o carácter.

»


fod@-se, Paulo: não me lixes, pá!!
não me queiras atirar areia para os olhos, com aquelas tuas palavrinhas ao microfone da "estação (cada vez mais, muito menos) pública de televisão"®, que não foi esse o jogo que eu vi, mesmo que em diferido e já depois de saber o resultado final. e por muito "boa imprensa" que ainda vás tendo, olha lá que não sou o único a considerar que não jogámos um car@lho!  
portanto, não sejas uma "autêntica besta" - ou 'douchebag', em "inglês norte-americano" -, ainda mais do que já és, e faz jus ao «profissionalismo» e ao «carácter» a que te referes naquelas declarações: assim que regressares da aventura em terras de Vera Cruz, demite-te de um cargo que, em definitivo, não te assenta. 
atenção que não me queixo (só) de não termos jogado nada, nem de termos sofrido golos estúpidos, nem das perdidas escandalosas que tivemos, nem de termos simulado que seríamos uma selecção à altura dos acontecimentos. a forma como fomos apurados, a campanha que se urdiu em torno da selecção e a convocatória que tu fizeste, nunca me enganaram...  
portanto, mais do que os insultos que mereces que te sejam dirigidos, mas que não farei por (i) pura perda de tempo e por (ii) seres demasiado estúpido para seres insultado, estarei na primeira fila a aplaudir-te assim que o fizeres, conforme imagem que se segue:



para finalizar, deixo-te com uma galeria de imagens animadas (vulgo 'gif's') e bastante sugestivas sobre os insultos que mentalmente já te dirigi desde o primeiro minuto em que ocupaste o cargo em causa. elas encontram-se dispostas um pouco "à bruta", assim como tu e à tua imagem, a partir de um 'no pare, sigue, sigue' ali mais abaixo, logo a seguir ao «gosto» do "faceboKas"®...

"disse!"


actualização às 16h37m, de 24 de Junho:


(clicar na imagem para ampliar)


quinta-feira, 19 de junho de 2014

de uma imagem que marca... [actualizado]


© marca


post scriptum :


«

Intervalo, por favor, no coro maldizente. 
A Alemanha ganhou porque foi melhor, muito melhor, ponto de exclamação! Aliás, bastava uma revisão rápida sobre o histórico das duas selecções para se concluir ser ténue a margem lusa de sucesso, em face do desequilíbrio em termos de resultados entre os dois países: 03 vitórias em 17 jogos, sendo que a última aconteceu há já 14 anos... Portanto, outra derrota lusa, dentro da normalidade. 

O que custou, isso, sim, foi a maneira como se perdeu. Ou seja, a uma Alemanha "inflamada", preparada para reagir a temperaturas e humidades excessivas e que fez com imenso cuidado o trabalho de casa, deparou-se-lhe um Portugal de músculos doridos, sujeito a regime de concentração em local considerado desajustado, e que está a suscitar reparos de vários quadrantes, numa reacção genuinamente portuguesa. De repente, descobriu-se que eles se treinam no pico do calor e nós em horários de temperaturas amenas...
Por acaso, recordo-me de Oliver Bierhoff, na noite em que a comitiva alemã chegou ao Brasil, ter afirmado que os seus jogadores estavam preparados para jogar a qualquer hora, nada preocupados nem com as temperaturas, nem com as humidades. Por acaso, recordo-me também de Paulo Bento, na projecção do jogo com a Alemanha, ter libertado incómodo por ser obrigado a competir à hora do almoço. Estava escrito... 

Entrámos em campo com o fardo de uma derrota anunciada às costas... Depois, foi o que se viu... Mau, sim senhor!, mas, por favor, um pouco de silêncio nos próximos dias será bem acolhido. Neste momento, a Selecção precisa de paz, sobretudo para reflectir sobre os graves erros praticados. Precisa ainda de serenidade na preparação do próximo e decisivo jogo de Domingo, com os Estados Unidos. 
Como ontem disse Rui Costa, com fina ironia, de repente os portugueses resolveram fazer um enterro sem se darem conta de que não há morto. 
E a Espanha já se foi... 

fernando guerra, pasquim da Travessa da Queimada, 19 de Junho de 2014

»


é pá, sr. guerra! tenha lá a santa paciência!
quem o conhecer e, por inerência, quem para si trabalha (e para o "belenense" do sr. serpa), que o/vos "compre"!

eu faço-o quase diariamente, pelo que, se não o fizesse, até que acreditaria na "boa-vontade" das suas intenções. mas e exactamente porque o faço, recordo-o da campanha inflamada que a esmagadora maioria da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto...) encetou até ao início da partida em causa. e, claro!, o pasquim que dirige não foi a honrosa excepção, bem pelo contrário. e não o afirmo baseado só nas capas, mas sobretudo alicerçado em vários artigos de opinião, onde foi notória uma exacerbada confiança...

