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domingo, 4 de maio de 2014

de (mais) uma vergonha...



caríssima(o),

depois de mais uma v-e-r-g-o-n-h-a, e não há como escondê-lo e/ou sonegá-lo, desta feita ante uma autêntica "Torre de Babel" que se fortificou para este jogo, em Olhão, e que o conseguiu como nunca antes o tinha feito, na presente temporada, três breves notas:

i)

apesar desta horrível temporada e sendo que, neste final-de-semana, houve mais dois percalços desportivos extra-futebol - um, no andebol, com o empate consentido ante o spórtém, mesmo no final, devido a um erro "infantil", que nos causou um amargo de boca; outro, no hóquei, com mais uma final da Champions da modalidade perdida (a segunda consecutiva...), desta feita para o Barça -, a última coisa que me verás é a disparar para todo o lado e mais algum, a "cavalgar ondas" de espirais recessivas e em perfeito desatino com a Realidade. e brindar-te com frases como «joguem à bola, palhaços» ou outras que tais...
«ser Porto» é (também) ser forte o suficiente para enfrentar as adversidades e evitar cair neste tipo de situações... que... enfim... é melhor "calar-me"...

ii)

quero acreditar que a próxima época vai ser mesmo um estrondo - não no sentido de mais um fracasso, mas sim do regresso ao sucesso que é a nossa imagem de marca.
e que todos os erros cometidos, nesta temporada que penosamente ainda não findou, sirvam de lição e estejam sempre presentes para que não se repitam num Futuro próximo.
e que, como tal, certamente que forçosamente, pela força das circunstâncias actuais, terá que "haver sangue". e que "cabeças rolarão". e que, mais do que se aventar bitaites, há a necessidade de quem de direito ter a tranquilidade necessária para decidir em conformidade. e que entre os adeptos deverá prevalecer a União, em momentos que se antevêem turbulentos e truculentos.

iii)

haverá muito para dissertar sobre esta época desportiva seguramente. mas não posso deixar de estar a matutar no que terá querido dizer (e não conseguiu) Jackson Martínez, quando afirmou
«Está a ser demasiado penoso e duro o fim de época... Tentamos fazer as coisas, mas a pressão e situações... Temos de pensar em terminá-la com uma vitória em casa e preparar a próxima época.»

sobre estas declarações, "das duas, três": 

»

ou há, de facto, «situações» que, comprovadamente explicam o muito do que (não) se produziu, esta época e que têm a sua origem no balneário portista, ou então não há e estas são só mais umas declarações infelizes por parte de alguém que já não se sente feliz por cá desde o final da época passada e mesmo tendo contrato rubricado connosco até Junho de 2016 

»

ou Jackson, mas mais o actual empresário deste, é que está certo ou então somos todos nós que estamos enganados acerca da tarimba que ele(s) julga(m) que possui pois, se não aguenta com as nossa «pressão» como irá aguentar com as dos tubarões da Europa do Futebol que andam no seu encalço? 

»

ou Jackson enganou-me bem ou quem está equivocado é mesmo ele se considera que a vitória, na próxima jornada, ante o eterno rival, irá conseguir "maquilhar" todo o descalabro desportivo que nos trouxe até aqui.



"disse!



domingo, 13 de abril de 2014

estórias de um jogo que acabou sem história...




caríssima(o),

para que definitivamente se saiba o que é "uma vitória 'à Porto'", o encontro de hóquei em patins de ontem, a contar para a segunda mão dos quartos-de-final da Champions daquela modalidade, ante o Liceo da Coruña, em casa deste último, e forçados a reverter uma desvantagem de um golo, explica-a.
mais do que as palavras - com particular agradecimento ao Paulinho Santos, do extremamente azul "tribuna portista", pelo excelente resumo de uma partida que eu também tive o privilégio de acompanhar (e vibrar) em directo -, ou do que o vídeo com o resumo desta (o qual saberá sempre a pouco, face ao que aconteceu - e foi mesmo muito!), fica a  minha emoção com o seu desfecho: os olhos marejados, as lágrimas a obedecerem à lei da gravidade e o Guilherme a gritar "goooolooo! pooo'tooo!", mesmo sem ainda saber o que tal significa mas a partilhar da minha felicidade. há momentos que são mesmo só nossos, que ficam entre pai e filho e faltam palavras para os descrever tal e qual eles ocorreram. este é um deles.


sobre o jogo que decorreu na pedreira de Braga, considero que não há muito mais por que contar, a não ser que foi uma partida em que ocorreram bastantes poupanças, de parte a parte, e já a pensar nos encontros desta Quarta-feira, que irão definir os finalistas da presente edição da Taça de Portugal.
vencemos, porventura por números exagerados, mas o triunfo final assentamos bem - pese embora aqueles vinte minutos da etapa complementar, onde deu para perceber que há, de facto, elementos que fazem parte do plantel e que não merecem envergar o nosso manto sagrado, sobretudo pela notória falta de Qualidade no seu futebol, o qual não se coaduna com os pergaminhos e com a História do emblema que carregam ao peito. abstenho-me de citar nomes; se viram o mesmo encontro do que eu, facilmente os "encontrarão".

