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sexta-feira, 28 de março de 2014

'basta!' de bosta deste movimento besta! [com 'brasão abençoado' incluído]




caríssima(o),

antes de tudo, um alerta pertinente:
esta "posta de pescada será em tudo idêntica à do caríssimo dragão Vila Pouca, "aí, 'valentões' da PSP!", não (só) pela forma e pelo conteúdo, mas mormente pelo que ambos defendemos em prol do bom-nome do Clube, e dos seus adeptos.
é o que dá escrever depois de tão ilustre portista, com o qual aprendo todos os dias e cujo meu portismo vai sendo alicerçado, por nele e nos seus ideais (também) me rever. não é um elogio gratuito, é a mais pura verdade. e ele sabe-o, inclusive "olhos-nos-olhos".

começo pela nojenta carga policial ocorrida no final do encontro para a Taça de Portugal, na passada Quarta-feira. desconheço o porquê e/ou as razões que a terão motivado; aliás, a esmagadora maioria da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto...) como que "passou uma esponja" sobre este «não-assunto» e no seu entendimento. a excepção foi o Porto Canal. e, se sou lesto a denunciar a necessidade de uma maior intervenção comunicacional por parte de um órgão oficial do clube, este é mais um exemplo dessa necessidade: não fosse o Porto Canal a denunciar o que se vai comentando «apenas e só» por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera e aquelas imagens confirmam, e tudo não passaria de uma breve nota de rodapé naquela Comunicação Social...
mas (e, no meu entendimento, mais importante), o pior de tudo foi o absurdo da desproporção daquela carga policial e do "prazer" que se (pres)sente, nas imagens em causa, dos monstros do cassetete em "bater em tudo que mexe", tal como num Passado recentíssimo.
a pergunta legítima que se impõe é: haverá algum inquérito do MAI para se averiguarem eventuais responsáveis por esta "punição exemplar", ou aquele ministério é mais para averiguar situações de trânsito condicionado nas imediações do Estádio do Dragão?
ficarei a aguardar pelos desenvolvimentos deste «não-assunto», tal como ainda aguardo (sentado) pelos desenvolvimentos acerca do circo Cardinal desde Abril de 2012...

e, já que "falamos" em circo, informo os calimeros que vão lançando alguns "miaus" na caixa de comentários deste espaço de discussão e que lhes é interdito desde que não respeitem as mais elementares regras da Urbanidade, do Civismo, do Respeito e da boa Educação, que têm uma moral do Car(v)alho para dissertarem acerca da «verdade desportiva», de «casos de corrupção», do «Sistema», da «fruta», de «escutas», do pífio dourado e outros quejandos.
é pá!, preocupem-se mas é em saber por que é que um (agora) vosso ex-dirigente mandou um seu funcionário, à pérola do Atlântico do sr. Jardim, depositar dois mil euros na conta de um árbitro assistente, na véspera de um encontro do spórtém ante o «clube do guardanapo», a contar para a Taça de Portugal. e por que é que, desde Abril de 2012, que não há mais desenvolvimentos sobre esta matéria, cujo principal responsável foi constituído «arguido» pela prática de sete ilícitos... quando tiverem respostas plausíveis e credíveis sobre este assunto, depois falaremos. até lá, um grande "miau!" para vocês.




também vou esperar (sentado) para que a CMVM se pronuncie sobre mais um escândalo financeiro e/ou logro, a envolver o presidente da agremiação de Carnide...

e, já que abordo um tema relacionado com o "melhor, mais, maior, grande" clubeco nacional, convém esclarecer os lampiões de serviço que, por muito que repitam uma mentira, esta nunca passará a verdade.
vem esta premissa a propósito do mais recente documentário do "cuspe" do nuno luz, no qual, mais uma vez, se afirma que o título de campeão nacional 2011/2012 foi consequência de um fora-de-jogo que não foi assinalado... esta inverdade foi proferida pela boca do mesmo (ir)responsável que, de frente para o lance, não foi capaz de ver "isto", no mesmo jogo, minutos antes do golo do Maicon:





aquela inverdade é decorrente, não só do «glorioso» "esquecimento" do que poderia advir, caso o lance em causa tivesse sido assinalado (marcação de uma grande penalidade contra o 5lb, aos 81' e amostragem do segundo cartão amarelo a cardozo e consequente expulsão, reduzindo o Carnide a 9 elementos), mas também de que estávamos em Março de 2011, na vigésima primeira jornada, com a certeza de que haveria mais vinte e sete pontos em disputa. se o Carnide, depois daquele jogo, perdeu mais sete pontos, foi por culpa própria, certo? ou terá sido por culpa do Maicon? olhem, não sei! perguntem ao "cachalote" do go(rdo)bern; ele com certeza que saberá responder a esse dilema e melhor do que ninguém...