mas, e porque correu mal, e foi mesmo «muito mau»e porque há muitas questões transversais às que refere, e porque (porventura) aquelas serão bem mais importantes do que estas últimas, e porque convém que não se descubra a careca a muito "boa gente" que gravita em torno "dessa equipa (que decididamente não é) de todos nós"®,sr. guerra e outros como o sr., arvoram-se em moralistas dos bons costumes jornaleiros e solicitam a quem vos lê, mas que frontalmente discordam do que afirma - o tal «coro maldizente» -, um «intervalo», e «silêncio», e «paz», e «serenidade» ante «outra derrota lusa dentro da normalidade»...

mais do que sugerir-lhe práticas sexuais pouco recomendáveis para alguém com uma idade avançada como o sr. guerra e/ou deslocar-se para dois ou três lugares inóspitos que eu cá sei, recomendo ao sr. sr. guerra (e aos sabujos sob seu controlo) o favor de, em próximas situações, ser mais comedido nas adjectivações dos escritos a perspectivar «gloriosas» expectativas nacionais, sob pena de voltar a aconselhar «silêncio» e levar como resposta frontal a instigação de ir levar no cu como as galinhas (que fazem muito peito mas estão sempre solícitas para tal).


"disse!"



quarta-feira, 18 de junho de 2014

das justificações plausíveis...


© google

caríssima(o),

corria o ano da graça do Senhor ('anno domini nostri Jesu Christi') de 2002. estávamos em pleno mês de Junho. 
o Mundial Coreia/Japão era o evento em voga, de muito má memória para nós, colocados no Grupo D, juntamente com a Coreia do Sul (um dos co-organizadores), a Polónia e... os EUA. 
o seleccionador era o treinador bicampeão pelo FC Porto, António Oliveira, que regressava ao cargo depois da "chapelada" no Europeu de 1996, na Inglaterra. 

não pretendo fazer um resumo exaustivo do que por lá se passou, mas encontro algumas similitudes com o que está a acontecer actualmente no Brasil, a começar pela preparação da fase final (razão das partidas de preparação antes do embarque definitivo para o estágio, escolha do local de concentração, definição da data de partida para o Brasil, adaptação a um fuso horário e a um clima diferentes, indisfarçável sobranceria na chegada, descalabro emocional com a primeira derrota, entre outros factores).
depois da justíssima derrota ante a congénere americana e do "lavar a alma" frente aos polacos, chegávamos ao jogo do tudo-ou-nada, o qual (também) ficou célebre pelo "caloroso" envolvimento do actual director para o futebol profissional com o árbitro da partida, o argentino Ángel Sánchez. o guardião da equipa principal era Vítor Baía que, nesse jogo decisivo, ante a Coreia, salvou-nos de uma goleada histórica, em fases finais de uma competição mundial de selecções. esse não foi o entendimento dos media nacionais pelo que, mal chegou a Portugal, foi cobardemente vilipendiado por aqueles que nunca suportaram a sua presença com o emblema da FPF ao peito, mormente porque estava em ascensão (inclusive mediática) "um tal" de Ricardo, na exacta proporção em que o FC Porto definhava desportivamente (e pela terceira época consecutiva)...
o que veio a seguir à nossa humilhante participação no primeiro mundial que se realizou no continente asiático é do conhecimento público geral - inclusive o meu afastamento em relação a tudo o que dissesse respeito ao quotidiano no edifício da Rua Alexandre Herculano, na capital do Império.

recordei-me destes momentos depois de ter lido esta notícia em OJOGO, alertado por um pertinente comentário do "cian" no portíssimo "poBo do Norte":

«


Rui Patrício e Hugo Almeida estão impossibilitados de jogar os restantes jogos de Portugal, no Grupo G, segundo o médico da selecção Henrique Jones.

Em declarações divulgadas na página oficial da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), o responsável clínico admite que o guarda-redes e o avançado são recuperáveis até ao final da competição, que está a decorrer no Brasil, mas o período mínimo para debelar as mazelas ultrapassa as datas dos jogos com Estados Unidos (Domingo) e Gana (Quinta-feira, 26 de Junho).

«É impossível contar com os dois atletas na fase de grupos», resumiu Henrique Jones, que explicou que ambos têm lesões nas coxas esquerdas, de grau um (o mais leve), mas cuja recuperação se estende para lá dos dois jogos da fase de grupos.