da partida frente à versão "B" do plantel principal dos gverreiros do Minho, não posso deixar de realçar que a inclusão de Víctor García foi um bálsamo, uma "lufada de ar bem fresco", e que foi bastante acarinhada por muitos dos meus locais de referência nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosferaou seja: assim se justifica a pertinência da minha última "posta de pescada"®.
considero que há que "os" ter no sítio e conceder oportunidades a jovens valores que vão despontando nos nossos escalões de formação. aliás e como o referi ali em baixo, na partida em apreço até se poderia ter ido um pouco mais além, dando a titularidade a valores como Mikel, Pedro Moreira, Tozé, ou Kayembé. é verdade que a época ainda não acabou e que o terceiro lugar ainda não está matematicamente garantido; mas os encontros do campeonato que ainda faltam disputar poderiam e deveriam servir para tal: um justíssimo prémio de consolação para quem tanto se esforça por "um lugar ao Sol" na equipa principal. e certamente que aqueles nomes que referi não fariam pior figura do que Abdoulaye, Defour ou Licá... pelo menos, não senti que Vítor García tivesse tremido como varas verdes, esta noite...


para finalizar e no seguimento do exposto, também não posso deixar de expressar o meu receio pelo que será o nosso meio-campo, na próxima época, se ainda não se tiver equacionado uma alternativa a Fernando. não foi uma coincidência que, na jogada imediatamente a seguir à sua substituição - a qual foi precedida de uma falta não assinalada sobre Josué... -, o FC Porto tivesse sofrido o único golo arsenalista na partida... assim como não foi uma coincidência que o nosso meio-campo nunca mais se encontrou nas marcações defensivas e só por inoperância atacante bracarense e muito mérito de Fabiano, não aconteceu a reviravolta no marcador.


"disse!"



sexta-feira, 11 de abril de 2014

¡ joder !




«

Jogámos muito mal, merecemos a derrota. Há que perceber que "isto" é o FC Porto. Depois do primeiro golo, viu-se como isto ia ser... Hoje foi uma vergonha aquilo que fizemos. Dar tudo, claro que se dá, mas penso que teremos que dar ainda mais. O treinador vai ajudar-nos a perceber onde errámos.

»


Ricardo Quaresma dixit.

pois foi, Ricardo: foi «uma vergonha»e os cerca de 2500 indefectíveis adeptos que se deslocaram a Sevilha para vos apoiar não o mereciam...

«

Neste momento é fácil apontar erros, mas não vou por aí... Domingo há um jogo para fazer. Temos que ver tudo o que fizemos de errado, num jogo em que trabalhámos muito, mas não da melhor maneira. Ninguém no FC Porto se sente bem, a começar pelo treinador, que dá a cara.

»


Luís Castro dixit.

de acordo, 'míster': «ninguém se sente bem»sobretudo os cerca de 2500 indefectíveis adeptos que se deslocaram a Sevilha para vos apoiar e que não o mereciam...


para já, é tudo o que tenho para expressar, socorrendo-me de palavras dos principais intervenientes no pesadelo de Sevilha e que julguei serem sentidas e verdadeiras...

não é por uma péssima noite europeia que deixarei de Amar o meu clube do coração. mas é por uma noite como esta que, para lá da insónia que se (pres)sente, amanhã o meu estado de humor vai estar pior do que uma adolescente com spm...




"disse!"




sexta-feira, 4 de abril de 2014

resultado magro para um domínio avassalador...




caríssima(o),

soube efectivamente a pouco. a muito pouco.
esta noite, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, com um bom ambiente nas bancadas, o resultado, "ao intervalo", deste jogo de (pelo menos) 180', peca por escasso.
não me estou "a armar", sequer estou com tiques de Soberba: o nosso FC Porto - este FC Porto! - merecia bem mais do que o magríssimo 1-0, com o único golo marcado num voo soberbo de Mangala, após um cruzamento de trivela por parte de quem foi duramente vilipendiado desde o "final de festa" da Choupana. aliás, no final da primeira parte desta partida, o marcador revela-se lisonjeiro para a turma de Sevilha, apostada em defender, até à exaustão, o empate ou a diferença mínima no marcador.
o reinício da partida trouxe mais do mesmo, e só a quebra física de alguns elementos preponderantes da equipa, apesar da rotatividade que Luís Castro imprime, explica o ténue "equilibrar" de forças que se verificou nos últimos vinte minutos.

antes de me retirar sorrateiramente pelos fundos, que o dia, hoje, a título pessoal, não foi nada mau - foi péssimo... -, três breves notas:

1)

quem também se assumiu como um elemento preponderante foi o "straque" do Wolfgang, numa arbitragem, a todos os títulos, bastante "capelar", mormente no capítulo disciplinar. então o cartão amarelo ao Jackson foi ridículo - já para não referir o duplo amarelo ao Fernando...
não justifico a magreza deste resultado, "ao intervalo", com a tendência evidente de "em caso de dúvida, contra os da casa", da arbitragem de ontem. mas, para além das duas bolas aos postes, parte da história desta partida faz-se com o recurso às estórias do "straque" alemão.
mesmo assim, encaro a segunda parte com optimismo e nem a ausência daqueles jogadores me fará considerar o contrário, pois que o míster demonstra conhecer muito bem as potencialidades do plantel que tem à sua disposição.