finalizo esta (já extensa) "posta de pescada com as minhas habituais sugestões de leituras (também) do que "de melhor" se publicou na edição impressa do pasquim do sr. serpa de hoje e para quem estiver interessado nas mesmas.
porque é Sexta-feira, não poderia escapar o mais recente artigo de opinião de Pedro Marques Lopes, "a vitória normal e o pânico do costume", assim como da alegria de Paulo Teixeira Pinto no (compreensível, inteligível e tangível) "chegou a Primavera!".

num campo diametralmente oposto e para lá do sarcástico elogio de sílvio "o senador pateta" cervan ao nosso clube, recomendo a leitura do editorial do "excremento" do Delgado "FC Porto quer pontos de Alvalade".
mais uma vez, reafirmo que não gosto de vencer "na secretaria". que, ao contrário do que o "excremento" do Delgado quer fazer crer, as vitórias pela via "da secretaria" são um expediente mais em uso lá para os lados da segunda Circular. que, «ao longo das últimas três décadas, onde o FC Porto é muitíssimo bem sucedido» é no campo desportivo dentro das quatro linhas, o qual é reconhecido internacionalmente, ao invés do que se passa em território nacional, sobretudo e mormente na redacção do pasquim da Travessa da Queimada, onde tudo é posto em causa e sempre com o mesmo tipo de "argumentação" - a mesma que foi recentemente utilizada pelo pacóvio que preside à agremiação do Lumiar, o qual vai assistindo aos nossos festejos sucessivos pela via da tv, o mesmo meio de comunicação de que se (ab)usa para passar a sua verborreia calimer(d)a...


"disse!"



quinta-feira, 20 de março de 2014

do (nosso) necessário contraditório...


© google



«

A mim, não há nada que me surpreenda. Mas, de facto, fiquei um bocado triste, porque entendo que todas as coisas podem ser feitas mas com determinados princípios. Não esperava que o Villas-Boas fosse falar a um profissional nosso, com contrato, nesta altura da época, sem antes ter uma palavra com alguém do FC Porto...

Foi um pouco surpreendente. No Domingo, [Will Coort] esteve com a equipa, em Lisboa, e, na Segunda-feira, comunicou a Antero Henrique [director-geral da SAD do FC Porto] que queria ir embora, porque tinha um convite para ir para o Zenit.
Ficámos surpreendidos e, na Terça-feira, liguei ao André Villas-Boas, a perguntar se seria verdade. O André disse-me que, de facto, tinha falado directamente com o Will Coort para ir para o Zenit e não nos deu qualquer satisfação porque entendeu que não o deveria fazer.
Dissemos 
[a Will Coort] que não aceitávamos a sua saída de comum acordo porque entendíamos que, a dois dias da partida para Nápoles, não era correcto. Mesmo assim, e ao abrigo da lei, rescindiu contrato, pagou-nos a indemnização devida por rescisão unilateral do contrato, e deixou o FC Porto.

»

autor: Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa
fonte: rádio renascença (2014-03-19) 
psos negritosos itálicos e os sublinhados são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

«Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série»

eis o porquê de, na presente temporada, a Lei nr. 9 de Murphy se cumprir à risca. 
e o porquê de, no Presente e para mim, £ibras-Boas "dar lugar" ao Rublas-Boas. 
e o porquê de, passados (quase) quatro anos, e apesar da época mais emocionante e que, à data, mais alegrias desportivas me proporcionou, eu ainda não ser capaz de lhe perdoar a sua traição à «cadeira de sonho» - sequer de compreender as razões que o levaram a desertar, a duas semanas de se iniciar uma nova época desportiva. 
e o porquê de nunca ter entendido a sua comparência nas galas dos dragões de ouro - ele que, para mim, é mais "latão" (pois que é preciso um enorme bidão, uma descomunal cisterna, para se aproveitar desta forma reles, do meu clube do coração)...

depois, consta que o dia de hoje foi pródigo em nova guerra de comunicados. tudo porque o FC Porto (finalmente!!!) resolveu quebrar o voto de silêncio casto a que se tinha remetido.
primeiro, com o comunicado da Administração a dar conta das atitudes legais que já está a providenciar, pela aberrante coacção a que o spórtém sujeitou a arbitragem lusa (pelo menos) durante uma semana. afinal, não fui a única luminária a considerá-lo e ainda bem, pois que não sou ninguém na estrutura do meu clube de sempre, apesar de não pensar com os cotovelos...
posteriormente e a propósito de uma notícia que o pasquim dirigido pelo sr. serpa resolveu empolar - sobre a «cedência» de um camarote, no "estádio" dos calimeros, que terá causado «estranheza» junto do burro do Carvalho e da sua comandita -, surgiu o comunicado de boas maneiras para os viscondes falidos do "reino distante de Alvaláxia.