Segundo o médico, «são lesões intrínsecas ao jogo, provocadas por traumatismos indirectos, que têm a ver com os movimentos dos jogadores», explicando que, no caso de Rui Patrício, «instalou-se de forma progressiva, o que permitiu que concluísse a partida».

»


de facto, o que consta no boletim clínico na página da selecção é o seguinte:

«


Os atletas Fábio Coentrão, Hugo Almeida e Rui Patrício realizaram hoje (Terça-feira) exames de ressonância magnética músculo-esquelética que revelaram os seguintes resultados:

Fábio Coentrão: lesão muscular de grau II do músculo longo adutor da coxa direita.

Hugo Almeida: lesão muscular de grau I do músculo bícipede femural (região posterior da coxa esquerda)

Rui Patrício: lesão muscular de grau I do músculo reto anterior da coxa esquerda

De acordo com a gravidade clínica e imagiológica, o atleta Fabio Coentrão está inapto para a competição durante um período que ultrapassa a duração do Campeonato do Mundo.

As lesões de Hugo Almeida e Rui Patrício poderão perspectivar uma recuperação clínica durante a competição, pelo que iniciam programa de reabilitação especifico, individual e progressivo.

»


tal como o "cian", tenho para mim que as justificações clínicas de henrique jones, mais não servem do que (in)tentar "suavizar" e de forma oficial, esse mais do que provável afastamento de Rui Patrício do próximo jogo, no Mundial.
porém, tal não significa que todos os envolvidos e todos os intervenientes nesta estória, se tenham dado ao ridículo, numa autêntica palhaçada para encobrir o inevitável: Rui Patrício fez um péssimo jogo, resultado de uma época desportiva no spórtém em que nunca foi verdadeiramente posto à prova; e, quando foi chamado a intervir ao mais alto nível, sobretudo frente aos dois rivais de Sempre, claudicou.

onde é que estas duas estórias se (entre)cruzam?


a resposta surge pronta: gostaria de saber o que é que não se teria escrito, dito, comentado, falado, arvorado, bitaitado, twittado, bloggado, se Vítor Baía tivesse tido uma exibição tão miserável como a de Rui Patrício, esta Segunda, na  sua última representação oficial pela "equipa (que decididamente não é) de todos nós"®...


para finalizar, eis dois exemplos de condescendência jornalística para com a actual campanha da selecção, por terras de Vera Cruz (aqui).
refiro-me, em concreto, aos escritos de andré pipa (em "os ricos que paguem a crise") e do "belenense" do sr. serpa ("não se pode colocar tudo em causa").


(clicar na imagem para ampliar)



"disse!"



terça-feira, 17 de junho de 2014

dos quatro secos, em cinco 'penadas'...



caríssima(o),

não pude ver o descalabro de Salvador da Bahia. estava a trabalhar e contava puder (re)ver a partida, em diferido, quando chegasse a casa. alguns dos meus colegas de labuta não o permitiram... por um lado, ainda bem. pelo outro também...

e, apesar de não estar lixado com um F bem maiúsculo, e mesmo não ligando pevide à "equipa (que decididamente não é) de todos nós"®, uma derrota por 4-0 dói sempre - mesmo tratando-se da selecção de jogadores acreditados por Jorge Mendes... 

o meu magro consolo é o de esse mesmo grupo, igualmente conhecido por "o dos amiguinhos de Paulo Bento", não ter envergado (e, pelo que não jogou, envergonhado...) a camisola alternativa da FPF, em tons mais azuis e brancos, pois que assim não os desconsiderou, nem sequer os "danificou"... aos tons, está claro!

para finalizar, eis o que eu tenho a opinar sobre a partida em causa, via quatro imagens que considero bastante elucidativas:

(clicar na imagem para ampliar)


(clicar na imagem para ampliar)


(clicar na imagem para ampliar)

© google | Tomo II

(clicar na imagem para ampliar)



"disse!"



segunda-feira, 16 de junho de 2014

" ¡y viva España! "... ou então, não...


© google


caríssima(o),

antes de tudo, informo-te de que o meu pedido de desculpas, feito no início do corrente mês de Junho, mantém-se "activo" e (muito) "válido" - sendo que, desta feita, fortes motivos profissionais coíbem-me de "privar" mais amiúde contigo... 
portanto e com algum lamento da minha parte, dou-te conta de que manter-se-ão algumas irregularidades naquela (salutar) regularidade de comunicar os meus pensamentos com a tua generosa pessoa diariamente, sobretudo aos finais-de-semana...

mesmo assim e também por "isso" mesmo, agradeço-te a confiança, a benevolência e a bonomia, em regressares a este espaço de discussão pública (excepto para os teimosos dos lampiões e dos calimeros que por cá aparecem amiúde a destilar o seu desportivo fel)...