2)

Luís Castro, na 'flash interview', cometeu um lapso, trocando, por uma única vez, o nome da equipa adversária. aconteceu, é um facto, está registado. certamente não acontecerá novamente, por parte de um treinador que demonstra uma postura, um saber estar e um poder comunicacional como há muito não via no FC Porto - inclusive, sendo elogiado por alguma da crítica maledicente.
só os pobres de espírito é que podem considerar que se tratou de um «síndrome Fonseca».

3)

alguém que venha acompanhando a realidade futebolística nacional já previa que "isto" acontecesse.
"isto" - e não só... - será tratado mais logo, neste espaço de discussão pública.


«largos dias têm cem anos!»




segunda-feira, 31 de março de 2014

sobre um autêntico "nevoeiro" de ideias


© zerozero | Tomo II


«

Não estivemos bem na primeira parte. Foi uma exibição deficiente, em que não conseguimos profundidade. Jogámos muito pelas laterais, sem jogo interior. Na primeira parte, o Nacional controlou. Depois, na segunda parte foi diferente. Criámos oportunidades de golo, chegámos ao golo através do Jackson, voltámos a empatar [no vídeo, aos 5'10''] num golo que para nós é limpo. O CD Nacional marca o primeiro golo em fora-de-jogo... 

Falar do jogo é falar de várias coisas que aconteceram.  Isso condiciona os jogadores. Era muito difícil vencer um jogo assim... Quando estamos a desenvolver o nosso trabalho e somos prejudicados, é claro que perdemos algum equilíbrio. Sentimos que nos quiseram desequilibrar. É só ir a factos. Também cometemos os nossos erros, mas também fizemos muito ao longo do jogo.

Claro que tudo ficou mais complicado [chegar ao segundo lugar]. A meta era ganhar este jogo e continuar na luta, a manter a distância. Isto foi um forte revés. Ainda assim, vamos continuar a lutar por ele, embora saibamos que, em Alvalade, perdemos com um golo em fora-de-jogo e que aqui aconteceu o mesmo. Trabalhámos a defesa de uma determinada forma e, no final de contas, torna-se muito perigoso. Estes erros atingem o trabalho realizado durante a semana. É melhor não colocar a defesa alta, à procura do fora-de-jogo do adversário, porque pode ser fatal.

Agora vamos continuar a fazer o mesmo que até aqui: trabalhar de forma séria e honesta para conquistar taças. Queremos muito vencer e vamos tentar ser mais felizes nos próximos jogos.

»

autor: Luís Castro
fonte: zerozero sapo desporto (2014-03-30) 
ps: os negritosos itálicos, os sublinhados e os destaques são da minha responsabilidade.


caríssima(o),

destaquei, inclusive a marcador, a negrito e a sublinhado, o que, para mim, é o mais importante do discurso final do nosso treinador, acerca das incidências do encontro na Choupana, ante o CD Nacional. foi, de facto, uma exibição «deficiente» da nossa parte, mormente naquela primeira parte horribilis, em que mais pareceu o futebol praticado pela equipa numa era que tudo farei por esquecer e à qual não pretendo regressar tão cedo...
naqueles primeiros quarenta e cinco minutos apenas contabilizei duas (!!!) jogadas de perigo para a baliza da equipa madeirense: um remate cruzado do RQ7 por cima da barra e um outro, de Jackson, em que o guarda-redes insular teve mérito na defesa. de resto, tudo o mais foi um autêntico "nevoeiro" de ideias - o qual, por sinal, hoje não apareceu e ao contrário do que é costume. a equipa não acertava nas marcações (Abdoulaye em destaque e pela negativa); os laterais eram constantemente "comidos" nas suas subidas à área adversária, originando "venenosos" contra-ataques e autênticas "avenidas" para a nossa baliza; o meio-campo não conseguia originar passes de ruptura, dar profundidade ao nosso jogo, sequer fazer mais do que três passes seguidos; no ataque, Licá foi mais inoperante do que um Silvestre amorfo, Quaresma foi o génio do individualismo levado ao extremo e Jackson, para lá daquele remate, não se viu em jogo.
nessa altura, conversando com os meus "botões" e colocando-me na pele do treinador, desde os vinte minutos da partida que já clamava por mudanças. eu não teria esperado pelo intervalo para mexer na equipa - como viria a acontecer e bem, no meu entendimento. estávamos a perder, num jogo em que só a vitória nos interessava; um dos alas não "servia" para o jogo, optando por nele se "refugiar" quando o pretendido era acção; o meio-campo não funcionava; havia a necessidade de um "safanão".