em «ambos os dois» saúdo a questão de se ouvir, enfim e por fim!, a nível oficial, i.e., do «forno interno do clube», o contraditório do Clube sobre um clima de autêntica guerrilha em que os seus bom-nome, reputação e prestígio, estiveram envolvidos. e que ainda estão!
parece que o burro do Carvalho não gostou de ouvir essas verdades e já respondeu, em moldes que só podem envergonhar, não só o "senhor" em causa, como quem defende os termos em que alegou a sua defesa. 
«O Einstein [mas, andou com ele na escola?!] era um homem extremamente inteligente. Tenho pena que não tenha conhecido Pinto da Costa e a comitiva que o acompanhava, porque em vez de falar de Universo e de estupidez, falaria de uma frase célebre de um treinador português: "um vintém é um vintém e um labrego é um labrego"», é uma das "pérolas" que este autêntico porco de língua brindou a plateia de "pés-de-microfone", para seu gáudio e que certamente, amanhã, bem pela fresquinha, encherá as primeiras páginas de «ambos os três» pasquins desportivos diários lusos. e que só vem corroborar a assertividade do teor do segundo comunicado do nosso clube do coração, no qual não chegámos a ser tão rascas... assim se cumpre o preceito de nunca se discutir com um ignorante, pois que ele (re)baixa-nos ao seu nível e, depois, vence-nos por experiência...

e não seria tão mais "fácil", acessível, eficaz e rápido, se houvesse uma política de contraditório destas alarvidades no Porto Canal? a sério que não compreendo e tenho mesmo muitas dificuldades em aceitar a actual política de comunicação do meu clube de Sempre. com tantos meios ao seu dispor e predispõem-se a utilizar única e exclusivamente comunicados a la "labaredas"
bem sei que estes últimos são úteis e muito menos fúteis, mas não deveriam ser um exclusivo, sobretudo quando há um "papagaio", com um tempo de antena superior a qualquer outro órgão (inclusive de Soberania) em Portugal Continental - pois que, na pérola do Atlântico, não consegue igualar, muito menos superar, o que é concedido ao sr. Alberto João -, que se diverte a insultar o nosso Clube e o nosso querido líder, e a afirmar verdadeiras mentiras...


para finalizar e da edição impressa de hoje, Quarta-feira, 19 de Março, dia do pai, do pasquim da Travessa da Queimada, e caso haja interesse da tua parte, não posso deixar de recomendar, para lá da tua leitura atenta do artigo de opinião de eduardo "cutty sark" bOrroso com o sensacional título "absolutamente fantástico", a continuação da estorieta do camarote no "estádio" dos calimeros até rebentas o balão!») e, num tom mais cómico e informal (apesar de ter sido publicado num jorn... num pasquim com alguma tiragem nacional), a "peça cómico-jornalística" de nuno reis. verás que valerá (bem) a pena. ou então, não.

na segunda parte desta (já longa) "posta de pescada e para memória futura, seguem os textos integrais e sem adulterações no Português, dos comunicados acima referidos.
tudo para desvendar logo a seguir ao «gosto» do "faceboKas, em «'no pare, sigue, sigue'»...


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

"até quando?!", pergunto...


© abola | Luís Afonso
(clicar na imagem para ampliar)



caríssima(o),


estou de volta a este salutar conBíBio
confesso que já tinha saudades.

entretanto, nestas últimas (quase) setenta e duas horas de ausência, «apenas e só» entrecortadas por uma telegráfica (mas mais do que justa) "posta de pescada de apoio ao novel Mariano do nosso plantel, muita cousa se passou, mormente lá para os lados da Segunda Circular. mas, já lá vamos.

nós por cá, também tivemos alguns "mosquitos por cordas" para contar, sobretudo porque o nome do nosso centenário clube foi envolvido numa estapafúrdia (?) querela entre o sr. de figueiredo e o sr. gomes - uma questiúncula de tão baixo nível que até o nosso querido líder se viu compelido a vir a terreiro pedir satisfações, e informando quem de direito que as altas instâncias futebolísticas europeias terão conhecimento do sucedido.
ao que consta, parece que já não haverá necessidade de emprestarmos dinheiro à FPF; mas que o nosso comezinho futebol está sem qualquer crédito, disso já não tenho a menos dúvida - e não me refiro só às questões "do esférico rolando sobre a erva"...
fossem outros os visados e estou certo que outro galo cantaria - ou «garnisé», que vai dar ao mesmo...