quanto ao título da "posta de pescada"® em causa, inspirado nesse imemorial pasodoble, aquele não se refere ao descalabro mundial da selecção de 'nuestros "queridos" hermanos', ante a sua congénere holandesa, bem pelo contrário... ele é mais sobre um pormaior desta notícia aqui:

(clicar na imagem para ampliar)


bem sei que estamos naquela "alface da época"® que se designa por 'silly season'...
bem sei que sou um gajo chato, armado aos cágados com aquelas pessoas que têm por profissão trabalhar no domínio da Informação, num qualquer órgão de informação social e/ou numa publicação periódica escrita e/ou na televisão e/ou na rádio e/ou na Internet e/ou inclusive em pasquins)(vulgo jornalista)...
bem sei que não sou avesso a preciosismos de ordem técnica, inclusive nesse douto patamar do mundo da bola...
bem sei que, na próxima época futebolística, a equipa técnica, do plantel principal de futebol, do nosso FC Porto terá a Espanha como nacionalidade predominante...

mas, mesmo assim e também por "isso" tudo, conviria aos profissionais do ofício árduo de escreverem diariamente informações acerca da condição ou estado de algo ou alguém e/ou informações sobre um determinado assunto ou acontecimento de interesse público, difundidas pelos meios de comunicação válidos e/ou relatos credíveis de um acontecimento ou assunto e/ou exposições resumidas de um facto ou acontecimento (vulgo notícia), que se deixassem de merd@s e inclusive de pensarem pelos seus cotovelos...

ou seja: 

na senda do que já escreveram o caríssimo Vila Pouca (a 27 de Maio de 2014) e o caríssimo Pedro Sousa (a 13 de Junho de 2014), também eu lamento profundamente que se propalem notícias completamente descabidas - no sentido em que não lembra a ninguém, com dois dedos de testa, que o FC Porto invista (pelo menos) 12 M€ (doze milhões de euros) por um avançado de 21 anos de idade e ainda por dar cartas no futebol europeu, mesmo sendo suplente no Real Madrid...


para finalizar, quanto à eventual prestação da "equipa (que decididamente não é) de todos nós"® em terras de Vera Cruz, e mesmo tendo em conta a calorosa recepção de que foi alvo (e sobre cuja temática voltarei a abordar 'a posteriori'), é tema que não me apoquenta...
aliás, considero que os motivos para tal já o foram devidamente explanados em Junho de 2012, mantendo-se actualizadíssimos à presente data.


"disse!"
("patrioticamente falando", claro!)



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

porque hoje joga a selecção...


© Google


... e como é do conhecimento geral,   "para que conste": 


«

apesar de todos os defeitos do seu Povo, no qual me incluo e não fugindo com o meu rabinho aos ditos, gosto muito do meu País e sinto orgulho em ser português. mas também confesso que sinto muito mais apreço e brio em ser portuense. e que é incomensurável o ser portista desde tenra idade.
digamos que são três realidades distintas, com pulsares bem diferentes, pela genuinidade que cada qual insere e onde, para mim, não se incluiu a (dita) "equipa de todos nós" por não representar o seu povo num todo - e por mais slogans publicitários que se criem, e/ou campanhas de mobilização de massas se inventem, e/ou cânticos de apoio se comercializem. 
e é exactamente por essa latente distinção estar tão presente no meu espírito que, mais uma vez, reafirmo que a minha selecção equipa de azul-e-branco.
para a que actualmente disputa a fase final do [Mundial de 2014, a disputar-se em Terras de Vera Cruz], o que mais lhes poso desejar são sinceras felicidades. e é só, mesmo que cheguem à final e/ou a vençam.

»


«partantos», a «modos que» e como pude ler num (delicioso) comentário por aí, mas que não nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera:
« se o Patrício piu, o "CRtriste miau e o Zlatan tau, a selecção... xau »


entretanto e numa "fortuita" pesquisa de imagens (nada) "inocente", descobri algo que certamente não  passou e com certeza não passará nas reportagens sem fim (e sem lucidez) a propósito do "mata-mata" que se inicia hoje e terá o seu epílogo na próxima Terça-feira.
do que se trata? 
a resposta segue pronta, na segunda parte desta "posta de pescada,  logo a seguir ao «gosto» do "faceboKas"®, em «'no pare, sigue, sigue'», e para quem estiver interessada(o).
(com os pertinentes alertas de que (i) nem todas as selecções que trajam de amarelo se referem à selecção sueca, que (ii) nem todas as loiras são escandinavas e que (iii) no capítulo em apreço, a selecção tuga não fica a dever nada à sua congénere nórdica.) 


«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)