e esse "safanão" viria a acontecer no momento mais oportuno, naquela que foi a realidade do encontro e não a dos meus devaneios: exactamente na primeira jogada após o regresso das cabines, a qual curiosamente teve como intervenientes os novos artistas em jogo - Ghilas e Quintero.
a explosão de alegria no banco portista coincidiu com a de todos os demais portistas, pois sentia-se que o mais difícil tinha sido conseguido. debalde. reposição de bola no meio-campo, lance confuso a meio-campo, a equipa desposiciona-se na defesa (com Abdoulaye a quadrar a sua própria sombra...) e Rondón a voltar a silenciar-nos. fod@-se!!!

depois... bem, depois foi tudo idêntico a um regresso a um Passado recente, em que houve mais coração, menos discernimento e a Razão deixou de imperar.
e, para que não seja mal interpretado no que a seguir irei afirmar, quero, desde já, informar quem, ainda antes de ler estas linhas, lá foi deixando algumas mensagens "curiosas" (para ser simpático...) na caixa de comentários, que não foi (só) pela arbitragem do sr. capela que o meu FC Porto perdeu esta noite, na Choupana.
repito, para que não restem quaisquer dúvidas: o meu FC Porto perdeu na Choupana, ante o CD Nacional, por culpa própria e porque "se pôs a jeito" durante os noventa minutos.

mas, foi para mim evidente que: houve mais uma jogada que deu origem a um golo sofrido por nós que principiou de forma irregular; o lance do penalty que Quaresma falhou deixa dúvidas (eu acho que houve contacto do defesa nas suas pernas e que a queda daquele foi "forçada"); Jackson marcou um golo «limpinho, limpinho, limpinho», subindo ao quarto andar enquanto o defesa ficou pelo rés-do-chão; houve muito amarelo por mostrar de parte-a-parte; o sururu final surge porque o sr. árbitro não soube intervir a tempo, ainda não se tinha chegado ao tempo de descontos e já o marçal e o ciganito andavam pegados e via-se que ia "dar molho" (como deu).
ou seja: o sr. capela teve erros de arbitragem que condicionaram o desenrolar do jogo e que tiveram influência no seu resultado final. esta é a minha firme convicção, na proporção exacta da minha certeza absoluta em como não iremos procurar a ajuda do sr. Presidente da República, nem que o nosso grande presidente se irá desmultiplicar em inúmeras entrevistas e/ou conferências de Imprensa semanais, nem irá proclamar um qualquer "movimento besta!" para coagir os responsáveis pelo sector da arbitragem nacional. sequer irá cair no ridículo de intentar acções contra estes últimos junto da UEFA e da FIFA...

agora, não me venham "falar" de que nós «também somos calimeros», que a «fruta acabou», que «é de ir às lágrimas escutar um treinador do FC Porto queixar-se de arbitragens» e não sei mais o quê, pois que, à data e hora, já foram dezassete as mensagens que deixei no "arquivo geral"...
meus "amiguinhos" fanáticos pelas agremiações da Segunda Circular: mais do que querer entrar nos vossos jogos sujos e de uma linguagem tão, mas tão reles, que deveria fazer corar de vergonha a Educação que (não) receberam dos vossos progenitores, e em "diálogos de surdos" sobre episódios de arbitragens passadas que só me irão desgastar, recordo-vos de que:
 «largos dias têm cem anos!» 

qualquer portista que se preze sabe, não só enquadrar o contexto desta expressão presidencial, como também a razão da sua existência, pelo que não serei eu a ensinar-vos o seu significado. se não é esse o vosso caso (e, pelo teor dos vossos "comentários", quer-me parecer que não...), por mim, vocês permanecerão na vossa Ignorância até ao fim dos vossos dias, pois que é igualmente merecido.
mas, porque há um «certo e determinado» denominador comum nos vossos "comentários", apenas vos quero recordar, com duas imagens significativas, o que para mim é a acepção do vocábulo hegemonia:


© google | voz do dragão
(clicar na imagem para ampliar)


(clicar na imagem para ampliar)



"disse!"



quarta-feira, 26 de março de 2014

vitória "ao intervalo"...




caríssima(o),

afinal, estamos vivos! e bem vivos! 

afirmo-o porque, desde o encontro ocorrido no "coiso" que dizem que se assemelha a um estádio (mas que, com aquela quantidade absurda de azulejos, alguns deles de cores duvidosas, mais parece uns lavabos que nunca foram limpos desde a sua inauguração), perdido lá para o "reino distante dos viscondes falidos de Alvaláxia, e principalmente desde Domingo passado, depois da partida frente ao clube de Belém, que a esmagadora maioria da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto...) -, nos dava como "mortos"como a seguir veremos, trata-se da mesma Comunicação Social que (quase que) garantia que a eliminatória desta noite seriam "favas contadas" para a agremiação de Carnide. e só não afirmaram que seria "um passeio" por mero acaso e/ou coincidência, mas andaram lá perto...