© google | Tomo II



não me pretendo alongar muito em considerandos estéreis sobre a «tragédia» que foi evitada no recinto da agremiação de Carnide - pois que subscrevo o exposto no artigo "5lb não conseguiu evitar a tragédia".
sequer irei fazer humor negro sobre o lamentável sucedido; ao contrário de outros, a hipótese (mesmo que remota) de perda de vidas humanas não é (nem poderá ser!) motivo para risota.
apenas refiro que: 

(i) 

apesar do "ar" de puro deleite de alguns lampiões, a verem o seu "estádio" a se desfazer perante os seus olhos (pleonasmo propositado), os deuses estiveram do lado de todos os intervenientes - sobretudo dos espectadores que já não se encontravam no local onde caíram as placas metálicas; 

(ii) 

eu sou do tempo em que um senhor, de seu nome Edgar Cardoso (fervoroso calimero), andou literalmente a pular em cima da pala do antigo Estádio de Alvalade, porque um parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil apontava para riscos imediatos de queda dessa cobertura da antiga bancada central. seguiu-se a interdição da zona da bancada, por Despacho da Secretaria de Estado da Cultura (da responsabilidade de Pedro Santana Lopes...), tendo o spórtém realizado mesmo o primeiro jogo da época 1992/1993, ante o Tirsense, com a bancada central encerrada (a parte final deste vídeo comprova-o). o eng. Edgar Cardoso surgiu em cena para desmistificar "a coisa", garantindo que «a pala é mais segura do que o Viaduto Duarte Pacheco.
por que é refiro este exemplo? por nada de especial... apenas porque acho (no mínimo) sui generis não haver uma vistoria de segurança, ao antr... à «gloriosa» "catedral", que se vem desfazendo em glória desde a época transacta, por parte de uma entidade competente e independente - algo que a empresa que construiu a estrutura (de)cadente não é...

(iii)

as declarações de Mário Dias atestam a gravidade do estado de (in)segurança do antr... da «gloriosa» "catedral".



© google | Tomo II



entretanto, da edição impressa do pasquim da Travessa da Queimada deste último Sábado, mais do que o ridículo timing de publicação do sub-artigo de opinião do "belenense" do sr. serpa ("o estranho caso de Fernando") - um autêntico tiro no pé, pois que o foi precisamente no dia em que se anunciou publicamente a prorrogação do contrato do luso-brasileiro até Junho de 2017... -, o que não pude (nem posso!) deixar passar em claro são as seguintes linhas, do abjecto escrito do "" Zé Eduardo - antigo "craque" do spórtém e que ficou conhecido no mundo da bola por um «lance acidental» em que só partiu uma perna a Rui Jordão -, sob o título "a golpada lusitana":


«

[...]

dou por mim a dizer-lhe que esta 'chico-espertice' lusitana é muito bem aceite e até glorificada. aqui, o 'anjinho' é que é o criminoso; quem é enganado é um idiota. bom, ídolo, inteligente, ser superior, é o dirigente que manipula resultados, que recebe árbitros em casa na véspera de jogos, que lhes oferece férias e grandes jantares, com muita fruta.
acrescento que estas deslealdades estão de tal maneira enraizadas, que até pessoas de bem, tribunos das Letras e das Artes, confundem paixão clubística com a honestidade que lhes é apanágio. vê-los a justificar o que não tem justificação, a endeusarem quem nos flagela com a corrupção, fazendo deles heróis de um País a necessitar de bons exemplos, dói-me e deixa-me envergonhado sempre que um qualquer 'mister' me interroga.

»


a propósito do risível "caso" dos «quatro minutos» com dolo, e na senda do que o sr. manha escreveu ontem sobre o nosso grande presidente, lá no lixo tóxico que edita todos os dias - «o presidente do FC Porto, responsável de referência do período mais obscuro da história do jogo em Portugal» -, o "sô Zé" Eduardo volta ao ataque em modos que só ele pode justificar por que os empregou.
bem sei que deveria relevar, mas não consigo esconder a minha incredulidade e calar a minha revolta por tamanha falta de memória. senão, vejamos. este "senhor" foi capaz de ignorar que:

a)

na época de 1977/1978, na história desportiva do spórtém houve um "tal" de mário luís, que ficou conhecido por «o chinês»... 
e posteriormente, em 1984/1985, houve um "tal" de Howard King, já no "elefante branco";

b)

e em 1979/1980, houve a "tal" história do Manaca - que reproduzo, na íntegra, na segunda parte desta "posta de pescada, para memória futura;

c)

e como esquecer o "tal" apoio solidário ao eterno rival (?), também em 1980 - e como já dei conta aqui?

d)

em 2001/2002, o spórtém foi campeão das dezassete grandes penalidades numa só época - um verdadeiro recorde nacional e que ainda não foi quebrado;

e)

o autêntico circo Cardinal que perdura desde Abril de 2012?