mas, este FC Porto, comandado por Luís Castro, dá mostras de ter rompido com o Passado recentíssimo, sobretudo em termos de Atitude, de Querer, de Garra, de Vontade e sobretudo de Raça. não afirmo que é em tudo melhor do que quando foi comandado por Paulo Fonseca, mas há muitas diferenças. a que mais registei, no encontro de hoje, foi o de a chichinha finalmente não "queimar", sequer "ter picos", nos pés dos mesmíssimos jogadores que, há menos de um mês, não conseguiam acertar três passes seguidos. 

hoje, ante o "melhor, mais, maior, grande" clubeco nacional, ultra-protegido por um inexorável Marco Ferreira (mormente na segunda parte), demos mais uma prova cabal de que, o mesmo plantel que por pouco não foi humilhado nas exéquias a Eusébio, tem Qualidade e só por mero acaso não o fez ao arqui-rival de Sempre porque a Sorte protegeu um artur que, sempre que atacámos a sua baliza, se viu literalmente "aos papéis"
aliás, para mim, aquela primeira parte foi do melhor futebol que já vimos, esta época, praticado pela nossa equipa do coração. um ritmo intenso, um sufoco do adversário permanente, uma pressão constante às tentativas de saída de bola por parte dos jogadores do Carnide, um procurar persistente dos flancos para municiar os nossos ataques, uma calma na defesa (sem quaisquer sobressaltos de maior). tudo "ao mais alto nível" - uma "factura" que se viria a pagar mais tarde, na segunda parte, quando "as pilhas" se gastaram, demos de si, passámos a sofrer mais, Fabiano fez uma defesa do outro mundo e só não marcámos o segundo golo num lance fortuito (provavelmente imerecido, mas que nos daria outra tranquilidade para a segunda mão desta eliminatória, que não está decidida).

estou, portanto, bastante satisfeito com o que a nossa equipa produziu, esta noite. estão de parabéns!, tal como os nossos indefectíveis adeptos que se deslocaram ao nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos, pelo apoio (em)prestado a um Amor comum. Luís Carlos pediu, a massa adepta correspondeu, as expectativas foram atingidas. assim se justifica a imagem acima e que embeleza esta "posta de pescada.

porém - há sempre um mas... -, o meu estado de espírito só não está na sua plenitude zen devido principalmente à leitura de um escrito abjecto, nojento, asqueroso, repugnante, vil, infame, torpe, mesquinho, moralmente baixo e eticamente condenável, publicado na edição impressa do paquim da Travessa da Queimada desta Quarta-feira, 26 de Março de 2014, da autoria de eduardo "cutty sark" bOrroso.
dele (e não só), dar-te-ei a conhecer a minha mais profunda indignação noutra "posta de pescada, que esta já vai longa. e também porque não desejo misturar a alegria de uma "vitória à Porto" com o asco que sinto por aquele calimero repugnante..


post scriptum:


a verdade (incómoda) que os lampiões (e alguma Comunicação Social) se recusam a aceitar:

(clicar na imagem para ampliar)


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  



beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)




quinta-feira, 20 de março de 2014

para todos nós, com muito Amor!


© UEFAAFP/Getty Images


caríssima(o),

que prazer poder estar a comunicar contigo assim: com o espírito alegre, bem vivo, a flutuar muito leBezinho por cima das nuvens. e com um enorme sorriso estampado no meu rosto.

cumprimos com o objectivo proposto, desde início - passar esta dificílima eliminatória, ao nível de um encontro de Champions - e pudemos dedicar a passagem ao malogrado Capitão, vítima de uma lesão que infelizmente sei bem o quanto custa a sarar.
mas, no meu entendimento, porque seria extremamente redutor oferecer a passagem desta eliminatória só ao Helton, resolvi alargá-la a todos nós, portistas indefectíveis: aos que cepticamente não confiavam no seu sucesso (para que passem a Acreditar e se convençam de que, apesar da má época, os tempos são efectivamente outros) e aos que, como nós, confiavam que seria possível (porque já estávamos a merecer uma noite europeia desta envergadura e desta índole). dos nossos detractores, não reza a História, nem sequer são para aqui chamados, pois que não falam a mesma linguagem que nós...

é certo que, esta noite, em Nápoles, no mítico San Paolo (palco do semp'eterno d10s)"nem tudo foram rosas". houve, sobretudo durante os vinte minutos iniciais de cada parte, muitos "cardos", com muito espírito de sacrifício, muita entrega e muita capacidade de sofrimento. e muitas faltas defensivas, de marcação a meio-campo, de muita inoperância ofensiva. e muitos palavrões da minha parte, igualmente por uma arbitragem que me pareceu um pouco caseirinha (desconheço a opinião do burro de Carvalho sobre este aspecto, mas estou à espera de um novo comunicado mal termine a eliminatória do spórtém... na PSP4, que, garantem-me, está muito renhida  ).
mas, justiça seja feita, e para lá dos golaços de Ghilas e de Quaresma, houve muita mestria do nosso treinador (que, para mim, é tudo menos) «interino». mais do que reagir, agiu em conformidade com o cariz que o jogo estava a levar, mudando-o por completo.
a transformação do ineficiente 4-3-3 num claro 4-4-2, com as entradas de Josué e do nosso argelino, revolucionou a partida e colocou o Napoli em sentido. de um momento para o outro, passámos de submissos a mandões; e, num instante ainda, de uma eliminatória quase perdida, passámos a controlá-la por completo e a descomprimir ainda faltavam sensivelmente dez minutos para o seu término (tempo de descontos incluído). e assim se justifica o golo do empate do Napoli, que nos impediu de conquistarmos, com todo o mérito, aquela que seria a nossa quarta vitória em solo italiano e a primeira derrota da squadra actual terceira classificada na Serie A, nas competições europeias...
portanto, daqui vai o meu sentido "muito obrigado!" para Luís Castro, pela enorme alegria que me/nos proporcionou.

por último e sem querer individualizar, pois que, como conjunto (e atrevo-me a afirmá-lo), pela segunda vez esta época, na Europa do Futebol, fomos uma verdadeira Equipa (a primeira, foi em nossa casa, ante o Atlético de Madrid), estou super-feliz por perceber que FabianoReyes e Ricardo "não tremeram". e estou em crer que estes noventa minutos que amealharam ser-lhes-ão preciosíssimos - mais do que dez vezes mais esse tempo no nosso comezinho futebol...


somos Porto!, car@go! 
«este é o nosso destino»:  


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)



domingo, 16 de março de 2014

«filhos de um 'deus' menor»




caríssima(o),


entrada forte de ambas as equipas. jogo repartido até à "bomba" do Quaresma à barra, alguns minutos depois de ter "partido os rins" ao nojento do cédric (o qual ainda deve andar à procura dos respectivos. e dos rins, também). novamente um jogo repartido, com intensidade no meio-campo, até que Danilo "cava" uma auto-estrada no corredor direito e cruza milimetricamente para o golo de Jackson, o qual só não aconteceu porque aquele foi impedido pelo calimero do cédric de o fazer. foi um toque subtil, é certo, mas ele existiu. e na cara do golo. na altura não pedi "" o vermelho directo para a besta do cédric, apenas a correspondente grande penalidade (que nem sei se, a ser assinalada, seria convertida. mas que ela existiu, disso não tenho a menor dúvida. é a tal questão do «intensómetro»...). estávamos no minuto 43 da primeira parte, é bom recordar, com a partida empatada a zero...
a segunda parte inicia-se com um fora-de-jogo que não foi assinalado ao irascível andré martins, o qual consegue cruzar para o golo (ilegal) do argelino do spórtém. ao contrário do que previra, a calimerolândia, no seu reino de Alvaláxia, não começou a rasgar as vestes nem a clamar por Justiça Desportiva; antes, explodiu em alegria por mais um golo conseguido em fora-de-jogo, esta época (já perdi o número oficial a esta rubrica). mas, como para aqueles lados, a contabilidade é feita só a se considerar os lances em que eles se julgam prejudicados, estamos conversados...
depois, veio a ruptura total do tendão de Aquiles do Helton. porque sei do que falo (dado que já padeci do mesmo mal, num passado recentíssimo), temo que não seja só o que resta desta época a estar em risco para o guardião brasileiro, mas também a sua carreira (e um final antecipado desta). depois, veio o nosso desnorte, depois regressou a nossa inconstância no ritmo e na qualidade do jogo jogado, ao mesmo tempo que e por incrível que possa parecer a algumas(uns) de vós, sobressaíram a sobriedade e a clarividência de Abdoulaye na nossa defesa. foi numa altura em que havia mais "coração" do que discernimento do nosso lado, o jogo estava "partido", e o spórtém, mesmo jogando no seu reduto mas fazendo jus a essa mentalidade de equipa pequena, limitava-se a apostar no contra-ataque e nas "piscinas" do capel à entrada da nossa área. e depois veio o incompreensível vermelho directo ao Fernando, por dar um "chega para lá" ao montero quando este deliberada e intencionalmente não quis devolver a bola para que se marcasse rapidamente uma falta, ainda no nosso meio-campo defensivo, mas quando estávamos desesperadamente à procura do golo do empate. e depois veio o final da partida.


caríssima(o),

lembras-te da crónica assinada pelo sr. fernando guerra (!!!), a propósito daquele encontro a 03 de Março de 2013, no antro de Carnide, publicada na edição do pasquim da Travessa da Queimada no dia seguinte ao jogo? e recordas-te do que vem sendo publicado desde então, com a propalação ad nauseam do golo em fora-de-jogo do Maicon em contraste com esse «glorioso» esquecimento do penalty do cardozo que existiu mas que não foi assinalado?
pois eu não me esqueço! e confesso-te que estive quase, quase a redigir um escrito a parodiar aquela guerrinha do sr. fernando com o que aconteceu esta noite, em Alvaláxia. mas, depois apercebi-me que basta substituir os intervenientes em causa e manter as ideias-base do texto em si, para que, amanhã de manhã, bem pela fresquinha, tenhamos uma capa do pasquim da Travessa da Queimada num estilo parecido com um destes dois (em que a capa da esquerda merecia ser a exibida, mas temo que surja algo parecido com a da direita):