tudo estórias da "impoluta" história leonina. todas elas a cores. todas elas com um clube como denominador comum na "tal" «chico-espertice». todas elas sonegadas pelos media nacionais com a mesma força inversamente proporcional à filha-da-putice dessa cambada de jornalistas frouxos, que subvertem o rigor da imparcialidade a que estão deontológica e profissionalmente obrigados, denegrindo despudoradamente o nome de uma Instituição centenária (aqui, a partir dos 8'39'').
mas até quando é que o Clube vai ficar calado, a "ouvir" energúmenos como "sô Zé" Eduardo a debitarem alarvoseiras e/ou a denegrirem, a seu bel-prazer, o nome centenário da instituição e/ou do nosso querido líder, sem que tenham a devida resposta?! ainda se não tivéssemos uma estação de televisão para comunicar mais rápido e de forma mais eficaz, para "as massas"... 


mas, até quando, porr@?!


"disse!"



sábado, 28 de dezembro de 2013

de um "presidente" muito verde...





«

O spórtém sabe bem o que quer, não tem pressão nenhuma. Aliás, é uma enorme satisfação ocuparmos o primeiro lugar. Temos uma noção muito clara de que estamos em primeiro lugar porque merecemos. Já disse que não temos medo de nenhum "bicho papão". Se houver algum "bicho papão" para acordar então que acorde, que o spórtém está acordado desde o início e espero que esteja até ao fim.

»

2013-12-10



«

spórtém deu início às comemorações dos 50 anos da conquista da Taça das Taças, na temporada 1963/1964, com a realização de uma tertúlia que contou com oito dos jogadores da equipa então orientada por Anselmo Fernandez (a saber: Figueiredo, Alexandre Batista, Pérides, Pedro Gomes, Carvalho, Hilário, Mário Lino e José Carlos).
bruninho vai p'ró carbalho da silva recuperou a terminologia dos "bichos papões", numa alusão aos rivais 5lb e FC Porto, e fez uma analogia com o feito alcançado naquela época - em particular na eliminatória em que os leões golearam os ingleses do «mónstere unáite» por 5-0:

Fizeram jogos verdadeiramente magníficos, um dos quais contra um dos colossos - aquilo que eram considerados na altura os tais "bichos papões" que tenho referido. Antigamente chamavam-se colossos e agora são "bichos papões", e o spórtém mostrou, com um belo 5-0, como se devem tratar os "bichos papões". É da vontade, da garra, da determinação que vamos bebendo. É isso que temos passado à nossa equipa, que felizmente se tem superado, transmitido uma garra que não se via há muito tempo. E vocês que têm sentido orgulho em ver esta alegria.

»

2013-12-11



«

A única coisa que falta e vou bater nesta tecla as vezes que for preciso, é a honestidade na apreciação das coisas. É triste sair de Portugal e ver que as pessoas, no jogo do spórtém ante o Belenenses, se esqueceram do lance de Montero, que era penalty e motivava a expulsão. É uma situação complicada... Mesmo assim não disse nada porque são daquelas situações complicadas... Aliás, é uma situação complicada perceber que podemos empurrar um jogador e fazer-lhe falta depois da linha que, para essas pessoas, não é perfeitamente nada.

Num jogo em que o spórtém dominou por completo, quase toda a Comunicação Social quis fazer crer que foi o lance do penalty que veio dar alento à equipa do spórtém. Não vejo fazer a mesma coisa no jogo com o 5lb - onde o primeiro golo é em fora-de-jogo claríssimo - e no jogo com o FC Porto - onde o 2-1 é similar a um lance de Montero, que toda gente se queixava. 

Não vejo essa honestidade utilizada pelos jornalistas e, enquanto não existir honestidade, as pessoas vão ser enganadas, porque os outros é que são óptimos, é que são maravilhosos e só se fazem pequenas referências à arbitragem; mas, no spórtém, é sempre com sorte. É pena não utilizarem a época natalícia para serem honestos.

»

2013-12-17



«

Devo dar os parabéns aos presidentes dos clubes que estão connosco em primeiro lugar porque conquistaram dois pontos hoje. E é isso que faz deles bons presidentes, e de mim mau. O problema deste jogo não é um lance. Isso é fazer de nós parvos. Houve uma violência tremenda na primeira parte, e isso condiciona. Houve uma agressão ao Jefferson que nem falta é, foras de jogo mal assinalados, várias jogadas que roçam a violência, e depois um lance em que é preciso uma capacidade de visão muito boa para ver qualquer falta. Há que dar os parabéns a quem ganhou dois pontos aqui.

»

2013-12-22



caríssima(o),

é por estas (e também por outras, passadas mas não esquecidas) que desejo, mais do que nunca, a nossa vitória no reino dos viscondes falidos de Alvaláxia, naquele antr... naquele coiso que (dizem) se assemelha a um estádio de futebol.


para finalizar, dois brevíssimos "bonecos" muito a propósito.


© pasquim do sr. serpa Ricardo Galvão
(clicar na imagem para ampliar)


© Henrique Monteiro | Miguel Lima (Tomo II)
(clicar na imagem para ampliar)




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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

poderíamos viver sem o pasquim da Travessa da Queimada?


 © abola | Ricardo Galvão
(clicar na imagem para ampliar)


caríssima(o),

para lá da imagem acima (que me recuso a tecer quaisquer comentários, de tão elucidativa que é); dos artigos de opinião bastante mauzinhos de joão (nada) bonzinho "inteligentes" e "o prémio"; do "jornalista" josé carlos de sousa e a forma como apresentou o relatório & contas da SAD do FC Porto, em "transferências milionárias evitaram exercício negativo"; dos dislates de fernando urbano (mais conhecido por "baninho") "adepto retribui e é ouvido em defesa de jorge 'jebus'" e o (extremamente risível e cuja leitura recomendo) "c'agozo: dois anos sem fazer golo de livre directo"; o intratável editorial "a idade não tem de ser o problema", da autoria do excremento (do) delgado; de como se consegue desvirtuar uma notícia em torno de «um erro processual», a propósito  da transferência de Kléber para o FC Porto, e como a mesma (não) é "explicada" por rui miguel melo, em "tribunal dá razão ao marít'mo no caso Kléber"; de como antónio barros promove a "festa da supertaça em hóquei em patins", integrando na notícia, e em grande destaque, uma foto de uma equipa que, este Sábado, vai-se a ver, não estará presente no ringue do pavilhão multiusos Mário Mexia, em Coimbra, pelas 18h, o pasquim liderado pelo belenense do sr. serpa, também tem algumas "ilhas" de puro virtuosismo, Rigor e Isenção (dentro do possível, pois que estamos a "falar" de Futebol e sobre clubes, do coração ou eternos rivais).
são exemplos o artigo de opinião de Paulo Teixeira Pinto "do outro lado do espelho"; os PLENOS PODERES, do caríssimo Rui Moreira; as autênticas pérolas de Pedro Marques Lopes, reluzentes de Portismo num (digamos assim) "mar revolto", "carácter" e "agora é decisivo". 

surpreendentemente e a título excepcional, refiro O lampiónicO  leonor pinhão, em "manifestamente pouco".
eis o motivo daquela excepção:

«
NÃO me importa se a sopa estava a ferver, ou morna, ou fria. Não me importa se o basquetebolista Marçal do Maia Basket é o mesmo basquetebolista Marçal do FC Porto, que tanto se enervou quando o 5lb foi ganhar o campeonato da modalidade na casa do Dragão. Já passou, já lá vai.
O que se passou no restaurante "Terceiro Anel", para além do pecado do desperdício, foi mau. Mau para 
5lb que, alheio ao incidente como ninguém duvida, vê o seu bom nome envolvido numa cena a todos os títulos lamentável. 
Pela parte que me toca e eu não estava lá, peço desculpa ao basquetebolista Marçal. Faço-o com toda a franqueza. Não sou nem mais nem menos lampião do que os discóbolos da sopa. Sou apenas pel5lb e pela civilização. As duas coisas ao mesmo tempo, de preferência.
»


para finalizar, um referência ao "caso Kléber".
escusam os indesejáveis lampiões, que pululam, feitos "manelinhas" malucas, por esse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera, verberar «cenas que não lhes assistem» na caixa de comentários deste espaço de discussão pública. ao contrário doutros espaços de reflexão, aqui vocês não são bem-vindos!, ponto final, parágrafo.
e, para vossa informação, e porque "comem" o que qualquer rui miguel melo escreve (vide "tribunal dá razão ao marít'mo no caso Kléber"), é meu dever alertar para o facto de se estar a referir a um «erro processual», pois que «a decisão da Comissão Arbitral da LPFP foi proferida seis meses depois do que era permitido»
foi este o principal motivo da anulação da sentença da Comissão Arbitral da Liga, e como se pode ler já a seguir - algo que rui miguel melo intentou passar em claro:


(clicar na imagem para ampliar)


que eu saiba e não sou jurista, um «erro processual» não é sinónimo de se considerar procedente a argumentação invocada pelo "clube do guardanapo da 'pérola do Atlântico' - o qual, recorde-se, já foi condenado pela FIFA, «ao pagamento de 2,53M€ ao Atlético Mineiro (Brasil), na sequência do "Caso Kléber", por incumprimento de acordo entre os clubes».


desta forma e assim concluo, é para mim por demais eBidente que, sim!, poderíamos viver sem as edições do pasquim da Travessa da Queimada, mas não seria a mesma coisa.
de todo!



somos Porto!, car@go! 