© pasquim dirigido pelo sr. serpa



para finalizar, é de facto a altura de se dizer "basta!" a este estado de "coisas", mas nunca nos moldes em que os calimeros o fazem, inclusive em público; antes e como muito bem o referiu Luís Castro, ainda "a quente", dentro das quatro linhas, assim como: «os jogadores do FC Porto, pelo empenho e espírito de sacrifício que demonstraram depois do jogo de quinta-feira, vão sempre lutar pela vitória em todos os jogos e pelos objectivos que houver para alcançar».
ah! e o título desta "posta de pescada, apesar de inspirado num filme homónimo da década de '80, não pretende ser um insulto à nossa arbitragem, sequer ao homem do apito da imagem que a "embeleza". o que pretendo fazer valer, com o título em causa, é que a arbitragem nacional, no actual contexto, é, de facto, "filha de um 'deus' menor" porquanto é o elo mais fraco da cadeia que é o nosso comezinho futebol. 
e afirmar que o actual spórtém, com as vergonhosas atitudes extra-jogo e/ou jogo de bastidores que tem vindo a desencadear, é, de facto, "filho de um 'deus' menor" porquanto faz valer esse adágio popular que reza assim "ouve o que eu digo, não olhes para o que eu faço" (já para não referir estoutro "à mulher de César não basta ser honesta; deve parecer honesta").
e que, no contexto actual da abjecta, muito parcial e demasiado facciosa Comunicação Social nacionale sempre com o beneplácito da estação (cada vez menos) pública de televisão - agora sem o prestimoso contributo de hélder conduto...) -, o Porto Canal é mesmo um órgão de comunicação "torto", apesar de ser a voz de uma instituição que é tudo menos "filha de um 'deus' menor"...


"disse!"



segunda-feira, 10 de março de 2014

dessa Alegria que voltou (e que nunca se deveria ter exilado)...




caríssima(o),

uma arreliadora otite levou-me a uma consulta, de urgência, num hospital perto da minha residência. este foi o motivo principal pelo qual não pude dar o meu contributo presencial, na minha cadeira de sonho, no meu teatro de sonhos azuis-e-brancos, ontem à noite, na partida ante o FC Arouca. e logo ontem, quando estava tão motivado, como te "disse", inclusive tendo sido gentilmente convidado, por um de vós, para assistir a esse reencontro com um antigo Capitão que muito prezo e admiro... 
esta foi, também, a causa maior para ter falhado o compromisso de não te ter apresentado, em tempo oportuno, um texto original sobre o que aconteceu, ontem à noite, no nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos. pelos (eventuais) transtornos causados, desde já te apresento as minhas mais sinceras desculpas.

apesar do infortúnio que aquele mal-estar físico me proporcionou (e ainda proporciona), ainda fui a tempo de assistir, via net, ao jogo em causa. e, tal como tenho a absoluta certeza de que o meu mal-estar será debelado, também estou firmemente convicto de que a "enfermidade" de que o nosso FC Porto padecia será debelada em breve. aqueles trinta minutos iniciais ficaram-me na retina, tal como à esmagadora maioria da massa adepta portista indefectível - e como é notório e observável, nesse "maravilhoso mundo que é a bluegosfera, sobretudo nas suas caixas de comentários.
confesso-te que estive quase, quase a escrever uma telegráfica "posta de pescada sobre o assunto; mas, com receio de poder perder e/ou enfraquecer o streaming que entretanto ia recebendo e de forma fluída, sem aquelas irritantes interrupções, optei por conter a minha felicidade e expô-la apenas no final do jogo. só que, como "de boas intenções está o Inferno cheio", depois veio o que já te referi e... aqui estamos, com um atraso superior a dezanove horas... surpreende-me como o spórtém ainda não intoxicou a Opinião Pública com um comunicado sobre este (novo) atraso...
adiante.

aquela minha inabalável certeza alicerça-se em algo que foi evidente durante toda a partida, inclusive naquele período da segunda parte em que a equipa resolveu "ligar o complicómetro" - que é algo bem mais complexo do que o famigerado «intensómetro», no sentido em que este último é algo que só o sr. burro do Carvalho poderá explicar, enquanto que aquele é tão-somente um regresso a um Passado recente que não se pretende e para o qual já se vislumbra uma cura. uma cura lenta, com certeza (pois que a "maleita" é congénita à presente época), mas mesmo assim uma cura (pois que a dita "maleita" é recurável).
como referia, antes de o meu pensamento ter sido interrompido por gentinha que não me merece respeito e pela qual (já) nutro um asco só comparável ao que senti aquando da presidência do actual sacristão do Estabelecimento Prisional da Carregueira, aquela minha inabalável certeza alicerça-se em algo que foi evidente durante toda a partida: uma Alegria imensa em jogar à bola e em todos os jogadores da equipa. e essa Alegria, mesmo na fase de maior desacerto, fez com que a redondinha não tivesse voltado a "ganhar picos", a ser "um paralelepípedo" e voltasse "a queimar" nos pés dos jogadores, como num Passado recente. e, se dúvidas houver do que afirmo, basta consultar esta galeria de imagens e tirar as devidas conclusões nas expressões dos jogadores. até o Defour exultou com o golo de belo efeito do Carlos Eduardo - ele que, em Janeiro último, amuou quando fez o mesmo...