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

do repisar «gloriosos» argumentos... [actualizado]


© Google


caríssima(o),

desde já informo que esta será uma looong"posta de pescada

e também que, por motivos de índole profissional, que estão a atingir níveis intensíssimos de laboração (motivando um desesperado suspiro por... novo período de férias), esta será a publicação com que muitas(os) de vós se irão deparar (pelo menos e previsivelmente) até à próxima Segunda-feira, dia 02 de Setembro.
será "bom", pois tendo em linha de conta a sua extensão e o tempo que será necessário despender para a sua leitura, poder-se-á lê-la em suaves prestações diárias, de preferência com a companhia de uma fresquinha para acalmar os espíritos. já o acompanhamento com o "marisco preferido do Eusébio", eu sou mais amendoins... :D

adiante.

ainda em relação àqueles factores profissionais, que motivam uma interrupção (in)voluntária no paulatino retomar à tua sã convivência (e mesmo que de uma forma virtual),  este é o dia em que se fica a saber que o sr. Aníbal promulgou a Lei nr. 68/2013, a qual «estabelece a duração do período normal de trabalho dos trabalhadores em funções públicas» em quarenta horas semanais, sem correspondente aumento remuneratório - num novo e demasiado evidente aumento ilícito de impostos, pois que o valor/hora é substancialmente reduzido se comparável com a realidade anterior à entrada.

para quem de vós considera que não se trabalha na Administração Pública, ontem, sensivelmente pelas 21h33m, quando o meu horário de saída são as 18h30m, enviei o seguinte sms a um de vós, Amigo de longa data, que me perguntava se tinha visto o que fez o «mijinhas» ao Paços de Ferreira:
« não tive oportunidade. ainda estou no trabalho. tenho para mais uma hora. quem afirma que na Função Pública não se trabalha, não sabe o que diz. pormenor: não são horas-extra de trabalho contra respectivo pagamento; quanto muito uma folga extra... »


adiante...
hoje também enviei o seguinte sms (indignado) a outro de vós, que muito prezo e estimo:
« bom dia, meu caro! é só para afirmar que o artigo dO pinhão, na edição do pasquim da Travessa da Queimada de hoje, é (no mínimo) absolutamente nojento. abr@ço »


e, de facto, tenho para mim que assim o é.

sob o auspicioso (e devidamente a(du)lterado) título "luís grande, o 'ilusão' e a terapia de grupo", O leonor pinhão dedica (sensivelmente) ¼ do mesmo às célebres escutas que um qualquer "tripulha" resolveu disponibilizar à saciedade no youtubiu.com® e à margem da Lei - mormente para puro deleite e extremo gáudio dos lampiões e dos calimeros que se esquecem dos pecadilhos dos seus clubes - pois que, como não me canso de repetir, todos os clubes, sem excepção, têm os seus "telhados de cristal"®, sendo que não há impolutos nesta questão.
a «lamentavelmente pública» (nas palavras do coisa lampiónica) escuta em questão, na minha opinião, não revela nada de mais, a não ser a borla de uns ingressos para a bola a quem tem «deusas» para lhe dar agrados nesta vida de (muita) agrura. certamente que são gostos e que, por mais duvidosos que sejam, não devem ser discutidos.


porém e porque a Actualidade lampiónica não é nada favorável a quem sofre pela Instituição - em que, para lá de evidentes catedráticas contradições do "jorge jejum", e das atitudes que só enaltecem o seu capitão, ainda têm que lidar com a clara situação de, à data e por mais notícias que se publiquem, no mercado real de transferências, não conseguirem vender um só jogador pelo valor estipulado na cláusula de rescisão e ainda, com o início de uma época desportiva que deixa muito a desejar -, "é natural" que se (in)tente distrair o maralhal que pulula e vibra com a Instituição (dita) «gloriosa»
aliás, o senhora em causa, tal como o restante "rebanho", e como bom lampião que apregoa ser (já que uma boa lampiona não é, com muita certeza), e porque ainda deve estar a curar o enorme melão da época desportiva transacta (à qual se refere que «terminou doente»), é "especialista" em (in)tentar desviar a atenção do que deveria Essencial para o Acessório - normalmente recorrendo ao que diz que é uma espécie de humor, na esmagadora maioria dos casos tendo o nosso querido líder como alvo predilecto. quando não é o nosso grande presidente, é pela via indirecta da «fruta».