© rtp | Tomo II


o outro factor em que fundamento a minha (mais do que) crença, a minha firme convicção de que iremos "dar a volta a 'isto' tudo" e que ainda iremos conquistar troféus, na presente temporada - e para lá da Supertaça Cândido de Oliveira -, é na arrogância e/ou menosprezo e/ou bazófia e/ou achincalho e/ou fanfarronice e/ou jactante prosápia a la Segunda Circular que os nossos rivais nos vão brindando.
não!, não me refiro aos adjectivos empregues pelos "jornalistas" do pasquim da Travessa da Queimada nas crónicas aos encontros que «ambos os três» clubes (ditos) «grandes» se viram envolvidos - o "belenense" do sr. serpa no jogo que se realizou no "estádio lã-pião" («enorme eficácia defensiva»«mais forte»«qualidade do sistema criado por jorge jejum», ...) o "excremento" do Delgado no jogo de Setúbal («tire-se o sentido de uma qualquer cabala anti-leonina, perpetrada por vasco santos, da AF Porto (o mesmo que dirigiu o FC Porto vs. Estoril, com vitória dos canarinhos por 0-1), para favorecer terceiros e em vésperas de 'Clássico'»«foi golo, não foi? vistas e revistas as repetições televisivas, apenas uma certeza é possível identificar: do sítio onde se encontrava, o árbitro auxiliar joão santos nunca poderá garantir que a bola entrou na totalidade. teve um 'feeling' e foi por ali. certo? errado? impossível afirmar»«noite negra de vasco santos que penalizou vitorianos e calimeros»«os lances de maior perigo dos leões apareceram na sequência de um futebol prático e directo, que teve Slimani como destinatário», ...) josé carlos de sousa no jogo do Dragão («fracos sinais de melhoras, com resultado gordo tremendamente enganador»«registos positivos... ainda que com a tremedeira do costume»«inúmeras oscilações da equipa ao longo da partida, inúmeras precipitações, quedas em vazio profundo - alturas, mais ou menos prolongadas, que fizeram regressar em força os fantasmas de um passado recente», ...).
refiro-me, isso sim, ao que acabei há muito pouco de ouvir, em diferido, no programa de ontem do "TRIO D'ATAQUE", e que foi proferido pelas bocas de um cachalote lampião e de um calimero trinca-espinhas (sendo que este último já me mereceu mais respeito como comentador). bem sei que se (in)tenta passar a mensagem de que as opiniões lá expressas são-no a título individual e sem influências externas dos clubes; mas, como não sou «santinho», não posso deixar de as generalizar, por perceber que, muito do que por lá se afirma é a mais pura maledicência que se escuta e/ou lê vindo da massa adepta das agremiações afectas à Segunda Circular, e sempre com a conveniente conivência do lambe-cús do huguinho gilberto (o lacaio de e ao serviço do lampião de Paredes).
confesso-te que, se eu estivesse lá, não me conteria e, tendo em conta o programa em causa, para além de deixar o trio em causa a falar sozinho (e como já aconteceu no Passado, com outros intervenientes), não deixaria de o(s) mandar para dois ou três sítios que eu cá sei - e que acabei por fazer, mas em privado.


© google


para finalizar, não sei se te terás apercebido, mas a "posta de pescada anterior a esta foi a milésima desde que estou neste espaço de discussão, após o precoce desaparecimento do (já falecido) TOMO I - i.e., desde Julho de 2011. como o Tempo voa...
porque não quero ser ainda mais fastidioso, reafirmo o que escrevi aquando da minha quinquacentésima "posta de pescada, estávamos em finais de Agosto de 2012, parafraseando o caríssimo Jorge:

«

O maior desafio não está em encontrar motivação para continuar mas em inovar. Não preciso de ganhar dinheiro com 'isto'… Quer-se dizer, não sou, rico mas perco mais sono do que dinheiro e faço-o com todo o gosto. Não preciso de grandes publicidades e enormes números de visitantes.
Gosto de escrever e vou continuar a fazê-lo enquanto me der gozo. No entanto, seria um gigantesco hipócrita se dissesse que não fico sensibilizado com as palavras simpáticas que recebo da vossa parte e com a forma como o blogue tem vindo a deixar uma marca positiva, não só na bluegosfera, como também no resto deste mundo virtual.
Assim sendo, cá estou. Espero que também cá estejam.

»




«este é o nosso destino»:  
«a vencer desde 1893»! | winning since 1893!


beijinhos e abraços sempre! muito portistas!
Muito Obrigado! pela tua visita :)