sincera e honestamente, é um facto que deveria relevar, fazer por ultrapassar e continuar a andar com um sorriso largo e a cabeça bem erguida. infelizmente não consigo, daí a presente "posta de pescada de pura revolta.

resolvi (mais uma vez...) dar conta deste meu sentimento contra o que se vai publicando no pasquim da Travessa da Queimada - e contrariando o que prometi que seria a nova imagem deste espaço de discussão pública pública (excepto para os teimosos dos lampiões que persistem em gravitar onde não são desejados, e ultimamente - pasme-se! - de alguns (poucos) calimeros) porque me revolta as entranhas ver o bom-nome do meu clube de sempre ser achincalhado por gentinha cuja coluna vertebral é mais protozoária do que o maior invertebrado à face do Planeta
eu bem sei que lhes dói o Orgulho, ferido pelo sucesso sustentado do Futebol Clube do Porto - o qual é inversamente proporcional à forma como as Instituições da Segunda Circular paulatinamente têm vindo a perder a sua Glória, socorrendo-se de factos ainda e sempre pincelados nessa cor dominante e que é o preto-e-branco
mas deu, dá e dará sempre, muito trabalho a granjear (sobretudo) o respeito internacional pelos feitos desportivos alcançados pelo nosso ecléctico clube, os quais foram fruto de muito trabalho, abnegação e voluntarismo dos seus atletas - para também não referir o modelo de excelência da organização e da estrutura funcional do clube (com falhas, é certo, mas mesmo assim elogiada por quem de direito). já a «fruta», e os «quinhentinhos», e «as deusas», e as «meias-de-leite» e o raio que os parta a todas(os), são mais um "belo" exemplo do que ainda grassa no nosso País desde o tempo da outra senhora (seja ela quem for) e dele faz imagem de marca: a Inveja e a Mesquinhez, «ambas as duas» de braço dado e no seu estado mais puro.

e é porque felizmente que ainda tenho memória que, na segunda parte desta já enorm"posta de pescada, decidi preservar para a posteridade (i) um editorial do JORNAL DE NOTÍCIAS, datado de Janeiro de 2010, sobre as famigeradas escutas, bem como (ii) a notícia do jornal PÚBLICO com a transcrição das que captaram o "dumbo de Carnide" a escolher árbitros como se estivesse "num supermercado a escolher farinha", nesse já longínquo mês de Setembro de 2006 e entretanto desaparecida da fonte noticiosa.

tal segue dentro de momentos, um pouco mais lá para a frente, logo depois do símbolo do "faceboKas, bastando clicar em «'no pare, sigue, sigue'» :D 

antes e em relação à edição impressa do dia de hoje, do pasquim da Travessa da Queimada, não posso deixar de recomendar a leitura atenta do dossier dedicado ao FC Porto - todo ele uma "pérola" sobre como alimentar o mercado virtual de transferências -; o editorial com o título "facebook", da autoria d"belenense" do sr. vítor serpa - que é tão "belenense" quanto eu -; do artigo de opinião "imaginação", pela pena do "touro" hugo vasconcelos; do tema do dia, redigido por josé manuel "el excremento" delgadoe a "cereja no topo do bolo": duas cenas sobre clube do mito urbano dos «oito milhões e meio...» por Roberto, na antevisão do Clássico da Segunda Circular e por forma a injectar moral nas tropas.



para finalizar, é verdade que o teor das ditas escutas é moralmente condenável nalgumas situações; mas e a bem da Verdade (que não a desportiva), os prevaricadores já foram sentenciados, quer na Justiça Desportiva, quer na Justiça Civil. 

bem ou mal, na primeira, no célebre processo "Apito Final", no qual, (entre outras decisões), o FC Porto viu sonegados 6 (seis) pontos; na segunda, os sucessivos processos instigados contra a figura do presidente Jorge Nuno Pinto da Costa viram, um a um, as suas acusações serem consideradas «improcedentes» por tribunais idóneos, imparciais e alheios a clubites agudas
[explicação das decisões do Apito Final podem ser lidas aqui. já no endereço que se segue terás acesso à decisões finais sobre os Processos do Apito Dourado]

retomando o raciocínio inicial, há alguns "justiceiros" n(quase) totalidade da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto -, que pugnam pela Justiça e que clamam pela «Verdade Desportiva»

estes nobres valores, que eu muito prezo e tão ausentes estão do nosso panorama Desportivo, são a base moral para o desencadear dos processos atrás referidos. contudo, há outros "processos" por apurar. só que, como alguns destes envolvem um certo e determinado «glorioso» interesse nacional, não há a «conveniência de serviço» para que se apure a Verdade, e para bem da Justiça - desportiva e civil.

"disse!"